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Pedido de R$ 54 mi é danoso, diz Vanessa

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Prefeito de Mauá quer verba do BNDES para investir em TI; deputada diz que há outras prioridades


Gustavo Pinchiaro
Do Diário do Grande ABC

26/03/2015 | 07:00


A deputada estadual Vanessa Damo (PMDB) considerou que o pedido do prefeito de Mauá, Donisete Braga (PT), de empréstimo de R$ 54 milhões ao BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) será “danoso” por comprometer futuros investimentos do município. A peemedebista também questionou a destinação do recurso que será investido em tecnologia da informação. “Há outras prioridades.”

A análise da deputada é a de que o financiamento, que será pago em oito anos, somado ao acordo de repactuação da dívida histórica de R$ 482,54 milhões, com quitação ao longo de 20 anos, irão comprometer futuros investimentos em serviços públicos. “É uma transação equivocada. A cidade tem muitas dificuldades e não é investindo em tecnologia da informação para cobrar o IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano) que vão melhorar. Não seria o momento de pedir financiamento nem para a Saúde, que tem muitos problemas.”

Donisete oferece ao BNDES a mesma garantia que deu para a repactuação da dívida com a Caixa Econômica Federal, cotas do FPM (Fundo de Participação dos Municípios) e do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços). “Isso me preocupa muito. Esse endividamento é danoso para a cidade. A única forma de modernizar a administração de Mauá é tirando o PT”, comentou Vanessa.

Os recursos adquiridos junto ao BNDES vão bancar compra de computadores e softwares para aumentar o gerenciamento de dados sobre arrecadação de IPTU, ISS (Imposto Sobre Serviços), aplicação da Lei de Uso e Ocupação do Solo, além de manter registro da situação de débitos de munícipes com o Paço. Os equipamentos eletrônicos da administração mauaense estão, de fato, em situação precária.

Apesar do posicionamento contrário, Vanessa não pretende tomar nenhuma medida para evitar o empréstimo. A deputada elogiou a postura das bancadas do PMDB, DEM e Pros na Câmara, que votaram contra o acordo, aprovado em primeiro turno. “Vamos acompanhar o trabalho deles e ver se conseguem mais informações para evitar esse financiamento.”



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