Fechar
Publicidade

Quinta-Feira, 20 de Fevereiro

|

Max º Min º
Clima da Região Trânsito Assine Clube do Assinante Diário Virtual Login

Política

politica@dgabc.com.br | 4435-8391

Deputados falam em criatividade para superar crise financeira

Montagem/DGABC  Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Empossados, parlamentares paulistas admitem dificuldade; após polêmica, PT reafirma oposição


Gustavo Pinchiardo
Leandro Baldini
Do Diário do Grande ABC

16/03/2015 | 07:00


Criatividade, diálogo e união. Essas foram as palavras colocadas pelos sete deputados estaduais da região, empossados ontem, para definir como será a atuação nos próximos quatro anos de mandato para garantir benefícios e continuidades de projetos para o Grande ABC em detrimento da crise econômica que atinge o Brasil. O cenário, inclusive, motivou o governador Geraldo Alckmin (PSDB) a contingenciar R$ 6,6 bilhões no Orçamento deste ano, o que afeta a execução de emendas parlamentares e ritmo de obras contratadas. A promessa de unificação regional, no entanto, já foi promessa não cumprida de legislaturas passadas.

Contenção de gastos, inclusive, foi o mote da promessa de gestão de Fernando Capez (PSDB), eleito presidente da Assembleia Legislativa, em substituição a Chico Sardelli (PV), com 92 votos. “Os dois pilares da minha gestão serão a austeridade e eficiência”, disse. Enio Tatto (PT) e Edmir Cedid (DEM) seguem na primeira e segunda secretarias, respectivamente.

O governista Orlando Morando (PSDB-São Bernardo) admitiu que terá dificuldades em emplacar propostas como a instalação de AMEs (Ambulatórios Médicos de Especialidades) em Diadema e Mauá. Entretanto, o tucano assegurou compromisso na execução da Linha 18-Bronze do Metrô (Tamanduateí-Djalma Dutra), com orçamento de R$ 4,26 bilhões. “A grande palavra de ordem é a ciência de fazer muito com pouco”, definiu.

Vanessa Damo (PDMB-Mauá), que estava descolada da base governista, já adota discurso de alinhamento ao governador. A peemedebista disse confiar que o Palácio dos Bandeirantes honrará compromisso com emendas, além de acreditar na concretização de reivindicações antigas para instalação de um Poupatempo de serviços e melhorias na Saúde.

Na mesma linha, Atila Jacomussi (PCdoB-Mauá), que assumiu a cadeira pela primeira vez, reforçou ter “flexibilidade” para votar com o PSDB. “O PCdoB não vai a reboque de outras siglas”, declarou em referência à aliança histórica dos comunistas com o PT.

Para os quatro petistas eleitos pela região, atuar na oposição não impede a execução de emendas ao Orçamento do Executivo. “É impositiva. O governo é obrigado a pagar”, pontuou Luiz Fernando Teixeira (PT-São Bernardo), que assumiu mandato pela primeira vez na Assembleia.

Falta “carinho” no tratamento de Alckmin com o Grande ABC, para Luiz Fernando. “Há pouco investimento. O Estado investe muito na Fundação Casa e esquece do básico.”
A prioridade de Luiz Turco será o diálogo com prefeitos para pautar demandas. “Nos reunimos algumas vezes, os três prefeitos do PT e os quatro deputados. Quero proximidade com a pauta do Consórcio Intermunicipal.”

Mesmo com a crise financeira que reduziu oferta de financiamentos, Ana do Carmo falou em retomar trabalho para angariar recursos para fomentar a agricultura orgânica. “Há muito abandono nessa área. Faltam financiamentos e viabilização de estrutura.”

Eleito para o primeiro mandato, Teonílio Monteiro da Costa, o Barba (PT), prometeu brigar para que o Estado “gaste certo” e evitar que o contingenciamento atrapalhe o progresso da região. “A demanda por Habitação é grande (deficit de 160 mil unidades no Grande ABC). Deve ser prioridade.”

OPOSIÇÃO?

A bancada do PT adotou discurso de que fará oposição “sistêmica” ao governo tucano, mas não se negará a votar projetos do Palácio dos Bandeirantes que “forem bons para a população”. O posicionamento ocorre depois de declaração polêmica do ex-líder petista na Casa João Paulo Rillo (PT). O petista afirmou que o prefeito de São Bernardo, Luiz Marinho (PT), o ministro da Saúde e ex-secretário são-bernardense, Arthur Chioro, e o mandatário paulista do partido, Emídio de Souza, interferem para que a agremiação faça oposição branda na Assembleia e se apoiei na tentativa de conciliação com Alckmin. “Ele (Rillo) deu a entrevista no calor do debate”, minimizou Luiz Fernando.  



Comentários

Atenção! Os comentários do site são via Facebook. Lembre-se de que o comentário é de inteira responsabilidade do autor e não expressa a opinião do jornal. Comentários que violem a lei, a moral e os bons costumes ou violem direitos de terceiros poderão ser denunciados pelos usuários e sua conta poderá ser banida.

Deputados falam em criatividade para superar crise financeira

Empossados, parlamentares paulistas admitem dificuldade; após polêmica, PT reafirma oposição

Gustavo Pinchiardo
Leandro Baldini
Do Diário do Grande ABC

16/03/2015 | 07:00


Criatividade, diálogo e união. Essas foram as palavras colocadas pelos sete deputados estaduais da região, empossados ontem, para definir como será a atuação nos próximos quatro anos de mandato para garantir benefícios e continuidades de projetos para o Grande ABC em detrimento da crise econômica que atinge o Brasil. O cenário, inclusive, motivou o governador Geraldo Alckmin (PSDB) a contingenciar R$ 6,6 bilhões no Orçamento deste ano, o que afeta a execução de emendas parlamentares e ritmo de obras contratadas. A promessa de unificação regional, no entanto, já foi promessa não cumprida de legislaturas passadas.

Contenção de gastos, inclusive, foi o mote da promessa de gestão de Fernando Capez (PSDB), eleito presidente da Assembleia Legislativa, em substituição a Chico Sardelli (PV), com 92 votos. “Os dois pilares da minha gestão serão a austeridade e eficiência”, disse. Enio Tatto (PT) e Edmir Cedid (DEM) seguem na primeira e segunda secretarias, respectivamente.

O governista Orlando Morando (PSDB-São Bernardo) admitiu que terá dificuldades em emplacar propostas como a instalação de AMEs (Ambulatórios Médicos de Especialidades) em Diadema e Mauá. Entretanto, o tucano assegurou compromisso na execução da Linha 18-Bronze do Metrô (Tamanduateí-Djalma Dutra), com orçamento de R$ 4,26 bilhões. “A grande palavra de ordem é a ciência de fazer muito com pouco”, definiu.

Vanessa Damo (PDMB-Mauá), que estava descolada da base governista, já adota discurso de alinhamento ao governador. A peemedebista disse confiar que o Palácio dos Bandeirantes honrará compromisso com emendas, além de acreditar na concretização de reivindicações antigas para instalação de um Poupatempo de serviços e melhorias na Saúde.

Na mesma linha, Atila Jacomussi (PCdoB-Mauá), que assumiu a cadeira pela primeira vez, reforçou ter “flexibilidade” para votar com o PSDB. “O PCdoB não vai a reboque de outras siglas”, declarou em referência à aliança histórica dos comunistas com o PT.

Para os quatro petistas eleitos pela região, atuar na oposição não impede a execução de emendas ao Orçamento do Executivo. “É impositiva. O governo é obrigado a pagar”, pontuou Luiz Fernando Teixeira (PT-São Bernardo), que assumiu mandato pela primeira vez na Assembleia.

Falta “carinho” no tratamento de Alckmin com o Grande ABC, para Luiz Fernando. “Há pouco investimento. O Estado investe muito na Fundação Casa e esquece do básico.”
A prioridade de Luiz Turco será o diálogo com prefeitos para pautar demandas. “Nos reunimos algumas vezes, os três prefeitos do PT e os quatro deputados. Quero proximidade com a pauta do Consórcio Intermunicipal.”

Mesmo com a crise financeira que reduziu oferta de financiamentos, Ana do Carmo falou em retomar trabalho para angariar recursos para fomentar a agricultura orgânica. “Há muito abandono nessa área. Faltam financiamentos e viabilização de estrutura.”

Eleito para o primeiro mandato, Teonílio Monteiro da Costa, o Barba (PT), prometeu brigar para que o Estado “gaste certo” e evitar que o contingenciamento atrapalhe o progresso da região. “A demanda por Habitação é grande (deficit de 160 mil unidades no Grande ABC). Deve ser prioridade.”

OPOSIÇÃO?

A bancada do PT adotou discurso de que fará oposição “sistêmica” ao governo tucano, mas não se negará a votar projetos do Palácio dos Bandeirantes que “forem bons para a população”. O posicionamento ocorre depois de declaração polêmica do ex-líder petista na Casa João Paulo Rillo (PT). O petista afirmou que o prefeito de São Bernardo, Luiz Marinho (PT), o ministro da Saúde e ex-secretário são-bernardense, Arthur Chioro, e o mandatário paulista do partido, Emídio de Souza, interferem para que a agremiação faça oposição branda na Assembleia e se apoiei na tentativa de conciliação com Alckmin. “Ele (Rillo) deu a entrevista no calor do debate”, minimizou Luiz Fernando.  

Ao acessar você concorda com a nossa Política de Privacidade.


Para continuar, faça o seu login:


  • Aceito receber novidades e ofertas do Diário do Grande ABC e parceiros por
    correio eletrônico, mala direta, SMS ou outros meios de comunicação.


Ou acesse todo o conteúdo de forma ilimitada:

Veja como ter acesso a todo o conteúdo de forma ilimitada:

Copyright © 1995-2017 - Todos direitos reservados

;