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Sérgio do Prado encerra ciclo no Ramalhão

Ricardo Trida/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Anderson Fattori
Do Diário do Grande ABC

13/10/2017 | 07:00


Foram 18 anos, três passagens e muitas histórias, títulos, vitórias e derrotas. Mas chegou ao fim a relação entre Sérgio do Prado e o Santo André. Mesmo com acerto verbal com o ex-presidente Jairo Livolis, morto em setembro, para voltar em 2018, o dirigente ouviu dos atuais comandantes da agremiação que não há mais espaço para ele no clube e deu por encerrado o ciclo no Ramalhão.

“No jogo contra o Ituano (final do Troféu do Interior) recebi, a exemplo de 2015 e 2016, novo e honroso convite do ex-presidente Jairo Livolis para a temporada de 2018, na qual combinamos de falar quando eu voltasse do Campeonato Brasileiro (trabalhou no Botafogo-PB). No dia 23 de setembro, quando já estava em São Paulo, véspera da morte do Jairo, dei sequência ao assunto com as duas pessoas responsáveis pelo futebol: Celso Luiz de Almeida, presidente do conselho deliberativo, e Emerson Livolis, vice de futebol. Fui informado por ambos que não haveria mais espaço para mim no Santo André”, lamentou.

A decisão surpreendeu. “Principalmente porque neste último Paulistão fui feliz nas ações de trazer o volante Renato, do Palmeiras, que consertou nosso meio de campo a custo zero e também levar a pré-temporada para Vargem-MG, além de retornar as concentrações para Santo André. Estas ações resultaram em ganhos que pagaram meu contrato de 2017, pagariam o Paulistão de 2018 e sobraria dinheiro. Matemática não mente. Fatos não se apagam”, disse.

Mesmo trabalhando no Botafogo-PB, Sérgio do Prado, que acumula passagem de três anos pelo Palmeiras, já fazia planos para retornar ao Santo André. “Vinha enviando a todos do departamento de futebol mensagens de projetos para o Paulistão e lista de atletas que se destacavam no Nordeste e que poderiam interessar para possíveis contratações. Não havia resposta. Este desfecho já estava desenhado em relação ao fim de meu ciclo no clube. Era questão apenas de ouvir no momento certo, como de fato ocorreu”, desabafou. “Decisões devem respeitadas. Só me resta acatar, entender e tentar compreender esta nova situação.”

Por mais que esteja surpreso, Sérgio do Prado assume que mantém enorme carinho e que continuará torcendo pelo Santo André, além de agradecer às pessoas que fizeram parte da sua história no clube. “Encerramos, exatamente desta forma, convivência profissional na qual brotaram muitas conquistas e glórias jamais sonhadas por nenhum de nós. Os tropeços e fracassos foram poucos. O saldo foi exageradamente satisfatório. Valeu a pena viver isso tudo. Fica a minha gratidão eterna e de minha família ao ex-presidente Jairo Livolis, que me trouxe em 1992 e repetiu os convites nestes últimos três anos. Terei para sempre ótimas lembranças da cidade de Santo André e da torcida apaixonada do clube. Levo de aprendizado que o futebol deve ser mais subentendido do que entendido e que na vida temos mais é que jogar, porque os tombos serão inevitáveis”, finalizou. 



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Sérgio do Prado encerra ciclo no Ramalhão

Anderson Fattori
Do Diário do Grande ABC

13/10/2017 | 07:00


Foram 18 anos, três passagens e muitas histórias, títulos, vitórias e derrotas. Mas chegou ao fim a relação entre Sérgio do Prado e o Santo André. Mesmo com acerto verbal com o ex-presidente Jairo Livolis, morto em setembro, para voltar em 2018, o dirigente ouviu dos atuais comandantes da agremiação que não há mais espaço para ele no clube e deu por encerrado o ciclo no Ramalhão.

“No jogo contra o Ituano (final do Troféu do Interior) recebi, a exemplo de 2015 e 2016, novo e honroso convite do ex-presidente Jairo Livolis para a temporada de 2018, na qual combinamos de falar quando eu voltasse do Campeonato Brasileiro (trabalhou no Botafogo-PB). No dia 23 de setembro, quando já estava em São Paulo, véspera da morte do Jairo, dei sequência ao assunto com as duas pessoas responsáveis pelo futebol: Celso Luiz de Almeida, presidente do conselho deliberativo, e Emerson Livolis, vice de futebol. Fui informado por ambos que não haveria mais espaço para mim no Santo André”, lamentou.

A decisão surpreendeu. “Principalmente porque neste último Paulistão fui feliz nas ações de trazer o volante Renato, do Palmeiras, que consertou nosso meio de campo a custo zero e também levar a pré-temporada para Vargem-MG, além de retornar as concentrações para Santo André. Estas ações resultaram em ganhos que pagaram meu contrato de 2017, pagariam o Paulistão de 2018 e sobraria dinheiro. Matemática não mente. Fatos não se apagam”, disse.

Mesmo trabalhando no Botafogo-PB, Sérgio do Prado, que acumula passagem de três anos pelo Palmeiras, já fazia planos para retornar ao Santo André. “Vinha enviando a todos do departamento de futebol mensagens de projetos para o Paulistão e lista de atletas que se destacavam no Nordeste e que poderiam interessar para possíveis contratações. Não havia resposta. Este desfecho já estava desenhado em relação ao fim de meu ciclo no clube. Era questão apenas de ouvir no momento certo, como de fato ocorreu”, desabafou. “Decisões devem respeitadas. Só me resta acatar, entender e tentar compreender esta nova situação.”

Por mais que esteja surpreso, Sérgio do Prado assume que mantém enorme carinho e que continuará torcendo pelo Santo André, além de agradecer às pessoas que fizeram parte da sua história no clube. “Encerramos, exatamente desta forma, convivência profissional na qual brotaram muitas conquistas e glórias jamais sonhadas por nenhum de nós. Os tropeços e fracassos foram poucos. O saldo foi exageradamente satisfatório. Valeu a pena viver isso tudo. Fica a minha gratidão eterna e de minha família ao ex-presidente Jairo Livolis, que me trouxe em 1992 e repetiu os convites nestes últimos três anos. Terei para sempre ótimas lembranças da cidade de Santo André e da torcida apaixonada do clube. Levo de aprendizado que o futebol deve ser mais subentendido do que entendido e que na vida temos mais é que jogar, porque os tombos serão inevitáveis”, finalizou. 

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