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Após derrota, Kiko e Roncon se afastam em Ribeirão Pires

Celso Luiz/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Prefeito e vice perderam a reeleição para Volpi e agora duelam por presidência do Legislativo


Daniel Tossato
Do Diário do Grande ABC

24/11/2020 | 00:12


A derrota na eleição do dia 15 escancarou o racha entre o prefeito Adler Kiko Teixeira (PSDB) e seu vice, Gabriel Roncon (PTB).

Os dois se desentenderam quando a Justiça Eleitoral indeferiu o registro de candidatura do tucano com base na Lei da Ficha Limpa – tem condenação em segunda instância por improbidade administrativa da época em que administrou Rio Grande da Serra. Roncon defendia a troca da chapa, até porque a questão jurídica era arma da oposição. Kiko bateu o pé. Concorreu mesmo indeferido e perdeu para Clóvis Volpi (PTB).

Segundo o Diário apurou, o afastamento ficou evidente durante a contagem dos votos. E se consolidou pós-derrota, até porque ambos articulam para eleger nomes diferentes para a presidência da Câmara.

Kiko trabalha nos bastidores para ver seu sobrinho, Rato Teixeira (PTB), reconduzido ao comando do Legislativo. Roncon, por sua vez, atua para que Diogo Manera (PSDB), ex-secretário de Serviços Urbanos e vereador eleito, assuma o posto. A base de Kiko elegeu a maioria dos parlamentares, mas articuladores de Volpi tentam formar maioria para dar tranquilidade para o prefeito eleito a partir do dia 1º.

A última esperança do atual grupo governista começou a se dissipar na semana passada, quando o TRE-SP (Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo) negou, por unanimidade, recurso da defesa de Kiko para indeferir o registro de candidatura de Volpi. A alegação era a de que as contas de 2012 de Volpi, último ano dele à frente do Paço, tinham sido rejeitadas pela Câmara após decisão da Justiça comum em meio ao processo eleitoral. Para os juízes do TRE-SP, tal apontamento jurídico foi feito após o deferimento do registro de Volpi.

DEMISSÃO
Kiko confirmou ontem a demissão de 120 servidores comissionados. Outros nomes estão na lista de exoneração e devem ter suas portarias de desligamento publicadas nos próximos dias. Formalmente, o tucano argumenta necessidade de adequação de verba. Extraoficialmente, as demissões são tratadas como retaliação.  



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Após derrota, Kiko e Roncon se afastam em Ribeirão Pires

Prefeito e vice perderam a reeleição para Volpi e agora duelam por presidência do Legislativo

Daniel Tossato
Do Diário do Grande ABC

24/11/2020 | 00:12


A derrota na eleição do dia 15 escancarou o racha entre o prefeito Adler Kiko Teixeira (PSDB) e seu vice, Gabriel Roncon (PTB).

Os dois se desentenderam quando a Justiça Eleitoral indeferiu o registro de candidatura do tucano com base na Lei da Ficha Limpa – tem condenação em segunda instância por improbidade administrativa da época em que administrou Rio Grande da Serra. Roncon defendia a troca da chapa, até porque a questão jurídica era arma da oposição. Kiko bateu o pé. Concorreu mesmo indeferido e perdeu para Clóvis Volpi (PTB).

Segundo o Diário apurou, o afastamento ficou evidente durante a contagem dos votos. E se consolidou pós-derrota, até porque ambos articulam para eleger nomes diferentes para a presidência da Câmara.

Kiko trabalha nos bastidores para ver seu sobrinho, Rato Teixeira (PTB), reconduzido ao comando do Legislativo. Roncon, por sua vez, atua para que Diogo Manera (PSDB), ex-secretário de Serviços Urbanos e vereador eleito, assuma o posto. A base de Kiko elegeu a maioria dos parlamentares, mas articuladores de Volpi tentam formar maioria para dar tranquilidade para o prefeito eleito a partir do dia 1º.

A última esperança do atual grupo governista começou a se dissipar na semana passada, quando o TRE-SP (Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo) negou, por unanimidade, recurso da defesa de Kiko para indeferir o registro de candidatura de Volpi. A alegação era a de que as contas de 2012 de Volpi, último ano dele à frente do Paço, tinham sido rejeitadas pela Câmara após decisão da Justiça comum em meio ao processo eleitoral. Para os juízes do TRE-SP, tal apontamento jurídico foi feito após o deferimento do registro de Volpi.

DEMISSÃO
Kiko confirmou ontem a demissão de 120 servidores comissionados. Outros nomes estão na lista de exoneração e devem ter suas portarias de desligamento publicadas nos próximos dias. Formalmente, o tucano argumenta necessidade de adequação de verba. Extraoficialmente, as demissões são tratadas como retaliação.  

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