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Com a marca da Nonna


Nelson Albuquerque
Do Diário do Grande ABC

05/06/2010 | 07:09


Esta dica é para aquele típico almoço de família - ou entre amigos. Altamente recomendável para quem sabe valorizar a simplicidade e a tradição como ingredientes fundamentais de uma boa receita.

É assim a acolhedora cantina Famiglia Rossi, em São Caetano, que no dia 21 completa 13 anos de portas abertas. O restaurante não é tão antigo, mas a origem das receitas, sim, pelo menos as mais tradicionais. Foram deixadas por Serena Barile, que viveu toda sua vida na cidade, mas não chegou a ver a casa funcionando.

Hoje, a Famiglia Rossi é uma cantina reconhecida por sua excelente massa artesanal. Conta com a experiência de Ana Maria Barile (filha de Serena) e a dedicação e talento da nutricionista Ana Cristina Rossi e do chefe de cozinha Natalino Ribeiro Viana, respectivamente filha e genro de Ana Maria - além, é claro, de uma equipe eficiente na cozinha e no atendimento.

A fachada e a decoração interna são simples e aconchegantes. "Quando o cliente nos conhece, ele se surpreende", diz Viana. E é verdade.

O cardápio tem uma lista satisfatória de opções em massas simples (espaguete, talharim, nhoque) e massas recheadas (cappelletti, ravióli, cannelloni). Todas feitas na própria casa.

A reportagem do Diário provou uma massa recheada especial, o calzoncini. Tem o formato de meia lua e é bem maior que um cappelletti, por exemplo. O recheio é feito à base de linguiça calabresa, purê de mandioquinha, maçã verde e especiarias. É bem suave e fácil de agradar - mesmo com essa combinação de ingredientes que pode assustar a quem tem paladar menos ousado.

Quatro opções de molho podem temperar o calzoncini: o rosé, o gorgonzola, ao pesto e à Calabria. Também pode ser pedido gratinado ou não. Os preços variam de R$ 18,60 (meia porção, com molho rosé e não gratinado) a R$ 42 (porção inteira, com molho gorgonzola ou à Calabria e gratinado). São pratos bem servidos.

Outras massas especiais são o pansotti (um cappelletti grande com recheio à base de queijo coalho), o tortelli e o ravióli de bacalhau. Um dos campeões de venda da casa é a lasanha.

Outro destaque é a perna de cabrito (R$ 98), que serve bem três pessoas. Mas este, por conta da demora no preparo, tem de ser encomendado um dia antes. "Temos cabrito todos os dias, mas a pessoa precisa dar uma ligadinha para termos tempo de preparar", explica Ana Maria. A carne vem acompanhada de batatas coradas, brócolis e arroz.

Como uma boa massa pede um bom vinho, a Famiglia Rossi oferece uma carta bem variada. Desde o tinto da casa (R$ 10, jarra de 750 ml) até importados. Mas nada exorbitante. O mais caro é o rosé sul-africano Nederburg (R$ 50). Há ainda italiano, português, espanhol, argentino, francês, chileno e australiano. O suco de uva é uma ótima alternativa.

As sobremesas também são feitas na própria casa. Tem manjar de forno, tiramisu, pavê de amendoim, pudim de leite e, o mais recente, pudim de laranja. Preços entre R$ 3,80 e R$ 5.

Copa do Mundo chegando, e todos na cantina estão prontos para ver Azurra jogar. Certo? "Não. Aqui a gente só torce para o Brasil", corrige Ana Maria.

Famiglia Rossi - Rua Herculano de Freitas, 323, São Caetano. Tel.: 4224-4133. Lugares: 90. Aceita cartões. Horário de funcionamento: de terça a sexta-feira, das 11h30 às 15h; sábados e domingos, das 11h30 às 16h.



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