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Oito vezes Corinthians

Timãozinho fatura a Copa São Paulo de Futebol Júnior justamente com gols de ex-Fluminense


Especial para o Diário

27/01/2012 | 00:00


O Fluminense deve estar muito arrependido de ter liberado o garoto Antônio Carlos, atualmente o grande ídolo do Parque São Jorge. Foi ele o autor dos dois gols que deram a vitória e consequente título da Copa São Paulo de Juniores ao Timão.

O carioca jogou na escolinha do Flu dos 9 aos 14 anos. E como acontece nas equipes que perderam diamantes que brilharam mais tarde, foi transferido para São Paulo por conta e obra do seu empresário. Aliás, esse assunto, se for conhecido nos bastidores, - deveria ser mais pesquisado e investigado -, revelaria submundo desconhecido: quase todos os jogadores das equipes de base de quase todas as equipes estão ligados a empresários. Empresários que têm negócios com treinadores e cartolas, reservando o mercado exclusivamente para seus representados.

Na euforia da conquista a Fiel não quer saber desses detalhes, lamentavelmente. Mas, um dia, a Lei Pelé terá de ser rediscutida, porque os clubes tornaram-se apenas vitrines na revelação de jogadores, pouco ganhando nas transações que são feitas quando eles amadurecem.

Tomara que o Corinthians, campeão de agora, revele vários jogadores para o Corinthians do futuro.

NÃO TEM JEITO

O que o Palmeiras mais precisa é de paz. Paz para tentar reverter situação que se mostra cada vez mais difícil. Há vários anos, o time não ganha nada e da forma como as coisas caminham não há horizonte com nuvem de brigadeiro.

A oposição é sempre raivosa. Quando assume o poder faz besteiras impensáveis. E quem passa para o outro lado fofoca, atrapalha, faz marolas e inventa escândalos.

A briga da hora é entre Arnaldo Tirone e Roberto Frizzo. Ao invés de somarem eles dividem e deixam o ambiente pesado.

Valdivia jogou bem no domingo contra o Bragantino. Na segunda deu chamuscante entrevista espinafrando o presidente do Palmeiras. Falou o que não precisava, não foi humilde e desrespeitou a hierarquia.

Não há bombeiro que consiga debelar as constantes chamas no Palmeiras. 



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Oito vezes Corinthians

Timãozinho fatura a Copa São Paulo de Futebol Júnior justamente com gols de ex-Fluminense

Especial para o Diário

27/01/2012 | 00:00


O Fluminense deve estar muito arrependido de ter liberado o garoto Antônio Carlos, atualmente o grande ídolo do Parque São Jorge. Foi ele o autor dos dois gols que deram a vitória e consequente título da Copa São Paulo de Juniores ao Timão.

O carioca jogou na escolinha do Flu dos 9 aos 14 anos. E como acontece nas equipes que perderam diamantes que brilharam mais tarde, foi transferido para São Paulo por conta e obra do seu empresário. Aliás, esse assunto, se for conhecido nos bastidores, - deveria ser mais pesquisado e investigado -, revelaria submundo desconhecido: quase todos os jogadores das equipes de base de quase todas as equipes estão ligados a empresários. Empresários que têm negócios com treinadores e cartolas, reservando o mercado exclusivamente para seus representados.

Na euforia da conquista a Fiel não quer saber desses detalhes, lamentavelmente. Mas, um dia, a Lei Pelé terá de ser rediscutida, porque os clubes tornaram-se apenas vitrines na revelação de jogadores, pouco ganhando nas transações que são feitas quando eles amadurecem.

Tomara que o Corinthians, campeão de agora, revele vários jogadores para o Corinthians do futuro.

NÃO TEM JEITO

O que o Palmeiras mais precisa é de paz. Paz para tentar reverter situação que se mostra cada vez mais difícil. Há vários anos, o time não ganha nada e da forma como as coisas caminham não há horizonte com nuvem de brigadeiro.

A oposição é sempre raivosa. Quando assume o poder faz besteiras impensáveis. E quem passa para o outro lado fofoca, atrapalha, faz marolas e inventa escândalos.

A briga da hora é entre Arnaldo Tirone e Roberto Frizzo. Ao invés de somarem eles dividem e deixam o ambiente pesado.

Valdivia jogou bem no domingo contra o Bragantino. Na segunda deu chamuscante entrevista espinafrando o presidente do Palmeiras. Falou o que não precisava, não foi humilde e desrespeitou a hierarquia.

Não há bombeiro que consiga debelar as constantes chamas no Palmeiras. 

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