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Esporte em 2º plano para candidatos

Postulantes à Presidência e Estado têm poucas propostas para a Pasta, que pode não ter mais ministério


Dérek Bittencourt

27/10/2018 | 07:00


A corrida eleitoral para Presidência e governo do Estado chega à reta final e não há assunto mais comentado pelo País. Amanhã, entre 8h e 17h, os brasileiros vão às urnas definir quais serão os governantes a partir de 1º de janeiro de 2019. E, entre as propostas dos postulantes aos cargos máximos tanto em nível federal quanto estadual, o que está previsto ao Esporte?

Pesquisamos os planos de governo de Fernando Haddad (PT) e Jair Bolsonaro (PSL), que disputam a Presidência, além de Márcio França (PSB) e João Doria (PSDB) – veja ao lado os tópicos apresentados por cada um deles – e chegamos a algumas constatações: o Esporte (quando presente ou citado) está em segundo plano.

De acordo com o artigo 217 da Constituição Federal de 1988, “é dever do Estado fomentar práticas desportivas formais e não formais, como direito de cada um”. Entretanto, os candidatos à República não tratam do assunto de maneira igualitária – ao menos em seus projetos registrados junto ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral).

Fernando Haddad, por exemplo, exalta os investimentos de seus antecessores – e colegas de partido – Lula e Dilma Rousseff, que trouxeram ao País a Copa das Confederações (2013), a Copa do Mundo (2014) e os Jogos Olímpicos e Paraolímpicos (2016). E propõe investir em equipamentos, fortalecimento de programas, como o Plano Medalhas e o Bolsa Atleta, criação da Universidade do Esporte e modernização da gestão do futebol, inclusive o feminino.
Já no plano de governo de Jair Bolsonaro não há nenhuma citação ao Esporte. Aliás, sequer à palavra ‘lazer’ – se visto de outro ponto – é mencionada pelo presidenciável. Inclusive, em uma reforma ministerial, é possível imaginar a extinção ou fusão do Ministério do Esporte.

No eixo estadual, o plano de Márcio França fala em incentivo às “práticas esportivas formais e não formais, o lazer como direito de todos e forma de integração social”, trazendo propostas mais direcionadas.

João Doria, por sua vez, traz no planejamento ideias sem tanto aprofundamento, com projetos amplos, mas salienta que “a queda de receita do Estado acarretou dificuldades na gestão pública dos Esportes”, mas ressalta a importância sobre a “formação do jovem”.

Atletas se manifestam e dividem apoio a presidenciáveis

Atletas brasileiros se posicionaram para o segundo turno das eleições, que em determinados casos causaram problemas ou constrangimentos. Ronaldinho Gaúcho e Rivaldo, por exemplo, externaram apoio a Jair Bolsonaro e geraram desagrado do Barcelona, que não compactua das ideias do candidato.

Outros favoráveis ao capitão da reserva são Neymar, Felipe Melo, Lucas Moura, Jadson, Edmundo, Cafu, Dagoberto, Falcão, Wallace, Maurício (ambos do vôlei), José Aldo, Royce Gracie, Wanderlei Silva (os três do MMA). Do outro lado, apoiam Fernando Haddad Ana Moser, Casagrande, Raí, Juninho Pernambucano, Paulo André e Joanna Maranhão. 



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Esporte em 2º plano para candidatos

Postulantes à Presidência e Estado têm poucas propostas para a Pasta, que pode não ter mais ministério

Dérek Bittencourt

27/10/2018 | 07:00


A corrida eleitoral para Presidência e governo do Estado chega à reta final e não há assunto mais comentado pelo País. Amanhã, entre 8h e 17h, os brasileiros vão às urnas definir quais serão os governantes a partir de 1º de janeiro de 2019. E, entre as propostas dos postulantes aos cargos máximos tanto em nível federal quanto estadual, o que está previsto ao Esporte?

Pesquisamos os planos de governo de Fernando Haddad (PT) e Jair Bolsonaro (PSL), que disputam a Presidência, além de Márcio França (PSB) e João Doria (PSDB) – veja ao lado os tópicos apresentados por cada um deles – e chegamos a algumas constatações: o Esporte (quando presente ou citado) está em segundo plano.

De acordo com o artigo 217 da Constituição Federal de 1988, “é dever do Estado fomentar práticas desportivas formais e não formais, como direito de cada um”. Entretanto, os candidatos à República não tratam do assunto de maneira igualitária – ao menos em seus projetos registrados junto ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral).

Fernando Haddad, por exemplo, exalta os investimentos de seus antecessores – e colegas de partido – Lula e Dilma Rousseff, que trouxeram ao País a Copa das Confederações (2013), a Copa do Mundo (2014) e os Jogos Olímpicos e Paraolímpicos (2016). E propõe investir em equipamentos, fortalecimento de programas, como o Plano Medalhas e o Bolsa Atleta, criação da Universidade do Esporte e modernização da gestão do futebol, inclusive o feminino.
Já no plano de governo de Jair Bolsonaro não há nenhuma citação ao Esporte. Aliás, sequer à palavra ‘lazer’ – se visto de outro ponto – é mencionada pelo presidenciável. Inclusive, em uma reforma ministerial, é possível imaginar a extinção ou fusão do Ministério do Esporte.

No eixo estadual, o plano de Márcio França fala em incentivo às “práticas esportivas formais e não formais, o lazer como direito de todos e forma de integração social”, trazendo propostas mais direcionadas.

João Doria, por sua vez, traz no planejamento ideias sem tanto aprofundamento, com projetos amplos, mas salienta que “a queda de receita do Estado acarretou dificuldades na gestão pública dos Esportes”, mas ressalta a importância sobre a “formação do jovem”.

Atletas se manifestam e dividem apoio a presidenciáveis

Atletas brasileiros se posicionaram para o segundo turno das eleições, que em determinados casos causaram problemas ou constrangimentos. Ronaldinho Gaúcho e Rivaldo, por exemplo, externaram apoio a Jair Bolsonaro e geraram desagrado do Barcelona, que não compactua das ideias do candidato.

Outros favoráveis ao capitão da reserva são Neymar, Felipe Melo, Lucas Moura, Jadson, Edmundo, Cafu, Dagoberto, Falcão, Wallace, Maurício (ambos do vôlei), José Aldo, Royce Gracie, Wanderlei Silva (os três do MMA). Do outro lado, apoiam Fernando Haddad Ana Moser, Casagrande, Raí, Juninho Pernambucano, Paulo André e Joanna Maranhão. 

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