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Segundo dia de prova foi tranquilo na região

Nario Barbosa/DGABC  Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Estudantes responderam a 90 questões de Matemática e Ciências da Natureza e suas Tecnologias


Aline Melo
Do Diário do Grande ABC

12/11/2018 | 07:00


 Apesar do grande número de participantes, foi em clima de tranquilidade que transcorreu o segundo dia do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) no Grande ABC, ontem. Segundo o Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira), 88.502 pessoas se inscreveram para a edição de 2018 do exame na região. Os estudantes tiveram cinco horas para fazer as provas de Matemática e suas Tecnologias e Ciências da Natureza e suas Tecnologias. Em todo o País, 29,2% dos mais de 5 milhões de inscritos faltaram ao exame.

No entorno da FSA (Fundação Santo André), o trânsito ficou complicado e candidatos tiveram de fazer parte do percusso até a entrada da instituição a pé. A estudante Isabela Lima, 18 anos, vai tentar uma vaga em curso de Arquitetura. A jovem acredita que não foi bem no primeiro dia de prova, realizado no domingo passado. “Achei muito cansativo e fiquei um pouco desconcentrada”, explicou. Moradora do Jardim Silvana, Mayara Maria da Silva, 19, fez o exame pela quarta vez. Disputando uma vaga para cursar Química, a estudante se sente preparada. “Das outras vezes, foi para testar e eu ainda não tinha certeza sobre o curso que queria fazer”, justificou.

Ao fim da prova, estudantes consideraram a avaliação do segundo dia mais difícil do que a do primeiro. Edrien Domingos, 19, fez o exame pela segunda vez, após não alcançar os pontos necessários para cursar Psicologia no ano passado. “Achei a de Matemática mais difícil do que em 2017 e, neste ano, a prova de humanas me pareceu mais tranquila”, afirmou.

APOIO

Muitos pais passaram horas aguardando os filhos na porta das instituições onde as provas foram realizadas. A costureira Lionete Cruz, 40, chegou com o filho Anderson, 16, às 10h30 na Universidade Anhanguera, para a prova que começava 13h. “Ele estava com medo de perder, aí chegamos cedo. Domingo passado terminou 18h30, vou ficar até o fim também”, considerou. O jovem fez o exame apenas como treineiro, pois ainda cursa o Ensino Médio.

     


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Segundo dia de prova foi tranquilo na região

Estudantes responderam a 90 questões de Matemática e Ciências da Natureza e suas Tecnologias

Aline Melo
Do Diário do Grande ABC

12/11/2018 | 07:00


 Apesar do grande número de participantes, foi em clima de tranquilidade que transcorreu o segundo dia do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) no Grande ABC, ontem. Segundo o Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira), 88.502 pessoas se inscreveram para a edição de 2018 do exame na região. Os estudantes tiveram cinco horas para fazer as provas de Matemática e suas Tecnologias e Ciências da Natureza e suas Tecnologias. Em todo o País, 29,2% dos mais de 5 milhões de inscritos faltaram ao exame.

No entorno da FSA (Fundação Santo André), o trânsito ficou complicado e candidatos tiveram de fazer parte do percusso até a entrada da instituição a pé. A estudante Isabela Lima, 18 anos, vai tentar uma vaga em curso de Arquitetura. A jovem acredita que não foi bem no primeiro dia de prova, realizado no domingo passado. “Achei muito cansativo e fiquei um pouco desconcentrada”, explicou. Moradora do Jardim Silvana, Mayara Maria da Silva, 19, fez o exame pela quarta vez. Disputando uma vaga para cursar Química, a estudante se sente preparada. “Das outras vezes, foi para testar e eu ainda não tinha certeza sobre o curso que queria fazer”, justificou.

Ao fim da prova, estudantes consideraram a avaliação do segundo dia mais difícil do que a do primeiro. Edrien Domingos, 19, fez o exame pela segunda vez, após não alcançar os pontos necessários para cursar Psicologia no ano passado. “Achei a de Matemática mais difícil do que em 2017 e, neste ano, a prova de humanas me pareceu mais tranquila”, afirmou.

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Muitos pais passaram horas aguardando os filhos na porta das instituições onde as provas foram realizadas. A costureira Lionete Cruz, 40, chegou com o filho Anderson, 16, às 10h30 na Universidade Anhanguera, para a prova que começava 13h. “Ele estava com medo de perder, aí chegamos cedo. Domingo passado terminou 18h30, vou ficar até o fim também”, considerou. O jovem fez o exame apenas como treineiro, pois ainda cursa o Ensino Médio.

     

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