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Atleta mineira de 22 anos é encontrada morta em casa


Nilton Valentim
Do Diário do Grande ABC

03/11/2005 | 09:06


A judoca mineira Sara Ribeiro Azaline Máximo, de 22 anos, foi encontrada morta terça-feira, em sua residência, em Belo Horizonte. Na noite de segunda, conforme parentes, Sara deitou-se normalmente, mas no dia seguinte os familiares constataram o falecimento. A causa da morte ainda será investigada. O corpo da atleta foi submetido a uma autópsia. O enterro foi realizado nesta quarta, no cemitério Parque da Colina.

Sara participou dos Jogos Abertos do Interior, mês passado, na cidade de Botucatu. Ela lutou pela cidade de Rio Claro. Segundo o técnico Floriano de Paula Almeida Neto, que acompanhava a atleta tanto no Minas Tênis Clube, de Belo Horizonte, quanto na Seleção Brasileira, a lutadora não apresentava nenhum problema físico. “Tudo seguia normalmente. Ela vinha treinando normalmente em dois períodos”, contou.

Segundo Almeida Neto, Sara participou dos treinamentos e seguiu para sua casa, onde fez um lanche e um trabalho de faculdade – cursava Direito. Depois disso, foi encontrada morta.

Histórico – Sara atuava pelo Minas Tênis Clube desde o início da carreira e ultimamente disputava competições na categoria meio-médio. A judoca colecionava vários títulos nas categorias de base. Ela começou a praticar judô no clube de Belo Horizonte aos 11 anos, na primeira turma feminina aberta nos cursos de aprendizagem.

A atleta conquistou em 2004 o título de vice-campeã brasileira e este ano não disputou a competição, realizada no último fim de semana, em Salvador (BA). Em junho deste ano ela disputou a seletiva para a Seleção Brasileira, competição realizada no Ibirapuera, em São Paulo.

Repercussão – A Federação Mineira de Judô divulgou nota de falecimento lamentando a morte da jovem atleta. O médico Carlos Antônio Pereira Ferreira, do Minas Tênis, e que acompanhou Sara desde o início de sua carreira, não foi localizado quarta. Em entrevista à rádio CBN, de Belo Horizonte, ele disse que todos foram surpreendidos com a morte súbita da judoca e afirmou que ela não havia relatado nenhum tipo problema de saúde ou dores recentes. A causa da morte será constatada a partir dos resultados da autópsia pela qual o corpo da atleta foi submetido.



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Atleta mineira de 22 anos é encontrada morta em casa

Nilton Valentim
Do Diário do Grande ABC

03/11/2005 | 09:06


A judoca mineira Sara Ribeiro Azaline Máximo, de 22 anos, foi encontrada morta terça-feira, em sua residência, em Belo Horizonte. Na noite de segunda, conforme parentes, Sara deitou-se normalmente, mas no dia seguinte os familiares constataram o falecimento. A causa da morte ainda será investigada. O corpo da atleta foi submetido a uma autópsia. O enterro foi realizado nesta quarta, no cemitério Parque da Colina.

Sara participou dos Jogos Abertos do Interior, mês passado, na cidade de Botucatu. Ela lutou pela cidade de Rio Claro. Segundo o técnico Floriano de Paula Almeida Neto, que acompanhava a atleta tanto no Minas Tênis Clube, de Belo Horizonte, quanto na Seleção Brasileira, a lutadora não apresentava nenhum problema físico. “Tudo seguia normalmente. Ela vinha treinando normalmente em dois períodos”, contou.

Segundo Almeida Neto, Sara participou dos treinamentos e seguiu para sua casa, onde fez um lanche e um trabalho de faculdade – cursava Direito. Depois disso, foi encontrada morta.

Histórico – Sara atuava pelo Minas Tênis Clube desde o início da carreira e ultimamente disputava competições na categoria meio-médio. A judoca colecionava vários títulos nas categorias de base. Ela começou a praticar judô no clube de Belo Horizonte aos 11 anos, na primeira turma feminina aberta nos cursos de aprendizagem.

A atleta conquistou em 2004 o título de vice-campeã brasileira e este ano não disputou a competição, realizada no último fim de semana, em Salvador (BA). Em junho deste ano ela disputou a seletiva para a Seleção Brasileira, competição realizada no Ibirapuera, em São Paulo.

Repercussão – A Federação Mineira de Judô divulgou nota de falecimento lamentando a morte da jovem atleta. O médico Carlos Antônio Pereira Ferreira, do Minas Tênis, e que acompanhou Sara desde o início de sua carreira, não foi localizado quarta. Em entrevista à rádio CBN, de Belo Horizonte, ele disse que todos foram surpreendidos com a morte súbita da judoca e afirmou que ela não havia relatado nenhum tipo problema de saúde ou dores recentes. A causa da morte será constatada a partir dos resultados da autópsia pela qual o corpo da atleta foi submetido.

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