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Precatórios referentes à Sabesp já somam R$ 400 milhões


Humberto Domiciano
Do Diário do Grande ABC

31/03/2017 | 07:00


Os precatórios do Semasa (Serviço Municipal de Saneamento Ambiental de Santo André) com a Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo) chegam a R$ 400 milhões e podem ser acrescidos por mais R$ 1,5 bilhão caso a autarquia andreense perca na Justiça uma ação movida pela empresa estadual, que questiona os valores cobrados pelo metro cúbico da água.

A dívida total do Semasa com a companhia paulista ainda corre o risco de chegar ao valor de R$ 3,4 bilhões, se for derrotada em todos os processos judiciais. A Prefeitura de Santo André recorreu ao Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) justamente para reduzir esse valor.

O plano do prefeito Paulo Serra (PSDB) é avaliar os ativos e o valor real de mercado da autarquia. Na visão do Executivo, o quadro é favorável, mas o Semasa ainda necessitaria de ajustes, principalmente em questões operacionais e no combate às perdas de água.

A gestão anterior, do ex-prefeito Carlos Grana (PT), sustentou, em 2015, que a empresa valeria R$ 10 bilhões. 



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Precatórios referentes à Sabesp já somam R$ 400 milhões

Humberto Domiciano
Do Diário do Grande ABC

31/03/2017 | 07:00


Os precatórios do Semasa (Serviço Municipal de Saneamento Ambiental de Santo André) com a Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo) chegam a R$ 400 milhões e podem ser acrescidos por mais R$ 1,5 bilhão caso a autarquia andreense perca na Justiça uma ação movida pela empresa estadual, que questiona os valores cobrados pelo metro cúbico da água.

A dívida total do Semasa com a companhia paulista ainda corre o risco de chegar ao valor de R$ 3,4 bilhões, se for derrotada em todos os processos judiciais. A Prefeitura de Santo André recorreu ao Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) justamente para reduzir esse valor.

O plano do prefeito Paulo Serra (PSDB) é avaliar os ativos e o valor real de mercado da autarquia. Na visão do Executivo, o quadro é favorável, mas o Semasa ainda necessitaria de ajustes, principalmente em questões operacionais e no combate às perdas de água.

A gestão anterior, do ex-prefeito Carlos Grana (PT), sustentou, em 2015, que a empresa valeria R$ 10 bilhões. 

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