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Para Doria, região tem pouco peso nas discussões políticas e econômicas no Estado e Brasil

André Henriques/DGABC  Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Prefeito da Capital pede maior espaço a nomes das sete cidades


Raphael Rocha
Do Diário do Grande ABC

13/08/2017 | 07:00


O prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB), afirmou que falta espaço para nomes do Grande ABC nos debates políticos e de governo nas esfera estadual e federal, a despeito da força econômica nacional da região. Durante visita à sede do Diário, na quarta-feira, o tucano declarou concordar com a tese de que o Grande ABC é escanteado das principais discussões do País.

“Aqui se tem núcleo importante da economia pulsante brasileira, está inserido na grande Região Metropolitana brasileira. É preciso que essa representação expresse a vitória nas urnas em 2016. Hoje não expressa. No plano federal, entendo que seria medida de Justiça. Agora, com grupo de jovens prefeitos que conquistou seus mandatos no ano passado, isso será possível. E terá meu apoio”, apontou.

Nenhum nome do Grande ABC figura no comando de ministérios no governo do presidente da República, Michel Temer (PMDB), ou dirige alguma secretaria na administração do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB). Esse cenário está posto a despeito de as sete cidades terem levado ao poder figuras alinhadas politicamente com Temer ou com Alckmin.

O último quadro regional a ter destaque no Palácio dos Bandeirantes foi o hoje prefeito de São Caetano, José Auricchio Júnior (PSDB). O tucano ficou à frente da Secretaria de Esporte, Lazer e Juventude entre janeiro de 2013 e janeiro de 2015. No período, teve como adjunto o ex-prefeito de Ribeirão Pires Clóvis Volpi (sem partido). Antes disso, Fernando Longo ficou como secretário de Turismo em 2008.

A situação no governo federal é semelhante. As figuras do Grande ABC que trabalhavam em Brasília foram demitidas com o impeachment de Dilma Rousseff (PT), no ano passado. Durante os governos petistas – de Dilma e de Luiz Inácio Lula da Silva –, houve espaço para nomes como Miriam Belchior (Caixa e Ministério do Planejamento), Gilberto Carvalho (Sesi e Secretaria-Geral da Presidência), Jorge Hereda (Caixa), Arthur Chioro (Saúde), Luiz Marinho (Previdência e Trabalho) e Mário Maurici de Moraes (Ceagesp).

No governo Temer, a função de maior destaque foi oferecida para a ex-deputada estadual Vanessa Damo (ex-PMDB), de Mauá, que ficaria à frente do Ibama em São Paulo, mas ela foi exonerada por força judicial. 



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Para Doria, região tem pouco peso nas discussões políticas e econômicas no Estado e Brasil

Prefeito da Capital pede maior espaço a nomes das sete cidades

Raphael Rocha
Do Diário do Grande ABC

13/08/2017 | 07:00


O prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB), afirmou que falta espaço para nomes do Grande ABC nos debates políticos e de governo nas esfera estadual e federal, a despeito da força econômica nacional da região. Durante visita à sede do Diário, na quarta-feira, o tucano declarou concordar com a tese de que o Grande ABC é escanteado das principais discussões do País.

“Aqui se tem núcleo importante da economia pulsante brasileira, está inserido na grande Região Metropolitana brasileira. É preciso que essa representação expresse a vitória nas urnas em 2016. Hoje não expressa. No plano federal, entendo que seria medida de Justiça. Agora, com grupo de jovens prefeitos que conquistou seus mandatos no ano passado, isso será possível. E terá meu apoio”, apontou.

Nenhum nome do Grande ABC figura no comando de ministérios no governo do presidente da República, Michel Temer (PMDB), ou dirige alguma secretaria na administração do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB). Esse cenário está posto a despeito de as sete cidades terem levado ao poder figuras alinhadas politicamente com Temer ou com Alckmin.

O último quadro regional a ter destaque no Palácio dos Bandeirantes foi o hoje prefeito de São Caetano, José Auricchio Júnior (PSDB). O tucano ficou à frente da Secretaria de Esporte, Lazer e Juventude entre janeiro de 2013 e janeiro de 2015. No período, teve como adjunto o ex-prefeito de Ribeirão Pires Clóvis Volpi (sem partido). Antes disso, Fernando Longo ficou como secretário de Turismo em 2008.

A situação no governo federal é semelhante. As figuras do Grande ABC que trabalhavam em Brasília foram demitidas com o impeachment de Dilma Rousseff (PT), no ano passado. Durante os governos petistas – de Dilma e de Luiz Inácio Lula da Silva –, houve espaço para nomes como Miriam Belchior (Caixa e Ministério do Planejamento), Gilberto Carvalho (Sesi e Secretaria-Geral da Presidência), Jorge Hereda (Caixa), Arthur Chioro (Saúde), Luiz Marinho (Previdência e Trabalho) e Mário Maurici de Moraes (Ceagesp).

No governo Temer, a função de maior destaque foi oferecida para a ex-deputada estadual Vanessa Damo (ex-PMDB), de Mauá, que ficaria à frente do Ibama em São Paulo, mas ela foi exonerada por força judicial. 

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