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Em S.Caetano, futuro do funcionamento do Uber é incerto


Júnior Carvalho
Do Diário do Grande ABC

12/11/2015 | 07:00


A novela sobre o futuro do funcionamento do Uber em São Caetano ainda tem final incerto. Enquanto a Câmara aprovou projeto proibindo o aplicativo, o governo do prefeito Paulo Pinheiro (PMDB) garante que vai regulamentar o serviço, criando critérios para que o transporte individual de passageiros cumpra regras e recolha impostos na cidade.

Na semana passada, o Diário mostrou que o Paço já trabalhava em regularizar o uso do Uber na cidade e que estudava a regulamentação da atuação dos motoristas do aplicativo.

No dia seguinte, o autor da medida, o presidente do Legislativo, Paulo Bottura (PTB), convocou os taxistas para reunião e garantiu, ao lado dos secretários Nilson Bonome (PMDB, Governo) e Marcelo Ferreira (Mobilidade Urbana), que o Uber seria proibido no município, contrariando o discurso do Palácio da Cerâmica. O petebista argumenta que a intenção do Paço é “regulamentar a proibição”, estabelecendo punições aos Uber. O artigo 1º do projeto de Bottura, porém, deixa claro que o aplicativo será proibido “até que o serviço seja regulamentado pelo Executivo” – brecha criada depois de a OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) de São Caetano criticar a proibição.

Ontem, depois de participar de cerimônia no Consórcio Intermunicipal, Pinheiro voltou a garantir que o transporte individual particular será regulamentado. “Constitucionalmente, a gente não pode proibir (o Uber). No momento, pelo serviço não estar regulmentado, eles não podem atuar na cidade. Mas para trabalharem no município, é preciso se cadastrarem e pagar impostos”, explicou o chefe do Executivo.

Na segunda-feira, Bonome assegurou que o Uber será proibido na cidade, revelando até ideias de multas aos motoristas flagrados trabalhando pelo aplicativo.“Estamos estudando o plano, porém, o valor da cobrança já está estipulada, será de R$ 5.000 a R$ 8.000. Tendo reincidência, nova multa e posteriormente acontecerá apreensão de veículos”, relatou o secretário. 



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Em S.Caetano, futuro do funcionamento do Uber é incerto

Júnior Carvalho
Do Diário do Grande ABC

12/11/2015 | 07:00


A novela sobre o futuro do funcionamento do Uber em São Caetano ainda tem final incerto. Enquanto a Câmara aprovou projeto proibindo o aplicativo, o governo do prefeito Paulo Pinheiro (PMDB) garante que vai regulamentar o serviço, criando critérios para que o transporte individual de passageiros cumpra regras e recolha impostos na cidade.

Na semana passada, o Diário mostrou que o Paço já trabalhava em regularizar o uso do Uber na cidade e que estudava a regulamentação da atuação dos motoristas do aplicativo.

No dia seguinte, o autor da medida, o presidente do Legislativo, Paulo Bottura (PTB), convocou os taxistas para reunião e garantiu, ao lado dos secretários Nilson Bonome (PMDB, Governo) e Marcelo Ferreira (Mobilidade Urbana), que o Uber seria proibido no município, contrariando o discurso do Palácio da Cerâmica. O petebista argumenta que a intenção do Paço é “regulamentar a proibição”, estabelecendo punições aos Uber. O artigo 1º do projeto de Bottura, porém, deixa claro que o aplicativo será proibido “até que o serviço seja regulamentado pelo Executivo” – brecha criada depois de a OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) de São Caetano criticar a proibição.

Ontem, depois de participar de cerimônia no Consórcio Intermunicipal, Pinheiro voltou a garantir que o transporte individual particular será regulamentado. “Constitucionalmente, a gente não pode proibir (o Uber). No momento, pelo serviço não estar regulmentado, eles não podem atuar na cidade. Mas para trabalharem no município, é preciso se cadastrarem e pagar impostos”, explicou o chefe do Executivo.

Na segunda-feira, Bonome assegurou que o Uber será proibido na cidade, revelando até ideias de multas aos motoristas flagrados trabalhando pelo aplicativo.“Estamos estudando o plano, porém, o valor da cobrança já está estipulada, será de R$ 5.000 a R$ 8.000. Tendo reincidência, nova multa e posteriormente acontecerá apreensão de veículos”, relatou o secretário. 

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