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Diretoria da Portuguesa ainda tenta evitar leilão do estádio do Canindé



17/11/2016 | 06:48


A Portuguesa aguarda decisão do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo sobre o pedido para suspensão do leilão da área onde está localizado o estádio do Canindé, agendado para esta sexta-feira. O argumento do clube é que o terreno na região do Pari, na zona central da capital paulista, vale muito mais do que o preço estipulado pela Fidalgo Leilões.

O presidente Leandro Teixeira Duarte contratou um perito judicial que avaliou o terreno em R$ 360 milhões. O lance inicial do leilão é de R$ 74 milhões. O argumento foi similar ao utilizado pela Portuguesa para suspender o primeiro leilão, que aconteceria em 7 de novembro.

A ação que gerou o leilão foi impetrada pelo ex-jogador Tiago de Moraes Barcellos. Outros jogadores, entre eles o atacante Ricardo Oliveira, atualmente no Santos, e ex-atletas, como Rogério Pinheiro, também fazem parte do processo. A advogada Gislaine Nunes representa o grupo nesta ação e requer mais de R$ 55 milhões.

Após apresentarem ao clube um projeto para revitalização da área onde está o Canindé, Conexão 3 Desenvolvimento e Negócios e Planova Planejamento e Construções chegaram a negociar com a advogada, mas não conseguiram entrar em acordo. As empresas ofereceram até imóveis para o pagamento dos valores requeridos na ação.

Se conseguir adiar o leilão, embora o sentimento não seja de otimismo, a Portuguesa ganha tempo para escolher o caminho a seguir. O clube pode dar continuidade à negociação para efetivação de uma parceria ou optar pelo processo de tombamento do estádio. Os dois processos foram colocados em banho-maria para direcionar forças para evitar o leilão.



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Diretoria da Portuguesa ainda tenta evitar leilão do estádio do Canindé


17/11/2016 | 06:48


A Portuguesa aguarda decisão do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo sobre o pedido para suspensão do leilão da área onde está localizado o estádio do Canindé, agendado para esta sexta-feira. O argumento do clube é que o terreno na região do Pari, na zona central da capital paulista, vale muito mais do que o preço estipulado pela Fidalgo Leilões.

O presidente Leandro Teixeira Duarte contratou um perito judicial que avaliou o terreno em R$ 360 milhões. O lance inicial do leilão é de R$ 74 milhões. O argumento foi similar ao utilizado pela Portuguesa para suspender o primeiro leilão, que aconteceria em 7 de novembro.

A ação que gerou o leilão foi impetrada pelo ex-jogador Tiago de Moraes Barcellos. Outros jogadores, entre eles o atacante Ricardo Oliveira, atualmente no Santos, e ex-atletas, como Rogério Pinheiro, também fazem parte do processo. A advogada Gislaine Nunes representa o grupo nesta ação e requer mais de R$ 55 milhões.

Após apresentarem ao clube um projeto para revitalização da área onde está o Canindé, Conexão 3 Desenvolvimento e Negócios e Planova Planejamento e Construções chegaram a negociar com a advogada, mas não conseguiram entrar em acordo. As empresas ofereceram até imóveis para o pagamento dos valores requeridos na ação.

Se conseguir adiar o leilão, embora o sentimento não seja de otimismo, a Portuguesa ganha tempo para escolher o caminho a seguir. O clube pode dar continuidade à negociação para efetivação de uma parceria ou optar pelo processo de tombamento do estádio. Os dois processos foram colocados em banho-maria para direcionar forças para evitar o leilão.

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