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Quase perfeito, Pioline fez a diferença


Do Diário do Grande ABC

18/07/1999 | 16:13


Com oito títulos de Copa Davis em sua história, a França contou, desta vez, com Cedric Pioline como a grande estrela da equipe. Número 25 do ranking mundial, marcou o ponto decisivo dos franceses, ao derrotar Gustavo Kuerten por 6/3, 6/4 e 6/4. Já havia ganho de Fernando Meligeni, também por 3 a 0, e nos dois jogos nao chegou a perder um serviço sequer. "Nao costumo dizer que joguei perfeito, mas neste domingo estive bem perto disso", considerou. "Nao deixei o Guga jogar de fundo, saquei com precisao e fiz muitos pontos nos voleios."

Com a vitória sobre o Brasil, por 3 a 2, a França alcança as semifinais e vai enfrentar a Bélgica, como grande favorita, em setembro. Os jogos deverao ser disputados novamente em quadra de carpete e na mesma cidade de Pau. O capitao da equipe francesa, Guy Forget, estava convencido de que a escolha de uma superfície rápida determinou o resultado diante de Guga e Meligeni e vai repetir a receita. Nestas condiçoes, a França tem boas condiçoes de chegar mais uma vez a final da competiçao.

O entusiasmo da torcida também ajudou a levar a França a mais uma semifinal. Na partida de Pioline e Guga, os franceses conseguiram deixar o brasileiro perturbado. O clima parece ter chegado também aos juízes de linha. As marcaçoes, muitas vezes duvidosas, sempre favoreciam os tenistas da casa. E numa quadra rápida, como o Taraflex, o juiz de cadeira, a nao ser em casos extremos, nao tem como contestar a marcaçao.

Num ginásio com capacidade para quase oito mil pessoas, os franceses fizeram a festa. Mesmo com todos os lugares marcados, a organizaçao nao foi a marca do último dia de jogos. Espaços reservados para a imprensa, por exemplo, foram invadidos, com os organizadores fazendo vistas grossas. Se fosse no Brasil, certamente os brasileiros teriam recebido algum tipo de puniçao.



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Quase perfeito, Pioline fez a diferença

Do Diário do Grande ABC

18/07/1999 | 16:13


Com oito títulos de Copa Davis em sua história, a França contou, desta vez, com Cedric Pioline como a grande estrela da equipe. Número 25 do ranking mundial, marcou o ponto decisivo dos franceses, ao derrotar Gustavo Kuerten por 6/3, 6/4 e 6/4. Já havia ganho de Fernando Meligeni, também por 3 a 0, e nos dois jogos nao chegou a perder um serviço sequer. "Nao costumo dizer que joguei perfeito, mas neste domingo estive bem perto disso", considerou. "Nao deixei o Guga jogar de fundo, saquei com precisao e fiz muitos pontos nos voleios."

Com a vitória sobre o Brasil, por 3 a 2, a França alcança as semifinais e vai enfrentar a Bélgica, como grande favorita, em setembro. Os jogos deverao ser disputados novamente em quadra de carpete e na mesma cidade de Pau. O capitao da equipe francesa, Guy Forget, estava convencido de que a escolha de uma superfície rápida determinou o resultado diante de Guga e Meligeni e vai repetir a receita. Nestas condiçoes, a França tem boas condiçoes de chegar mais uma vez a final da competiçao.

O entusiasmo da torcida também ajudou a levar a França a mais uma semifinal. Na partida de Pioline e Guga, os franceses conseguiram deixar o brasileiro perturbado. O clima parece ter chegado também aos juízes de linha. As marcaçoes, muitas vezes duvidosas, sempre favoreciam os tenistas da casa. E numa quadra rápida, como o Taraflex, o juiz de cadeira, a nao ser em casos extremos, nao tem como contestar a marcaçao.

Num ginásio com capacidade para quase oito mil pessoas, os franceses fizeram a festa. Mesmo com todos os lugares marcados, a organizaçao nao foi a marca do último dia de jogos. Espaços reservados para a imprensa, por exemplo, foram invadidos, com os organizadores fazendo vistas grossas. Se fosse no Brasil, certamente os brasileiros teriam recebido algum tipo de puniçao.

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