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A nova presidente do Brasil e o esporte

Pouco se espera da nova presidenta da República em relação ao esporte e seria a mesma coisa se Serra tivesse sido eleito


Especial para o Diário

02/11/2010 | 00:00


Pouco se espera da nova presidenta da República em relação ao esporte e seria a mesma coisa se Serra tivesse sido eleito.
O setor sempre teve a segunda menor participação no orçamento. Perde apenas para a Cultura.
Normalmente, o Ministério dos Esportes é moeda de troca com partidos menores que apoiam o Planalto nas votações do Congresso. Agora mesmo quem dirige a pasta é o sempre guloso PCdoB.
A tradição dos últimos governos, de todas as tendências, foi não prestigiar o esporte. O que não deixa de ser lamentável.
O esporte pode ser um importante braço da Educação e até hoje os políticos não entenderam isso.
COPA E OLIMPÍADA - Com a vitória de Dilma Rousseff o planejamento desenhado pelo governo federal visando a Copa de 2014 e a Olimpíada do Rio de Janeiro não deverá sofrer mudanças.
Quem sai fortalecido é Orlando Silva. Ele ficou no Ministério dos Esportes a pedido de Lula. Seus planos de se candidatar a uma cadeira na Câmara dos Deputados foram adiados.
Isso não significa que ele está garantido no cargo. Mas acena que não será abandonado por seu partido, o PCdoB e por Dilma.
Muita coisa precisa ser feita no Brasil. Vamos torcer para dar certo.
NARIZ DE PALHAÇO - Fazia tempo que eu não via a imprensa unida e marcando posição. Os repórteres que trabalharam sábado em Barueri mostraram seu inconformismo com o tratamento recente recebido pelo técnico do Palmeiras, Luiz Felipe Scolari.
Já falamos sobre o assunto e reiteramos que o ideal seria um relacionamento mais profissional e civilizado entre as partes.
O treinador, que ficou nove anos na Europa, deve ter percebido que se ele se comportasse assim por lá, não arrumaria trabalho nem por alguns meses.
Após a vitória sobre o Goiás por 3 a 2, como se esperava, Felipão não quis participar da habitual entrevista coletiva.
Está estabelecido o racha. E todos sabemos, por experiências anteriores, que radicalismo não leva a nada.



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A nova presidente do Brasil e o esporte

Pouco se espera da nova presidenta da República em relação ao esporte e seria a mesma coisa se Serra tivesse sido eleito

Especial para o Diário

02/11/2010 | 00:00


Pouco se espera da nova presidenta da República em relação ao esporte e seria a mesma coisa se Serra tivesse sido eleito.
O setor sempre teve a segunda menor participação no orçamento. Perde apenas para a Cultura.
Normalmente, o Ministério dos Esportes é moeda de troca com partidos menores que apoiam o Planalto nas votações do Congresso. Agora mesmo quem dirige a pasta é o sempre guloso PCdoB.
A tradição dos últimos governos, de todas as tendências, foi não prestigiar o esporte. O que não deixa de ser lamentável.
O esporte pode ser um importante braço da Educação e até hoje os políticos não entenderam isso.
COPA E OLIMPÍADA - Com a vitória de Dilma Rousseff o planejamento desenhado pelo governo federal visando a Copa de 2014 e a Olimpíada do Rio de Janeiro não deverá sofrer mudanças.
Quem sai fortalecido é Orlando Silva. Ele ficou no Ministério dos Esportes a pedido de Lula. Seus planos de se candidatar a uma cadeira na Câmara dos Deputados foram adiados.
Isso não significa que ele está garantido no cargo. Mas acena que não será abandonado por seu partido, o PCdoB e por Dilma.
Muita coisa precisa ser feita no Brasil. Vamos torcer para dar certo.
NARIZ DE PALHAÇO - Fazia tempo que eu não via a imprensa unida e marcando posição. Os repórteres que trabalharam sábado em Barueri mostraram seu inconformismo com o tratamento recente recebido pelo técnico do Palmeiras, Luiz Felipe Scolari.
Já falamos sobre o assunto e reiteramos que o ideal seria um relacionamento mais profissional e civilizado entre as partes.
O treinador, que ficou nove anos na Europa, deve ter percebido que se ele se comportasse assim por lá, não arrumaria trabalho nem por alguns meses.
Após a vitória sobre o Goiás por 3 a 2, como se esperava, Felipão não quis participar da habitual entrevista coletiva.
Está estabelecido o racha. E todos sabemos, por experiências anteriores, que radicalismo não leva a nada.

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