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Santos se reabilita na Vila Belmiro


Fernando Cappelli
Do Diário do Grande ABC

24/03/2011 | 00:27


Sem Neymar e Elano, o Santos ainda tem Paulo Henrique Ganso. Mesmo em meio à polêmica sobre a possível saída do clube, o meia mostrou regularidade e foi o diferencial para construir a vitória por 3 a 1 sobre o Mogi Mirim, nesta quarta-feira à noite, na Vila Belmiro, pelo Paulista. O Peixe, que agora tem 31 pontos - o adversário soma 18 -, se reabilitou da derrota por 2 a 1 para o Bragantino, sábado, em Bragança Paulista.

O time da Baixada logo se impôs e acuou o Sapão no campo defensivo. Na base do abafa, precisou de apenas seis minutos para aproveitar brecha na defesa e abrir o marcador: Ganso colocou Zé Eduardo na cara do gol e o atacante concluiu com precisão: 1 a 0.

O domínio da posse da bola do Peixe seguiu mesmo com a vantagem. Assustado, o Mogi ofereceu pouca resistência.

Melhor desarticulador da equipe da casa, Ganso deixou os companheiros na cara do gol diversas vezes. Mas a falta de pontaria foi predominante.

Da metade da etapa para frente, o time do Interior encaixou a marcação. Com isso, brecou o toque de bola santista e passou mais tempo no ataque. Aos 35, Maisena cobrou falta perigosa no canto direito, e Rafael defendeu.

No segundo tempo, a impressão de goleada deixada pelo Peixe nos primeiros instantes da partida voltou. Logo aos três minutos, Pará invadiu a área e mandou a bomba. O goleiro rebateu nos pés de Keirrison, que teve tempo de limpar a jogada para fazer 2 a 0.

Se com a desvantagem mínima os visitantes já se comportavam como meros coadjuvantes, com o placar mais dilatado as coisas pioraram. A saída então foi esperar os contragolpes e arriscar de longe. Aos 20 minutos, Denílson bateu rasteiro e Rafael espalmou.

Um minuto depois, Keirrison deu o troco ao receber bom passe e fuzilar na trave.

O susto do Peixe veio em seguida. Cristiano venceu a zaga, bateu rasteiro e fez 2 a 1.

Mas a reação durou pouco. Na jogada seguinte, Ganso cruzou para Edu Dracena desviar de cabeça e decretar os 3 a 1.

Daí para frente, o Santos se limitou a administrar o marcador. O Mogi Mirim também pareceu conformado com o placar adverso. E foi só.



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Santos se reabilita na Vila Belmiro

Fernando Cappelli
Do Diário do Grande ABC

24/03/2011 | 00:27


Sem Neymar e Elano, o Santos ainda tem Paulo Henrique Ganso. Mesmo em meio à polêmica sobre a possível saída do clube, o meia mostrou regularidade e foi o diferencial para construir a vitória por 3 a 1 sobre o Mogi Mirim, nesta quarta-feira à noite, na Vila Belmiro, pelo Paulista. O Peixe, que agora tem 31 pontos - o adversário soma 18 -, se reabilitou da derrota por 2 a 1 para o Bragantino, sábado, em Bragança Paulista.

O time da Baixada logo se impôs e acuou o Sapão no campo defensivo. Na base do abafa, precisou de apenas seis minutos para aproveitar brecha na defesa e abrir o marcador: Ganso colocou Zé Eduardo na cara do gol e o atacante concluiu com precisão: 1 a 0.

O domínio da posse da bola do Peixe seguiu mesmo com a vantagem. Assustado, o Mogi ofereceu pouca resistência.

Melhor desarticulador da equipe da casa, Ganso deixou os companheiros na cara do gol diversas vezes. Mas a falta de pontaria foi predominante.

Da metade da etapa para frente, o time do Interior encaixou a marcação. Com isso, brecou o toque de bola santista e passou mais tempo no ataque. Aos 35, Maisena cobrou falta perigosa no canto direito, e Rafael defendeu.

No segundo tempo, a impressão de goleada deixada pelo Peixe nos primeiros instantes da partida voltou. Logo aos três minutos, Pará invadiu a área e mandou a bomba. O goleiro rebateu nos pés de Keirrison, que teve tempo de limpar a jogada para fazer 2 a 0.

Se com a desvantagem mínima os visitantes já se comportavam como meros coadjuvantes, com o placar mais dilatado as coisas pioraram. A saída então foi esperar os contragolpes e arriscar de longe. Aos 20 minutos, Denílson bateu rasteiro e Rafael espalmou.

Um minuto depois, Keirrison deu o troco ao receber bom passe e fuzilar na trave.

O susto do Peixe veio em seguida. Cristiano venceu a zaga, bateu rasteiro e fez 2 a 1.

Mas a reação durou pouco. Na jogada seguinte, Ganso cruzou para Edu Dracena desviar de cabeça e decretar os 3 a 1.

Daí para frente, o Santos se limitou a administrar o marcador. O Mogi Mirim também pareceu conformado com o placar adverso. E foi só.

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