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Chiquinho do Zaíra considera concorrer ao Paço de Mauá

Marina Brandão/Arquivo DGABC  Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Candidato a deputado mais votado na cidade, vereador diz que decidirá futuro em janeiro


Daniel Tossato
Do Diário do Grande ABC

12/11/2018 | 07:00


Candidato a deputado estadual mais bem votado em Mauá, Chiquinho do Zaíra (Avante) revelou que existe possibilidade de disputar o Executivo da cidade em 2020. Segundo o vereador, sua votação o credencia para a corrida. “Ainda tenho que discutir a situação com meu grupo políticos, mas a possibilidade existe.”

Em Mauá, o vereador obteve 27.888 votos no pleito deste ano. Apesar de não conseguir uma cadeira na Assembleia, Chiquinho é o primeiro suplente do Avante. “Acreditamos que o partido faria dois deputados na Assembleia, mas infelizmente isso não ocorreu. Precisamos debater com a sigla quais serão as diretrizes a partir de agora”, alegou.

O Avante conseguiu uma vaga na Assembleia com Sargento Neri, que recebeu 34.238 votos. Policial militar, Sargento Neri disputou, também, as eleições de 2014, mas pelo PTB, e não foi eleito.

Chiquinho já se candidatou a prefeito da cidade em duas oportunidades. A primeira foi em 2004, quando perdeu já no primeiro turno da eleição. Em 2008, retornou às urnas como candidato ao Executivo e levou o pleito ao segundo turno obtendo 93.382 votos. Perdeu a disputa para o ex-prefeito Oswaldo Dias (PT).

O vereador já atuou no primeiro escalão do governo do ex-prefeito Leonel Damo (2005 a 2008). À época, Chiquinho foi secretário de Governo e superintendente da Sama (Saneamento Básico do Município de Mauá).

Sobre a situação de ter ficado de fora da Assembleia, o vereador é mais um dos políticos da região que culpou fatores imprevistos. “Essa eleição foi muito atípica. A população votou muito em branco ou anulou o voto. Eu senti que o eleitor quis passar um recado aos políticos de hoje”, argumentou ele.

Nas eleições deste ano, o número de eleitores ausentes em todo Brasil chegou a 21,5%. Em 2014, por exemplo, este úmero foi de 19,3%.

Apesar de admitir a possibilidade de sair como candidato, Chiquinho afirmou que irá sentar com seu grupo político para tentar bater o martelo já nos primeiros dias de janeiro de 2019. “Não faço nada sozinho. Vou conversar com meu grupo e debateremos toda a situação política”, declarou. 



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Chiquinho do Zaíra considera concorrer ao Paço de Mauá

Candidato a deputado mais votado na cidade, vereador diz que decidirá futuro em janeiro

Daniel Tossato
Do Diário do Grande ABC

12/11/2018 | 07:00


Candidato a deputado estadual mais bem votado em Mauá, Chiquinho do Zaíra (Avante) revelou que existe possibilidade de disputar o Executivo da cidade em 2020. Segundo o vereador, sua votação o credencia para a corrida. “Ainda tenho que discutir a situação com meu grupo políticos, mas a possibilidade existe.”

Em Mauá, o vereador obteve 27.888 votos no pleito deste ano. Apesar de não conseguir uma cadeira na Assembleia, Chiquinho é o primeiro suplente do Avante. “Acreditamos que o partido faria dois deputados na Assembleia, mas infelizmente isso não ocorreu. Precisamos debater com a sigla quais serão as diretrizes a partir de agora”, alegou.

O Avante conseguiu uma vaga na Assembleia com Sargento Neri, que recebeu 34.238 votos. Policial militar, Sargento Neri disputou, também, as eleições de 2014, mas pelo PTB, e não foi eleito.

Chiquinho já se candidatou a prefeito da cidade em duas oportunidades. A primeira foi em 2004, quando perdeu já no primeiro turno da eleição. Em 2008, retornou às urnas como candidato ao Executivo e levou o pleito ao segundo turno obtendo 93.382 votos. Perdeu a disputa para o ex-prefeito Oswaldo Dias (PT).

O vereador já atuou no primeiro escalão do governo do ex-prefeito Leonel Damo (2005 a 2008). À época, Chiquinho foi secretário de Governo e superintendente da Sama (Saneamento Básico do Município de Mauá).

Sobre a situação de ter ficado de fora da Assembleia, o vereador é mais um dos políticos da região que culpou fatores imprevistos. “Essa eleição foi muito atípica. A população votou muito em branco ou anulou o voto. Eu senti que o eleitor quis passar um recado aos políticos de hoje”, argumentou ele.

Nas eleições deste ano, o número de eleitores ausentes em todo Brasil chegou a 21,5%. Em 2014, por exemplo, este úmero foi de 19,3%.

Apesar de admitir a possibilidade de sair como candidato, Chiquinho afirmou que irá sentar com seu grupo político para tentar bater o martelo já nos primeiros dias de janeiro de 2019. “Não faço nada sozinho. Vou conversar com meu grupo e debateremos toda a situação política”, declarou. 

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