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Reajuste do gás será reduzido a partir de março

Cliente industrial da Comgás terá alta de 23%, em vez de 37%, e residencial, 8% frente a 11%


Da Redação

23/02/2019 | 07:00


Acordo encabeçado pelo governo estadual vai reduzir aumento previsto ao valor do gás para clientes da Comgás. O governador João Doria (PSDB) anunciou ontem que reajuste médio do gás industrial vai passar de 37% para 23%, e para o consumidor residencial, que era de 11% vai a 8% a partir de 1º de março.

O acordo, segundo governador, aconteceu depois que setores químico, de vidros e cerâmica pediram a ajuda do Estado para estabelecer mesa de negociação com a concessionária. Ele foi oficializado junto à Arsesp (Agência Reguladora de Saneamento e Energia do Estado de São Paulo). “Nós vamos reduzir o impacto do aumento do gás no Estado, dentro do que cabe ao governo. É uma notícia importante nas questões domésticas e para a indústria”, diz Doria.

Com o ajuste, a diferença será recalculada em maio, quando ocorre a revisão tarifária da concessionária. Esses segmentos são grandes consumidores de gás na sua produção e algumas indústrias tiveram sua competitividade afetada pelo reajuste, apontou o vice-governador e secretário de governo Rodrigo Garcia. “Como 80% do consumo (de gás natural em São Paulo) é industrial, o governador pediu foco nesse aumento de 37%”, afirmou. “Todos, inclusive o consumidor residencial, terão redução, tendo o industrial faixa mais significativa.”

A tarifa final do gás canalizado é formada, essencialmente, pelo preço do gás e transporte, monopólio da Petrobras. Sendo que esses custos sofrem variações periódicas que não são repassados imediatamente à tarifa paga pelo consumidor.

Quando essa conta atinge determinado montante, torna-se necessário efetuar o repasse do saldo na tarifa final, o que pode resultar em aumento – se o preço do gás e transporte sobe – ou diminuição – quando o preço do gás e transporte cai.  



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Reajuste do gás será reduzido a partir de março

Cliente industrial da Comgás terá alta de 23%, em vez de 37%, e residencial, 8% frente a 11%

Da Redação

23/02/2019 | 07:00


Acordo encabeçado pelo governo estadual vai reduzir aumento previsto ao valor do gás para clientes da Comgás. O governador João Doria (PSDB) anunciou ontem que reajuste médio do gás industrial vai passar de 37% para 23%, e para o consumidor residencial, que era de 11% vai a 8% a partir de 1º de março.

O acordo, segundo governador, aconteceu depois que setores químico, de vidros e cerâmica pediram a ajuda do Estado para estabelecer mesa de negociação com a concessionária. Ele foi oficializado junto à Arsesp (Agência Reguladora de Saneamento e Energia do Estado de São Paulo). “Nós vamos reduzir o impacto do aumento do gás no Estado, dentro do que cabe ao governo. É uma notícia importante nas questões domésticas e para a indústria”, diz Doria.

Com o ajuste, a diferença será recalculada em maio, quando ocorre a revisão tarifária da concessionária. Esses segmentos são grandes consumidores de gás na sua produção e algumas indústrias tiveram sua competitividade afetada pelo reajuste, apontou o vice-governador e secretário de governo Rodrigo Garcia. “Como 80% do consumo (de gás natural em São Paulo) é industrial, o governador pediu foco nesse aumento de 37%”, afirmou. “Todos, inclusive o consumidor residencial, terão redução, tendo o industrial faixa mais significativa.”

A tarifa final do gás canalizado é formada, essencialmente, pelo preço do gás e transporte, monopólio da Petrobras. Sendo que esses custos sofrem variações periódicas que não são repassados imediatamente à tarifa paga pelo consumidor.

Quando essa conta atinge determinado montante, torna-se necessário efetuar o repasse do saldo na tarifa final, o que pode resultar em aumento – se o preço do gás e transporte sobe – ou diminuição – quando o preço do gás e transporte cai.  

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