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Mauá: estudante é espancada, baleada e jogada de barranco


Glauco Araújo
Do Diário do Grande ABC

26/10/2003 | 18:17


A inveja teria sido a razão para dois rapazes e uma garota terem espancado, disparado um tiro na cabeça e atirado o corpo da estudante Daniela Aparecida Ribeiro dos Santos, 21 anos, de um barranco de 20 m de altura, na rua Augusto Maziero, na Vila Gomes, em Mauá, às 15h desse sábado. Depois de ver o corpo da vítima sobre os trilhos de trem, o trio ainda jogou três pedras de lá de cima. Cada uma, segundo a polícia, pesava cerca de 15 kg. Daniela foi socorrida e levada com vida para o Hospital Nardini, onde espera, segundo a família, no corredor, por uma vaga em um quarto.

A violência ficou marcada no corpo de Daniela, que está com o lado direito do rosto deformado, com o braço esquerdo quebrado e com a pele coberta de hematomas, provocados pelo espancamento a que foi vítima. O tiro na cabeça não perfurou o cérebro e nem provocou traumatismo craniano. O projétil rasgou a pele do lado esquerdo e saiu pela testa. Segundo a família, ela não corre risco de morte.

O crime foi visto por uma mulher que estava dentro do trem, sentido Santo André/Ribeirão Pires. Da janela do trem, ela viu o corpo de Daniela, ainda sobre os trilhos usados pelos trens no sentido oposto. Ela desceu na estação Ribeirão Pires e informou o segurança ferroviário, Joaquim de Souza, que foi ao local indicado pela passageira e socorreu a garota.

A preocupação no momento em que Daniela foi encontrada era o de que o próximo trem pudesse passar sobre ela, portanto, o próprio segurança ferroviário a tirou dos trilhos e esperou pela remoção definitiva da garota. Havia muito sangue no local.

O lugar de onde Daniela foi jogada é conhecido no bairro como fumódromo e fica ao lado de um campo de várzea. Ela teria sido levada ao local pelo trio, em uma emboscada. Consciente no hospital, ela disse à família que o crime foi motivado por inveja. “Minha filha é muito bonita”, disse a mãe, Valéria Ribeiro. A polícia ainda não tem idéia de quem são os autores do crime. Daniela disse à família que não conhece os agressores e que eles devem ser menores.



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Mauá: estudante é espancada, baleada e jogada de barranco

Glauco Araújo
Do Diário do Grande ABC

26/10/2003 | 18:17


A inveja teria sido a razão para dois rapazes e uma garota terem espancado, disparado um tiro na cabeça e atirado o corpo da estudante Daniela Aparecida Ribeiro dos Santos, 21 anos, de um barranco de 20 m de altura, na rua Augusto Maziero, na Vila Gomes, em Mauá, às 15h desse sábado. Depois de ver o corpo da vítima sobre os trilhos de trem, o trio ainda jogou três pedras de lá de cima. Cada uma, segundo a polícia, pesava cerca de 15 kg. Daniela foi socorrida e levada com vida para o Hospital Nardini, onde espera, segundo a família, no corredor, por uma vaga em um quarto.

A violência ficou marcada no corpo de Daniela, que está com o lado direito do rosto deformado, com o braço esquerdo quebrado e com a pele coberta de hematomas, provocados pelo espancamento a que foi vítima. O tiro na cabeça não perfurou o cérebro e nem provocou traumatismo craniano. O projétil rasgou a pele do lado esquerdo e saiu pela testa. Segundo a família, ela não corre risco de morte.

O crime foi visto por uma mulher que estava dentro do trem, sentido Santo André/Ribeirão Pires. Da janela do trem, ela viu o corpo de Daniela, ainda sobre os trilhos usados pelos trens no sentido oposto. Ela desceu na estação Ribeirão Pires e informou o segurança ferroviário, Joaquim de Souza, que foi ao local indicado pela passageira e socorreu a garota.

A preocupação no momento em que Daniela foi encontrada era o de que o próximo trem pudesse passar sobre ela, portanto, o próprio segurança ferroviário a tirou dos trilhos e esperou pela remoção definitiva da garota. Havia muito sangue no local.

O lugar de onde Daniela foi jogada é conhecido no bairro como fumódromo e fica ao lado de um campo de várzea. Ela teria sido levada ao local pelo trio, em uma emboscada. Consciente no hospital, ela disse à família que o crime foi motivado por inveja. “Minha filha é muito bonita”, disse a mãe, Valéria Ribeiro. A polícia ainda não tem idéia de quem são os autores do crime. Daniela disse à família que não conhece os agressores e que eles devem ser menores.

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