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Com acesso garantido, Palmeiras faz testes no Paraná



02/11/2013 | 07:00


Pela primeira vez na temporada, o Palmeiras entra em campo sem nenhuma grande pressão. O objetivo principal em 2013, o retorno à elite do futebol brasileiro, foi conseguido na rodada passada da Série B e por mais que atletas, diretoria e comissão técnica falem o contrário, o fato é que o relaxamento será natural. Falta o título do campeonato, mas ele deverá ser conquistado sem esforços. Assim, o futuro e a situação do técnico Gilson Kleina passa a ser o assunto do momento. Mais até do o jogo contra o Paraná, neste sábado, a partir das 16h20, no Estádio Durival de Britto, em Curitiba.

A direção palmeirense está próxima de definir o que vai fazer com o treinador. A indecisão é grande, mas a questão financeira e a vontade do elenco podem pesar. O presidente Paulo Nobre e o diretor executivo José Carlos Brunoro ficaram surpresos em ver a comoção e o apoio que o treinador recebeu dos jogadores, até mesmo de quem tem atuado pouco.

Além disso, a direção ainda não conseguiu encontrar um treinador que ela entenda ser melhor opção do que Gilson Kleina e que não queira um salário estratosférico, sob o ponto de vista de um clube com as finanças combalidas. Abel Braga, Ney Franco e Dorival Júnior são alguns dos nomes que rondam o Palmeiras, mas a questão financeira emperra o negócio.

Paulo Nobre anunciou, após o jogo do acesso no sábado passado, que chamaria o treinador para conversar nesta semana, algo que não aconteceu. "Não fui procurado e nem vou estipular data. O que posso dizer é que não cheguei ontem ao futebol e, quando vim para o Palmeiras, nem cheguei com espírito aventureiro. Vim com um objetivo que tinha começo, meio e fim. O começo foi ruim e caímos, mas no fim conseguimos o acesso, que era o grande objetivo", disse Gilson Kleina.

TESTES - Enquanto aguarda a definição sobre o seu futuro, Gilson Kleina monta o time para as rodadas restantes na Série B. Neste sábado, diante do Paraná, ele aproveita para fazer alguns testes defensivos. O volante uruguaio Eguren e o lateral-esquerdo Marcelo Oliveira entram, respectivamente, nos lugares de Vinícius e Juninho. Já o atacante Leandro, que cumpriu suspensão na rodada passada, volta na vaga de Ananias.

Assim, o esquema tático 4-3-3 dá espaço ao 4-4-2, agora com três volantes (Eguren, Márcio Araújo e Wesley). A ideia é reforçar a marcação e apostar no contra-ataque, já que o Paraná luta para voltar ao G4 e deve ir ao ataque.

Fica a expectativa para a condição de Valdivia. O meia chileno reclamou na quinta-feira que não joga mais tempo porque Gilson Kleina resolvia tirá-lo de campo em todos os jogos. Nesta sexta, o treinador respondeu. "O planejamento era recuperá-lo e ele sabe disso. Ele tem condições de atuar 90 minutos agora porque fizemos o planejamento bem feito. Assumo a culpa por ele não jogar mais, mas preferimos tê-lo menos tempo em campo, mas em todos os jogos", minimizou.



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Com acesso garantido, Palmeiras faz testes no Paraná


02/11/2013 | 07:00


Pela primeira vez na temporada, o Palmeiras entra em campo sem nenhuma grande pressão. O objetivo principal em 2013, o retorno à elite do futebol brasileiro, foi conseguido na rodada passada da Série B e por mais que atletas, diretoria e comissão técnica falem o contrário, o fato é que o relaxamento será natural. Falta o título do campeonato, mas ele deverá ser conquistado sem esforços. Assim, o futuro e a situação do técnico Gilson Kleina passa a ser o assunto do momento. Mais até do o jogo contra o Paraná, neste sábado, a partir das 16h20, no Estádio Durival de Britto, em Curitiba.

A direção palmeirense está próxima de definir o que vai fazer com o treinador. A indecisão é grande, mas a questão financeira e a vontade do elenco podem pesar. O presidente Paulo Nobre e o diretor executivo José Carlos Brunoro ficaram surpresos em ver a comoção e o apoio que o treinador recebeu dos jogadores, até mesmo de quem tem atuado pouco.

Além disso, a direção ainda não conseguiu encontrar um treinador que ela entenda ser melhor opção do que Gilson Kleina e que não queira um salário estratosférico, sob o ponto de vista de um clube com as finanças combalidas. Abel Braga, Ney Franco e Dorival Júnior são alguns dos nomes que rondam o Palmeiras, mas a questão financeira emperra o negócio.

Paulo Nobre anunciou, após o jogo do acesso no sábado passado, que chamaria o treinador para conversar nesta semana, algo que não aconteceu. "Não fui procurado e nem vou estipular data. O que posso dizer é que não cheguei ontem ao futebol e, quando vim para o Palmeiras, nem cheguei com espírito aventureiro. Vim com um objetivo que tinha começo, meio e fim. O começo foi ruim e caímos, mas no fim conseguimos o acesso, que era o grande objetivo", disse Gilson Kleina.

TESTES - Enquanto aguarda a definição sobre o seu futuro, Gilson Kleina monta o time para as rodadas restantes na Série B. Neste sábado, diante do Paraná, ele aproveita para fazer alguns testes defensivos. O volante uruguaio Eguren e o lateral-esquerdo Marcelo Oliveira entram, respectivamente, nos lugares de Vinícius e Juninho. Já o atacante Leandro, que cumpriu suspensão na rodada passada, volta na vaga de Ananias.

Assim, o esquema tático 4-3-3 dá espaço ao 4-4-2, agora com três volantes (Eguren, Márcio Araújo e Wesley). A ideia é reforçar a marcação e apostar no contra-ataque, já que o Paraná luta para voltar ao G4 e deve ir ao ataque.

Fica a expectativa para a condição de Valdivia. O meia chileno reclamou na quinta-feira que não joga mais tempo porque Gilson Kleina resolvia tirá-lo de campo em todos os jogos. Nesta sexta, o treinador respondeu. "O planejamento era recuperá-lo e ele sabe disso. Ele tem condições de atuar 90 minutos agora porque fizemos o planejamento bem feito. Assumo a culpa por ele não jogar mais, mas preferimos tê-lo menos tempo em campo, mas em todos os jogos", minimizou.

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