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Alex evita comentar sobre apoio de Camolesi a Morando


Leandro Baldini
Do Diário do Grande ABC

12/11/2016 | 07:00


A decisão do vereador reeleito de São Bernardo Estevão Camolesi (PPS) em dar sustentação ao governo do prefeito eleito, Orlando Morando (PSDB), a partir de janeiro não foi comentada pelo deputado federal Alex Manente (PPS). Derrotado por Morando no dia 30 na disputa pela Prefeitura, Alex tinha a presença de Camolesi na coalização que percorreu o processo eleitoral, além de manter aliança nos últimos quatro anos, quando a sigla protagonizou oposição à gestão do prefeito Luiz Marinho (PT).

De forma sucinta, o popular-socialista falou: “Não vou comentar nada sobre isso (decisão do Camolesi)”. A reação de Alex destoa do argumento apresentado por Camolesi na quinta-feira, que, em entrevista exclusiva ao Diário, disse que teria o consentimento do líder do PPS.

Detentor de 4.598 votos na eleição de outubro – irá ao terceiro mandato no Legislativo –, Camolesi também sustentou que o momento era “de virar a página”, em relação à disputa eleitoral entre Alex e Morando pelo Paço, detalhando que estava sendo coerente com seu posicionamento, que é de se fixar em bloco antiPT. “Aguardei oito anos pelo momento em que o PT sairia do poder em São Bernardo. Tenho ideias, projetos, quero ajudar. Nunca participei de governo nenhum. Não quero perder o bonde da história”, disse Camolesi.

Presidente municipal do PPS e também parlamentar reeleito, Julinho Fuzari não teceu comentários em relação ao episódio.

O outro integrante da bancada popular-socialista é doutor Manuel Martins, reeleito ao segundo mandato. Comenta-se que ele também pode seguir o caminho de Camolesi.

Até o momento, Morando contabiliza apoio de 15 dos 28 vereadores. Além dos sete integrantes do PSDB e de Camolesi, compõem a base de apoio do tucano os dois nomes do PHS e do Solidariedade. Ramon Ramos (PDT), Eliezer Mendes (PTN) e Gordo da Adega (PCdoB), que apoiaram o PT no primeiro turno, também firmaram elo com o futuro prefeito.

Restam conversas com João Batista (PRB) e Rafael Demarchi (PRB), Mauro Miaguti (DEM), José Aurélio Bacelar de Paula (PTB) e Índio (PR), que ainda não definiram posicionamento político. 



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Alex evita comentar sobre apoio de Camolesi a Morando

Leandro Baldini
Do Diário do Grande ABC

12/11/2016 | 07:00


A decisão do vereador reeleito de São Bernardo Estevão Camolesi (PPS) em dar sustentação ao governo do prefeito eleito, Orlando Morando (PSDB), a partir de janeiro não foi comentada pelo deputado federal Alex Manente (PPS). Derrotado por Morando no dia 30 na disputa pela Prefeitura, Alex tinha a presença de Camolesi na coalização que percorreu o processo eleitoral, além de manter aliança nos últimos quatro anos, quando a sigla protagonizou oposição à gestão do prefeito Luiz Marinho (PT).

De forma sucinta, o popular-socialista falou: “Não vou comentar nada sobre isso (decisão do Camolesi)”. A reação de Alex destoa do argumento apresentado por Camolesi na quinta-feira, que, em entrevista exclusiva ao Diário, disse que teria o consentimento do líder do PPS.

Detentor de 4.598 votos na eleição de outubro – irá ao terceiro mandato no Legislativo –, Camolesi também sustentou que o momento era “de virar a página”, em relação à disputa eleitoral entre Alex e Morando pelo Paço, detalhando que estava sendo coerente com seu posicionamento, que é de se fixar em bloco antiPT. “Aguardei oito anos pelo momento em que o PT sairia do poder em São Bernardo. Tenho ideias, projetos, quero ajudar. Nunca participei de governo nenhum. Não quero perder o bonde da história”, disse Camolesi.

Presidente municipal do PPS e também parlamentar reeleito, Julinho Fuzari não teceu comentários em relação ao episódio.

O outro integrante da bancada popular-socialista é doutor Manuel Martins, reeleito ao segundo mandato. Comenta-se que ele também pode seguir o caminho de Camolesi.

Até o momento, Morando contabiliza apoio de 15 dos 28 vereadores. Além dos sete integrantes do PSDB e de Camolesi, compõem a base de apoio do tucano os dois nomes do PHS e do Solidariedade. Ramon Ramos (PDT), Eliezer Mendes (PTN) e Gordo da Adega (PCdoB), que apoiaram o PT no primeiro turno, também firmaram elo com o futuro prefeito.

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