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Santo André firma parceria com pugilistas da Marinha

Arilson Gonçalves e Felipe Sanches vão representar a cidade no Estadual e nos Abertos


Dérek Bittencourt
Do Diário do Grande ABC

03/09/2015 | 07:00


Santo André foi, por pelo menos três décadas – entre os anos 1970 e 2000 –, reconhecida como um dos centros do boxe nacional. Primeiro, pelo extinto Clube Atlético Pirelli, de onde saíram ou passaram diversos grandes nomes do esporte, caso do primeiro tupiniquim a conquistar medalha olímpica na modalidade, Servílio de Oliveira, bronze na Cidade do México, em 1968. Na oportunidade, era atleta do clube andreense e anos mais tarde, entre 1978 e 1992, assumiu como auxiliar técnico até a extinção do time. Depois, no fim dos anos 1990 até o início do novo século, abrigou a Seleção Brasileira e aquipe olímpica permanente. Agora, 15 anos depois, a cidade tenta resgatar o passado de glória.

Por meio de parceria da secretaria de Esporte e Lazer, dois pugilistas de alto rendimento da Marinha do Brasil passarão a defender o município prontamente e a primeira competição será domingo, às 11h, em São Vicente, pelo Campeonato Paulista de Boxe Amador.

O peso-pena Arilson da Silva Gonçalves e o peso leve Felipe Lima Sanches, ambos de 19 anos, vão representar Santo André na categoria elite. Depois, o foco se volta para a disputa dos Jogos Abertos do Interior, a partir de 26 de outubro, em Ribeirão Preto. “Santo André, sem dúvida, estará bem representada nas finais do Paulista e nos Jogos Abertos com os jovens talentos”, afirmou o coordenador de boxe da Secretaria de Esporte e Lazer, o ex-pugilista Ivanildo Pereira Andrade, o Pancho. “Queremos retomar a história do boxe de Santo André”, emendou ele.

Além dos puglistas de alto rendimento, a cidade oferece há pouco tempo aulas de boxe de duas a três vezes por semana, com duração de uma hora e meia. Pancho afirmou, no entanto, que busca firmar turma para dar sequência ao projeto. “A garotada acaba deixando o esporte por causa do primeiro trabalho ou de cursos profissionalizantes que surgem pelo caminho”, avaliou o coordenador.



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Santo André firma parceria com pugilistas da Marinha

Arilson Gonçalves e Felipe Sanches vão representar a cidade no Estadual e nos Abertos

Dérek Bittencourt
Do Diário do Grande ABC

03/09/2015 | 07:00


Santo André foi, por pelo menos três décadas – entre os anos 1970 e 2000 –, reconhecida como um dos centros do boxe nacional. Primeiro, pelo extinto Clube Atlético Pirelli, de onde saíram ou passaram diversos grandes nomes do esporte, caso do primeiro tupiniquim a conquistar medalha olímpica na modalidade, Servílio de Oliveira, bronze na Cidade do México, em 1968. Na oportunidade, era atleta do clube andreense e anos mais tarde, entre 1978 e 1992, assumiu como auxiliar técnico até a extinção do time. Depois, no fim dos anos 1990 até o início do novo século, abrigou a Seleção Brasileira e aquipe olímpica permanente. Agora, 15 anos depois, a cidade tenta resgatar o passado de glória.

Por meio de parceria da secretaria de Esporte e Lazer, dois pugilistas de alto rendimento da Marinha do Brasil passarão a defender o município prontamente e a primeira competição será domingo, às 11h, em São Vicente, pelo Campeonato Paulista de Boxe Amador.

O peso-pena Arilson da Silva Gonçalves e o peso leve Felipe Lima Sanches, ambos de 19 anos, vão representar Santo André na categoria elite. Depois, o foco se volta para a disputa dos Jogos Abertos do Interior, a partir de 26 de outubro, em Ribeirão Preto. “Santo André, sem dúvida, estará bem representada nas finais do Paulista e nos Jogos Abertos com os jovens talentos”, afirmou o coordenador de boxe da Secretaria de Esporte e Lazer, o ex-pugilista Ivanildo Pereira Andrade, o Pancho. “Queremos retomar a história do boxe de Santo André”, emendou ele.

Além dos puglistas de alto rendimento, a cidade oferece há pouco tempo aulas de boxe de duas a três vezes por semana, com duração de uma hora e meia. Pancho afirmou, no entanto, que busca firmar turma para dar sequência ao projeto. “A garotada acaba deixando o esporte por causa do primeiro trabalho ou de cursos profissionalizantes que surgem pelo caminho”, avaliou o coordenador.

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