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CBT planeja formar mais tenistas top 40 até Jogos do Rio em 2016



04/11/2009 | 07:00


Um é pouco, dois é bom e três Thomaz Bellucci está longe de ser demais. É esse o pensamento e o trabalho de formação de novos atletas que Emílio Sanchez, coordenador técnico da CBT (Confederação Brasileira de Tênis), espera realizar até o Rio 2016.

Em uma das suas raras visitas ao País, o espanhol comemorou o 37º Lugar do ranking alcançado pelo número um do Brasil, mas adiantou que, para os Jogos Olímpicos do Rio, é preciso preparar outros nomes que possam ganhar medalhas.

Ex-número sete do ranking e atual técnico campeão da Copa Davis, Sanchez sabe bem das dificuldades do circuito profissional. Para isso, quer mais suporte técnico para Bellucci, de apenas 21 anos, além de maior organização para os iniciantes.

"O Bellucci estará na Olimpíada em seu melhor momento. Se continuar com esta progressão, terá de ser o líder dos outros. Se todos nós trabalharmos bem, ele deverá ser o espelho para os outros cinco, seis jogadores", disse Sanchez, durante o 5º Simpósio Internacional de Tênis, realizado no fim de semana, em São Paulo.

Apesar de toda a disposição, o espanhol sabe que a missão não é fácil. Mesmo assim, repete o discurso até do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, de que não quer que o Brasil realize uma olimpíada para que os outros venham ganhar medalha. "É um trabalho de longo prazo. Não se pode jogar por jogar, tem de jogar para ganhar", afirmou Sanchez.

O espanhol lembrou os bons tempos em que Gustavo Kuerten brilhava nas quadras e alavancava os companheiros de equipe. O mesmo acontece na Espanha, que além de Rafael Nadal, tem outros três tenistas - Fernando Verdasco, Tommy Robredo e David Ferrer - entre os 20 melhores do mundo.



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CBT planeja formar mais tenistas top 40 até Jogos do Rio em 2016


04/11/2009 | 07:00


Um é pouco, dois é bom e três Thomaz Bellucci está longe de ser demais. É esse o pensamento e o trabalho de formação de novos atletas que Emílio Sanchez, coordenador técnico da CBT (Confederação Brasileira de Tênis), espera realizar até o Rio 2016.

Em uma das suas raras visitas ao País, o espanhol comemorou o 37º Lugar do ranking alcançado pelo número um do Brasil, mas adiantou que, para os Jogos Olímpicos do Rio, é preciso preparar outros nomes que possam ganhar medalhas.

Ex-número sete do ranking e atual técnico campeão da Copa Davis, Sanchez sabe bem das dificuldades do circuito profissional. Para isso, quer mais suporte técnico para Bellucci, de apenas 21 anos, além de maior organização para os iniciantes.

"O Bellucci estará na Olimpíada em seu melhor momento. Se continuar com esta progressão, terá de ser o líder dos outros. Se todos nós trabalharmos bem, ele deverá ser o espelho para os outros cinco, seis jogadores", disse Sanchez, durante o 5º Simpósio Internacional de Tênis, realizado no fim de semana, em São Paulo.

Apesar de toda a disposição, o espanhol sabe que a missão não é fácil. Mesmo assim, repete o discurso até do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, de que não quer que o Brasil realize uma olimpíada para que os outros venham ganhar medalha. "É um trabalho de longo prazo. Não se pode jogar por jogar, tem de jogar para ganhar", afirmou Sanchez.

O espanhol lembrou os bons tempos em que Gustavo Kuerten brilhava nas quadras e alavancava os companheiros de equipe. O mesmo acontece na Espanha, que além de Rafael Nadal, tem outros três tenistas - Fernando Verdasco, Tommy Robredo e David Ferrer - entre os 20 melhores do mundo.

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