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Ex-funcionário confirma denúncias contra PAS e vereador


Do Diário do Grande ABC

03/04/2000 | 12:30


Um ex-funcionário do posto médico de Vila Maria Baixa, em Sao Paulo, procurou o telejornal SPTV para confirmar as denúncias sobre superfaturamento que envolvem o PAS feitas por outra ex-funcionária há duas semanas, em depoimento ao mesmo jornal. O depoente, que nao quis se identificar, também confirmou que o vereador Wadih Mutran (PPB) era visto freqüentemente no posto e os pacientes indicados por ele tinham atendimento privilegiado.

"Qualquer pessoa que era levada por ele (Wadih) tinha que ser atendida com privilégios pelo bem ou pelo mal dos funcionários", disse.

O jornal apurou que o posto pagava R$ 16 por um medicamento que custaria R$ 4 se comprado diretamente dos laboratórios. Filmes para Raio X eram comprados, há dois anos, por R$ 7, enquanto que o valor cobrado pelo fabricante nao chegava a R$ 3. O dono de uma loja confirmou que se o material fosse comprado diretamente do fabricante o custo seria menor, pois nao haveria o valor do repasse.

O ex-funcionário também denunciou que as embalagens das mercadorias chegavam violadas no posto. Segundo ele, um almoxarife chegou a reclamar sobre as condiçoes dos produtos e seu supervisor lhe disse: "Recebe e fica quieto".



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Ex-funcionário confirma denúncias contra PAS e vereador

Do Diário do Grande ABC

03/04/2000 | 12:30


Um ex-funcionário do posto médico de Vila Maria Baixa, em Sao Paulo, procurou o telejornal SPTV para confirmar as denúncias sobre superfaturamento que envolvem o PAS feitas por outra ex-funcionária há duas semanas, em depoimento ao mesmo jornal. O depoente, que nao quis se identificar, também confirmou que o vereador Wadih Mutran (PPB) era visto freqüentemente no posto e os pacientes indicados por ele tinham atendimento privilegiado.

"Qualquer pessoa que era levada por ele (Wadih) tinha que ser atendida com privilégios pelo bem ou pelo mal dos funcionários", disse.

O jornal apurou que o posto pagava R$ 16 por um medicamento que custaria R$ 4 se comprado diretamente dos laboratórios. Filmes para Raio X eram comprados, há dois anos, por R$ 7, enquanto que o valor cobrado pelo fabricante nao chegava a R$ 3. O dono de uma loja confirmou que se o material fosse comprado diretamente do fabricante o custo seria menor, pois nao haveria o valor do repasse.

O ex-funcionário também denunciou que as embalagens das mercadorias chegavam violadas no posto. Segundo ele, um almoxarife chegou a reclamar sobre as condiçoes dos produtos e seu supervisor lhe disse: "Recebe e fica quieto".

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