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Tributária: Palocci acredita em aprovação neste ano


Do Diário OnLine

06/11/2003 | 10:29


O ministro da Fazenda, Antonio Palocci, declarou nesta quinta-feira que confia na aprovação da reforma tributária até o fim do ano, como prevê a base aliada do governo. Segundo ele, o Congresso tem demonstrado “forte compromisso” com a proposta, porque entendeu que o país precisa delas para arrumar sua economia.

Em entrevista ao Bom Dia Brasil, da Rede Globo, Palocci disse que não acredita que as diferenças com a oposição vão impedir que se chegue a um acordo sobre o texto final. Sobre a questão da medida provisória que acaba com a cumulatividade da Cofins, ele rebateu as críticas em torno da decisão.

Palocci defendeu que os setores que passarão a pagar mais Cofins, como a indústria, serão beneficiados, mais tarde, com outras medidas. Segundo ele, é preciso observar a reforma como um todo. “É lógico que quando um grande setor é beneficiado, alguns outros são prejudicados. Mas no geral, a reforma beneficia a todos”.

O ministro também reagiu tranqüilamente às críticas do PDT, PSDB e PFL, que acusaram o governo de se negar a debater a reforma. Na quarta-feira, os senadores da oposição abandonaram a sessão sobre a reforma tributária na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) depois que os governistas rejeitaram a discussão sobre o fim da cumulatividade da Cofins.

Para Palocci, “a oposição cumpre seu papel, fazendo críticas”. No entanto, ele disse que o governo sempre está disposto a dialogar com estes partidos. “É importante que haja diálogo, para que encontremos caminhos melhores. Qualquer solicitação de explicação que for pedida a meu ministério será atendida”, acrescentou.



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Tributária: Palocci acredita em aprovação neste ano

Do Diário OnLine

06/11/2003 | 10:29


O ministro da Fazenda, Antonio Palocci, declarou nesta quinta-feira que confia na aprovação da reforma tributária até o fim do ano, como prevê a base aliada do governo. Segundo ele, o Congresso tem demonstrado “forte compromisso” com a proposta, porque entendeu que o país precisa delas para arrumar sua economia.

Em entrevista ao Bom Dia Brasil, da Rede Globo, Palocci disse que não acredita que as diferenças com a oposição vão impedir que se chegue a um acordo sobre o texto final. Sobre a questão da medida provisória que acaba com a cumulatividade da Cofins, ele rebateu as críticas em torno da decisão.

Palocci defendeu que os setores que passarão a pagar mais Cofins, como a indústria, serão beneficiados, mais tarde, com outras medidas. Segundo ele, é preciso observar a reforma como um todo. “É lógico que quando um grande setor é beneficiado, alguns outros são prejudicados. Mas no geral, a reforma beneficia a todos”.

O ministro também reagiu tranqüilamente às críticas do PDT, PSDB e PFL, que acusaram o governo de se negar a debater a reforma. Na quarta-feira, os senadores da oposição abandonaram a sessão sobre a reforma tributária na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) depois que os governistas rejeitaram a discussão sobre o fim da cumulatividade da Cofins.

Para Palocci, “a oposição cumpre seu papel, fazendo críticas”. No entanto, ele disse que o governo sempre está disposto a dialogar com estes partidos. “É importante que haja diálogo, para que encontremos caminhos melhores. Qualquer solicitação de explicação que for pedida a meu ministério será atendida”, acrescentou.

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