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Pinheiro ignora pedidos de transição de Auricchio

Divulgação Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Junior Carvalho
Do Diário do Grande ABC

21/10/2016 | 07:00


O prefeito de São Caetano, Paulo Pinheiro (PMDB), ainda não respondeu a ofícios do prefeito eleito, José Auricchio Júnior (PSDB), para iniciarem a transição de gestões.

O Diário revelou que, na semana passada, Auricchio já havia formado equipe para começar o processo de troca de informações. Coordenador do grupo, Silvio Minciotti (PSDB) notificou o Palácio da Cerâmica por duas ocasiões, sendo a última na terça-feira. Porém, não recebeu retorno.

Nos bastidores, ventilou-se que impasse jurídico envolvendo o registro da candidatura de Auricchio emperrava o início da transição. Contudo, há exatamente uma semana o TRE-SP (Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo) negou pedido da coligação de Pinheiro e, por cinco votos a um, confirmou o deferimento da candidatura de Auricchio. Ainda assim, nada avançou.

Auricchio tem dito que o objetivo é de focar a transição em três questões: finanças e Orçamento, contratos e recursos humanos. O prefeito eleito quer ter conhecimento prévio da situação financeira que herdará de Pinheiro, além de analisar o número de servidores do atual governo – a atual gestão realizou concursos para contratação de diversos cargos.

Outro imbróglio que o tucano quer esclarecer é sobre as férias dos servidores da Educação, que teriam sido congeladas. A preocupação é que o pagamento do benefício fique para o próximo mandato, além de poder comprometer o início do ano letivo.

O Diário tenta há pelo menos uma semana junto ao Palácio da Cerâmica informações oficiais sobre o andamento da transição. Novamente questionada ontem, a Prefeitura não respondeu às indagações.

Os nomes que circulam como possíveis condutores da transição são os dos secretários de Governo, Nilson Bonome (PMDB), de Fazenda, Jorge Alano Garagorry, e o de Planejamento e Gestão, Diego Lourenço. O que se comenta é que a disposição do Paço é de começar o processo apenas depois do feriado de Finados, no dia 2. 



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Pinheiro ignora pedidos de transição de Auricchio

Junior Carvalho
Do Diário do Grande ABC

21/10/2016 | 07:00


O prefeito de São Caetano, Paulo Pinheiro (PMDB), ainda não respondeu a ofícios do prefeito eleito, José Auricchio Júnior (PSDB), para iniciarem a transição de gestões.

O Diário revelou que, na semana passada, Auricchio já havia formado equipe para começar o processo de troca de informações. Coordenador do grupo, Silvio Minciotti (PSDB) notificou o Palácio da Cerâmica por duas ocasiões, sendo a última na terça-feira. Porém, não recebeu retorno.

Nos bastidores, ventilou-se que impasse jurídico envolvendo o registro da candidatura de Auricchio emperrava o início da transição. Contudo, há exatamente uma semana o TRE-SP (Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo) negou pedido da coligação de Pinheiro e, por cinco votos a um, confirmou o deferimento da candidatura de Auricchio. Ainda assim, nada avançou.

Auricchio tem dito que o objetivo é de focar a transição em três questões: finanças e Orçamento, contratos e recursos humanos. O prefeito eleito quer ter conhecimento prévio da situação financeira que herdará de Pinheiro, além de analisar o número de servidores do atual governo – a atual gestão realizou concursos para contratação de diversos cargos.

Outro imbróglio que o tucano quer esclarecer é sobre as férias dos servidores da Educação, que teriam sido congeladas. A preocupação é que o pagamento do benefício fique para o próximo mandato, além de poder comprometer o início do ano letivo.

O Diário tenta há pelo menos uma semana junto ao Palácio da Cerâmica informações oficiais sobre o andamento da transição. Novamente questionada ontem, a Prefeitura não respondeu às indagações.

Os nomes que circulam como possíveis condutores da transição são os dos secretários de Governo, Nilson Bonome (PMDB), de Fazenda, Jorge Alano Garagorry, e o de Planejamento e Gestão, Diego Lourenço. O que se comenta é que a disposição do Paço é de começar o processo apenas depois do feriado de Finados, no dia 2. 

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