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Medida deve beneficiar região


Soraia Abreu Pedrozo
Do Diário do Grande ABC

31/03/2009 | 07:00


Por ser essencialmente industrial, o Grande ABC só tem a ganhar com a medida do governo federal em ampliar a redução do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) para veículos de passeio e caminhões até junho. Essa é a avaliação de Amir Khair, especialista em finanças públicas. "O setor automotivo responde por 23% do PIB (Produto Interno Bruto) industrial e possui alta capacidade de geração de atividades", contextualiza.

Os municípios da região, portanto, devem ter suas economias reaquecidas por conta do crescimento da arrecadação de ICMS (Imposto sobre a Circulação de Mercadorais e Prestação de Serviços), PIS (Programa de Integração Social) e Cofins (Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social), pontua Khair. "A medida é vantajosa pois, com maior incentivo ao comércio e com o emprego garantido, as pessoas consomem mais", prossegue.

Com a recuperação do ritmo da produção, os postos de trabalho também são retomados. Com isso, os cofres públicos passam a recolher mais INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano) e IRPF (Imposto de Renda Pessoa Física).

Embora tenha sido divulgado ontem, levantamento da Confederação Nacional dos Municípios apontando o IPI e o IR como fatores responsáveis pela queda no repasse do FPM (Fundo de Participação dos Municípios), o especialista aponta que na região o fundo tem "peso minúsculo", característica de municípios industrializados.

Segundo Khair, as cidades que têm predominância dos setores de serviço e comércio também podem ganhar com a medida do governo, pois, com o aumento da arrecadação de ICMS pelo Estado, esses municípios "pegam carona".

Outro imposto que volta para os Estados é o IR, pessoas física e jurídica. "Do total arrecado, 21,5% são repassados. No caso de IR pessoa jurídica, 23,5% retornam aos municípios", finaliza.



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Medida deve beneficiar região

Soraia Abreu Pedrozo
Do Diário do Grande ABC

31/03/2009 | 07:00


Por ser essencialmente industrial, o Grande ABC só tem a ganhar com a medida do governo federal em ampliar a redução do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) para veículos de passeio e caminhões até junho. Essa é a avaliação de Amir Khair, especialista em finanças públicas. "O setor automotivo responde por 23% do PIB (Produto Interno Bruto) industrial e possui alta capacidade de geração de atividades", contextualiza.

Os municípios da região, portanto, devem ter suas economias reaquecidas por conta do crescimento da arrecadação de ICMS (Imposto sobre a Circulação de Mercadorais e Prestação de Serviços), PIS (Programa de Integração Social) e Cofins (Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social), pontua Khair. "A medida é vantajosa pois, com maior incentivo ao comércio e com o emprego garantido, as pessoas consomem mais", prossegue.

Com a recuperação do ritmo da produção, os postos de trabalho também são retomados. Com isso, os cofres públicos passam a recolher mais INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano) e IRPF (Imposto de Renda Pessoa Física).

Embora tenha sido divulgado ontem, levantamento da Confederação Nacional dos Municípios apontando o IPI e o IR como fatores responsáveis pela queda no repasse do FPM (Fundo de Participação dos Municípios), o especialista aponta que na região o fundo tem "peso minúsculo", característica de municípios industrializados.

Segundo Khair, as cidades que têm predominância dos setores de serviço e comércio também podem ganhar com a medida do governo, pois, com o aumento da arrecadação de ICMS pelo Estado, esses municípios "pegam carona".

Outro imposto que volta para os Estados é o IR, pessoas física e jurídica. "Do total arrecado, 21,5% são repassados. No caso de IR pessoa jurídica, 23,5% retornam aos municípios", finaliza.

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