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Santo André bate o Bahia, mas cai para Série C

Virada no Pituaçu (2 a 1), em Salvador, não evita
rebaixamento do time andreense à Terceirona


Nelson Cilo
do Diário do Grande ABC

20/11/2010 | 07:01


Inútil esforço. Nem a vitória sobre o Bahia (2 a 1, de virada, ontem à tarde, no Estádio Pituaçu, em Salvador) impediu o rebaixamento do Santo André à Série C do Campeonato Brasileiro. O lanterna precisaria ganhar e ainda estava na dependência de eventuais tropeços de alguns rivais, especialmente do Guaratinguetá, que ficou na igualdade contra o campeão Coritiba.

No primeiro tempo, o Santo André ainda procurou encarar o Bahia de igual para igual. Inicialmente, a emenda saiu melhor do que o soneto na troca de passes e nas rápidas chegadas nos lances de área. No entanto, isso era pouco para quem falhava demais nas finalizações. As rápidas inversões paravam invariavelmente na forte vigilência do adversário e na falta de sintonia ofensiva.

Os baianos criaram algumas chances, mas, a exemplo dos visitantes, tropeçavam na falta de pontaria. Logo no início, o zagueiro Douglas, livre na pequena área, ao tocar pelo alto, quase chegou lá, Os principais momentos do Santo André surgiram nos pés de Rychely e Aloísio (duas vezes), mas ambos não tiveram toque final na hora do arremate. Teria sido pior se o árbitro marcasse o pênalti de Neneca em Adriano. Primeiro, o camisa um empurrou o atacante. Em seguida, acertou uma joelhada no rival na linha de fundo. Só recebeu cartão amarelo.

Na segunda fase, o Santo André manteve a persistência, mas os anfitriões pegaram a defesa desatenta, aos 19 minutos, no cruzamento de Jael na cabeça de Adriano, indefensável: 1 a 0. Aos 31, Marques completou a bela jogada individual de Rychely (o melhor do sistema ofensivo): 1 a 1. Aos 39, Rychely reprisou a imagem anterior para Marques conferir: 2 a 1. Era muito tarde. A casa já havia caído.

 



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Santo André bate o Bahia, mas cai para Série C

Virada no Pituaçu (2 a 1), em Salvador, não evita
rebaixamento do time andreense à Terceirona

Nelson Cilo
do Diário do Grande ABC

20/11/2010 | 07:01


Inútil esforço. Nem a vitória sobre o Bahia (2 a 1, de virada, ontem à tarde, no Estádio Pituaçu, em Salvador) impediu o rebaixamento do Santo André à Série C do Campeonato Brasileiro. O lanterna precisaria ganhar e ainda estava na dependência de eventuais tropeços de alguns rivais, especialmente do Guaratinguetá, que ficou na igualdade contra o campeão Coritiba.

No primeiro tempo, o Santo André ainda procurou encarar o Bahia de igual para igual. Inicialmente, a emenda saiu melhor do que o soneto na troca de passes e nas rápidas chegadas nos lances de área. No entanto, isso era pouco para quem falhava demais nas finalizações. As rápidas inversões paravam invariavelmente na forte vigilência do adversário e na falta de sintonia ofensiva.

Os baianos criaram algumas chances, mas, a exemplo dos visitantes, tropeçavam na falta de pontaria. Logo no início, o zagueiro Douglas, livre na pequena área, ao tocar pelo alto, quase chegou lá, Os principais momentos do Santo André surgiram nos pés de Rychely e Aloísio (duas vezes), mas ambos não tiveram toque final na hora do arremate. Teria sido pior se o árbitro marcasse o pênalti de Neneca em Adriano. Primeiro, o camisa um empurrou o atacante. Em seguida, acertou uma joelhada no rival na linha de fundo. Só recebeu cartão amarelo.

Na segunda fase, o Santo André manteve a persistência, mas os anfitriões pegaram a defesa desatenta, aos 19 minutos, no cruzamento de Jael na cabeça de Adriano, indefensável: 1 a 0. Aos 31, Marques completou a bela jogada individual de Rychely (o melhor do sistema ofensivo): 1 a 1. Aos 39, Rychely reprisou a imagem anterior para Marques conferir: 2 a 1. Era muito tarde. A casa já havia caído.

 

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