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Arthur Zanetti passa por cirurgia e volta a competir somente em 2017

Marina Brandão/DGABC  Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Ginasta corrigiu problema no ombro esquerdo
e deve retornar aos treinos só em quatro meses


Felipe Simões
Do Diário do Grande ABC

30/08/2016 | 07:00


O ginasta Arthur Zanetti, de São Caetano, passou por cirurgia no ombro esquerdo e só voltará a competir em 2017. O atleta compareceu ontem a evento na Prefeitura em homenagem a atletas olímpicos – que receberam diploma –, como Fabiana Murer, Marílson Gomes e Maicon Siqueira, com o braço apoiado em uma tipoia. Foi sua primeira aparição pública depois de ter sido operado.

Zanetti foi submetido a artroscopia para corrigir rompimento de tendão no manguito rotador do ombro esquerdo dia 24, no Hospital Albert Einstein, na Capital, pelo médico Benno Ejnisman, ortopedista especialista em ombro e cotovelo. Segundo o ginasta, o prazo de recuperação é de quatro meses, mas ele deve voltar a fazer alguns exercícios em 30 dias.

“Meu tendão deu uma desgrudada e estava meio rompido. Fizemos (a cirurgia) para limpá-lo, pregá-lo no lugar para começar o ano bem. Geralmente são quatro meses de recuperação, mas vou estar no ginásio fazendo fisioterapia”, afirmou Zanetti, ao garantir que a lesão não ocorreu durante a disputa dos Jogos Olímpicos e não atrapalhou seu rendimento na apresentação das argolas que lhe valeu a prata.

“Não foi agora que aconteceu. Esse problema já vem de muitos anos. Não interferiu em nada. Eu estava conseguindo fazer minha série e minha rotina normalmente. O resultado era esse mesmo (prata)”, ressaltou ele, que está fora dos Jogos Abertos do Interior, que serão realizados a partir do dia 10, em São Bernardo.
Esta não é a primeira vez que Zanetti passa pelo procedimento cirúrgico. Em 2010, ele corrigiu o mesmo problema no ombro direito e conquistou o ouro em Londres-2012.

“Realizei essa mesma cirurgia e nunca mais precisei fazer gelo no ombro (direito). É uma intervenção que veio para me deixar tranquilo e recuperar para o próximo ciclo (olímpico)”, afirmou o atleta são-caetanense.

“Agora, fizemos (a cirurgia) em 2016 pensando em 2020. O ombro direito dele ficou perfeito. Fez no esquerdo para ficar zerado. É só realizar a recuperação correta e voltar a treinar 100%”, disse o técnico do ginasta, Marcos Goto. 



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