Fechar
Publicidade

Domingo, 8 de Dezembro

|

Max º Min º
Clima da Região Trânsito Assine Clube do Assinante Diário Virtual Login

Política

politica@dgabc.com.br | 4435-8391

PPS quer Marinho acionado por improbidade

Ao MP, partido diz que prefeito de S.Bernardo e Cleuza têm responsabilidades sobre indício de fraude


Raphael Rocha
Do Diário do Grande ABC

12/04/2014 | 07:13


O PPS de São Bernardo protocolou representação no Ministério Público solicitando que o prefeito Luiz Marinho (PT) e a secretária de Educação, Cleuza Repulho (PT), sejam acionados por improbidade administrativa e sejam afastados de seus cargos.


A alegação da legenda é a de que há elementos suficientes para incriminar os petistas após o Gaeco ABC (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado), do Ministério Público, ajuizar ação penal contra Cleuza por fraude às licitações para compra de tênis e mochilas à rede de ensino em 2009.


Assinado pelo presidente da sigla na cidade, o vereador Marcelo Lima, o documento indica que a permanência de Marinho e de Cleuza em seus postos públicos “perturba de qualquer sorte a coleta de provas e o bom andamento do processo”. O PPS cita, além dos editais para compra de tênis e mochilas, as atas de registro de preço dos uniformes e kits escolares.


“É um instrumento que temos para poder investigar, pois não conseguimos ainda instalar a CPI dos Uniformes”, justificou Marcelo Lima. O requerimento para instauração da CPI dos Uniformes conta com oito assinaturas.

Precisa de dez para ir ao plenário e, posteriormente, necessita ser avalizado por pelo menos 15 parlamentares. A bancada de oposição é representada por oito vereadores e apenas um governista aderiu ao pedido de apuração. José Alves da Silva, o Índio (PR), assinou o requerimento no mês passado; o oposicionista Hiroyuki Minami (PSDB) ainda não rubricou o documento.


Na peça encaminhada ao MP, o PPS alegou haver indícios de prejuízo ao erário e enriquecimento ilícito das partes citadas. “Apontamos existência de improbidade administrativa, fraude em licitação, enriquecimento ilícito e favorecimento no certame para aquisição de kits escolares”, argumentou o partido.


Na quarta-feira, o juiz André Gustavo Cividanes Furlan, da 2ª Vara Criminal de São Bernardo, aceitou denúncia oferecida pelo Gaeco ABC contra Cleuza, o ex-consultor de Educação Sérgio Moreira, três procuradores municipais e 15 empresários. Os crimes citados são formação de quadrilha, uso de documentação falsificada, dispensa ilegal de licitação, abertura de possibilidade de modificação de contrato sem autorização e peculato (apropriação indébita de dinheiro público).
 



Comentários

Atenção! Os comentários do site são via Facebook. Lembre-se de que o comentário é de inteira responsabilidade do autor e não expressa a opinião do jornal. Comentários que violem a lei, a moral e os bons costumes ou violem direitos de terceiros poderão ser denunciados pelos usuários e sua conta poderá ser banida.

PPS quer Marinho acionado por improbidade

Ao MP, partido diz que prefeito de S.Bernardo e Cleuza têm responsabilidades sobre indício de fraude

Raphael Rocha
Do Diário do Grande ABC

12/04/2014 | 07:13


O PPS de São Bernardo protocolou representação no Ministério Público solicitando que o prefeito Luiz Marinho (PT) e a secretária de Educação, Cleuza Repulho (PT), sejam acionados por improbidade administrativa e sejam afastados de seus cargos.


A alegação da legenda é a de que há elementos suficientes para incriminar os petistas após o Gaeco ABC (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado), do Ministério Público, ajuizar ação penal contra Cleuza por fraude às licitações para compra de tênis e mochilas à rede de ensino em 2009.


Assinado pelo presidente da sigla na cidade, o vereador Marcelo Lima, o documento indica que a permanência de Marinho e de Cleuza em seus postos públicos “perturba de qualquer sorte a coleta de provas e o bom andamento do processo”. O PPS cita, além dos editais para compra de tênis e mochilas, as atas de registro de preço dos uniformes e kits escolares.


“É um instrumento que temos para poder investigar, pois não conseguimos ainda instalar a CPI dos Uniformes”, justificou Marcelo Lima. O requerimento para instauração da CPI dos Uniformes conta com oito assinaturas.

Precisa de dez para ir ao plenário e, posteriormente, necessita ser avalizado por pelo menos 15 parlamentares. A bancada de oposição é representada por oito vereadores e apenas um governista aderiu ao pedido de apuração. José Alves da Silva, o Índio (PR), assinou o requerimento no mês passado; o oposicionista Hiroyuki Minami (PSDB) ainda não rubricou o documento.


Na peça encaminhada ao MP, o PPS alegou haver indícios de prejuízo ao erário e enriquecimento ilícito das partes citadas. “Apontamos existência de improbidade administrativa, fraude em licitação, enriquecimento ilícito e favorecimento no certame para aquisição de kits escolares”, argumentou o partido.


Na quarta-feira, o juiz André Gustavo Cividanes Furlan, da 2ª Vara Criminal de São Bernardo, aceitou denúncia oferecida pelo Gaeco ABC contra Cleuza, o ex-consultor de Educação Sérgio Moreira, três procuradores municipais e 15 empresários. Os crimes citados são formação de quadrilha, uso de documentação falsificada, dispensa ilegal de licitação, abertura de possibilidade de modificação de contrato sem autorização e peculato (apropriação indébita de dinheiro público).
 

Ao acessar você concorda com a nossa Política de Privacidade.


Para continuar, faça o seu login:


  • Aceito receber novidades e ofertas do Diário do Grande ABC e parceiros por
    correio eletrônico, mala direta, SMS ou outros meios de comunicação.


Ou acesse todo o conteúdo de forma ilimitada:

Veja como ter acesso a todo o conteúdo de forma ilimitada:

Copyright © 1995-2017 - Todos direitos reservados

;