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Vágner pode deixar o Palmeiras após jogo em Garanhuns


Edélcio Cândido
Do Diário do Grande ABC
Com AE

21/11/2003 | 00:13


O Palmeiras pode comemorar sábado à noite, no estádio Gigante do Agreste, em Garanhuns, diante do Sport, o seu grande sonho do acesso à Série A – só depende de um ponto. Mas, na segunda-feira, pode começar a viver novo pesadelo: Vágner deve ir para a Seleção Sub-20, do técnico Marcos Paquetá, que disputará o Mundial da categoria a partir de 27 de novembro, nos Emirados Árabes. Assim, se o Palmeiras não perder sábado, Vágner se apresenta o técnico da Seleção.

O jovem atacante está na mira de alguns clubes, assim como o técnico Jair Picerni, que pode ir para o futebol japonês. Com isso, o alviverde poderá iniciar processo de desmanche e o presidente Mustafá Contursi terá de contratar reforços para a temporada 2004.

Já Diego Souza confirmou sua escalação para a partida em Garanhuns. Mesmo com a camisa 10 do Palmeiras, o meia voltará a cumprir uma função mais defensiva que de costume. Sua maior preocupação será com a marcação do meio-campo do Sport. "O Jair (Picerni) pediu para que eu não desgrude do Nildo em momento algum. Ele é o cérebro do time, não pode receber a bola com liberdade", revelou.

A função tática fará com que Diego Souza seja obrigado a abrir mão das descidas ao ataque. Mesmo assim, ele não descarta a possibilidade de marcar o seu gol. "Terei liberdade para aparecer como elemento surpresa. Mas, primeiro, vou ajudar a anular a força criativa do adversário. Já percebi diferenças básicas entre as duas funções que desempenhei ao longo da Série B do Brasileiro e cheguei à conclusão que, como segundo volante, sou obrigado a correr muito mais. Mas o grupo está tão unido que todos se esforçam para ajudar. Até o Vágner e o Edmílson não se cansam de voltar para o meio-campo'', contou.

Diego afirmou que, mesmo fora de casa, o Palmeiras tem condições de vencer o Sport. "Basta a gente jogar como sempre. Buscar o ataque e tocar a bola. Como o adversário virá para cima porque necessita muito mais do que nós do resultado, sobrarão espaços para os contra-ataques. Tenho certeza de que será um espetáculo bonito".



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Vágner pode deixar o Palmeiras após jogo em Garanhuns

Edélcio Cândido
Do Diário do Grande ABC
Com AE

21/11/2003 | 00:13


O Palmeiras pode comemorar sábado à noite, no estádio Gigante do Agreste, em Garanhuns, diante do Sport, o seu grande sonho do acesso à Série A – só depende de um ponto. Mas, na segunda-feira, pode começar a viver novo pesadelo: Vágner deve ir para a Seleção Sub-20, do técnico Marcos Paquetá, que disputará o Mundial da categoria a partir de 27 de novembro, nos Emirados Árabes. Assim, se o Palmeiras não perder sábado, Vágner se apresenta o técnico da Seleção.

O jovem atacante está na mira de alguns clubes, assim como o técnico Jair Picerni, que pode ir para o futebol japonês. Com isso, o alviverde poderá iniciar processo de desmanche e o presidente Mustafá Contursi terá de contratar reforços para a temporada 2004.

Já Diego Souza confirmou sua escalação para a partida em Garanhuns. Mesmo com a camisa 10 do Palmeiras, o meia voltará a cumprir uma função mais defensiva que de costume. Sua maior preocupação será com a marcação do meio-campo do Sport. "O Jair (Picerni) pediu para que eu não desgrude do Nildo em momento algum. Ele é o cérebro do time, não pode receber a bola com liberdade", revelou.

A função tática fará com que Diego Souza seja obrigado a abrir mão das descidas ao ataque. Mesmo assim, ele não descarta a possibilidade de marcar o seu gol. "Terei liberdade para aparecer como elemento surpresa. Mas, primeiro, vou ajudar a anular a força criativa do adversário. Já percebi diferenças básicas entre as duas funções que desempenhei ao longo da Série B do Brasileiro e cheguei à conclusão que, como segundo volante, sou obrigado a correr muito mais. Mas o grupo está tão unido que todos se esforçam para ajudar. Até o Vágner e o Edmílson não se cansam de voltar para o meio-campo'', contou.

Diego afirmou que, mesmo fora de casa, o Palmeiras tem condições de vencer o Sport. "Basta a gente jogar como sempre. Buscar o ataque e tocar a bola. Como o adversário virá para cima porque necessita muito mais do que nós do resultado, sobrarão espaços para os contra-ataques. Tenho certeza de que será um espetáculo bonito".

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