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Estragos da chuva ainda fazem parte da paisagem em ruas de Sto.André


Victor Augusto
Especial para o Diário

13/03/2019 | 07:00


Após a tempestade da noite de domingo e madrugada de segunda-feira, aos poucos a vida de moradores de Santo André começa a voltar ao normal, porém, os efeitos negativos continuam evidenciados nas ruas. Sofás, colchões, escrivaninhas, travesseiros, toalhas e utensílios gerais faziam parte da paisagem de algumas vias ontem.

Os prejuízos ainda são visíveis, como lamentava a moradora da Rua Erato, no bairro Vila América – um dos mais atingidos –, a dona de casa Luciene de Lima Gomes, 53 anos, que perdeu tudo na enchente. “Se formos fazer as contas, o prejuízo chega perto dos R$ 3.000”. Segundo ela, na manhã de ontem funcionário do Semasa (Serviço Municipal de Saneamento Ambiental de Santo André) abriu um dos bueiros da via e verificou que estava entupido , o que a levou a criticar a falta de manutenção. “É lamentável, esperam a catástrofe para fazer a limpeza.”

O barman Diego Fernandes, 30, também morador do bairro, estava em casa na hora da enchente, junto com a mulher e três filhos, quando foram pegos de surpresa pela água que invadiu a residência. “Começou a chover muito forte e fui tirar o carro da minha mulher da garagem. Quando me dei conta, a água já estava na canela.” Diego também perdeu tudo na enchente, e colocou os móveis estragados e outros itens da casa na parte de fora, e não esconde a vontade de se mudar.

 

Outra rua afetada foi a Afonso Pena, do mesmo bairro, onde o técnico em radiologia Válter Andrade Júnior, 38, reside e usa parte do imóvel como restaurante. Ele disse que chegou alguns instantes antes de a chuva começar, e que a água subiu muito rápido. “Deu tempo de salvar pouca coisa”, completou. A entrada da casa de Válter tem uma rampa de dois metros de altura, por precaução contra enchentes, recorrentes na região, mas não resistiu à chuva de domingo. “O temporal estragou tudo, moto, carro, geladeira...” 



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Estragos da chuva ainda fazem parte da paisagem em ruas de Sto.André

Victor Augusto
Especial para o Diário

13/03/2019 | 07:00


Após a tempestade da noite de domingo e madrugada de segunda-feira, aos poucos a vida de moradores de Santo André começa a voltar ao normal, porém, os efeitos negativos continuam evidenciados nas ruas. Sofás, colchões, escrivaninhas, travesseiros, toalhas e utensílios gerais faziam parte da paisagem de algumas vias ontem.

Os prejuízos ainda são visíveis, como lamentava a moradora da Rua Erato, no bairro Vila América – um dos mais atingidos –, a dona de casa Luciene de Lima Gomes, 53 anos, que perdeu tudo na enchente. “Se formos fazer as contas, o prejuízo chega perto dos R$ 3.000”. Segundo ela, na manhã de ontem funcionário do Semasa (Serviço Municipal de Saneamento Ambiental de Santo André) abriu um dos bueiros da via e verificou que estava entupido , o que a levou a criticar a falta de manutenção. “É lamentável, esperam a catástrofe para fazer a limpeza.”

O barman Diego Fernandes, 30, também morador do bairro, estava em casa na hora da enchente, junto com a mulher e três filhos, quando foram pegos de surpresa pela água que invadiu a residência. “Começou a chover muito forte e fui tirar o carro da minha mulher da garagem. Quando me dei conta, a água já estava na canela.” Diego também perdeu tudo na enchente, e colocou os móveis estragados e outros itens da casa na parte de fora, e não esconde a vontade de se mudar.

 

Outra rua afetada foi a Afonso Pena, do mesmo bairro, onde o técnico em radiologia Válter Andrade Júnior, 38, reside e usa parte do imóvel como restaurante. Ele disse que chegou alguns instantes antes de a chuva começar, e que a água subiu muito rápido. “Deu tempo de salvar pouca coisa”, completou. A entrada da casa de Válter tem uma rampa de dois metros de altura, por precaução contra enchentes, recorrentes na região, mas não resistiu à chuva de domingo. “O temporal estragou tudo, moto, carro, geladeira...” 

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