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Com profissional inativo, base é aposta do Ramalhão

Nario Barbosa/DGABC  Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Diretoria andreense busca se apoiar em projeto que deu certo em passado vitorioso para reestruturar clube que hoje completa 48 anos


Dérek Bittencourt
Do Diário do Grande ABC

18/09/2015 | 07:00


O otimismo de 2014 se transformou em realidade diferente em 2015. E apesar da expectativa por um futuro melhor, o momento do Santo André no dia em que completa 48 anos é totalmente incerto: sem time ativo neste segundo semestre e sem casa – ao menos até o fim da reforma do Estádio Bruno Daniel –, o Ramalhão se aproxima do cinquentenário sem muito o que comemorar. Para desespero e pesar de ídolos e torcedores.

Se nos votos feitos no ano passado as expectativas eram altas para esta temporada – e ficaram ainda maiores depois do título da Copa Paulista – a campanha apenas regular no Estadual da Série A-2, uma participação meteórica na Copa do Brasil e a decisão de abrir mão de defender o título da Copinha derrubaram todo o clima de excitação. Porém, os dirigentes contestam o rótulo de ano perdido. Segundo eles, 2015 tem motivos para se celebrar e os planos para 2016 são bastante plausíveis.

“Este ano não foi cheio de bons resultados e felicidade, por conta do processo de reformulação muito grande no clube. Mas temos de comemorar o aniversário, sim. E principalmente pelo ressurgimento do Jovem Santo André (projeto de revelação na base). Temos jogadores surgindo que nos enchem de esperança, orgulho. Que em muito pouco tempo serão grandes atletas do Santo André. No mundo atual, com regras e exigências novas, clube que não tiver estrutura composta por gente feita em casa, na base, não vai sobreviver”, destacou o presidente Jairo Livólis.

Aliás, o projeto sobre a base é grande. “Em 2016, do plantel de 28 a 30 jogadores, teremos 15 feitos em casa. É mais ou menos o que fizemos há 15 anos para sermos campeões da Copa do Brasil (de 2004)”, disse o mandatário. “Muitos acham que está largado, andando sem direção, o que não é verdade. Está tudo pensado, projetado, quantificado, para virmos com a força que o Santo André tem.”

Apostar nas categorias inferiores é justamente o que defendem o técnico do sub-20 Júnior Paulista e o eterno ídolo Sandro Gaúcho. “Precisamos de aproveitamento maior oriundo da base, como faz parte da história do Santo André nos êxitos. É fórmula que sempre deu certo e é mais uma ferramenta que nos dá perspectiva positiva”, afirmou o ex-zagueiro. “É preciso estruturar a base. As últimas conquistas sempre foram com a base dando suporte de jogadores ao grupo principal”, emendou o artilheiro.

Porém, cansada de promessas e perspectivas que considera vazias, a torcida realizará protesto e pretende cobrar os dirigente às 12h de amanhã, em frente à sede social, no Jaçatuba.



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