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Alckmin admite erro ao 'embarcar' em debate sobre privatização


Do Diário OnLine

19/10/2006 | 14:15


O candidato do PSDB à Presidência, Geraldo Alckmin (PSDB), admitiu nesta quinta-feira um erro de campanha ao rebater as declarações do PT de que irá promover privatizações das estatais caso seja eleito.

“Essa questão da privatização acho que está errada. Aliás, acho que até nós erramos quando embarcamos nesse debate, não pelo mérito, mas pelas mentiras”, disse Alckmin, durante sabatina promovida pelo jornal Folha de S.Paulo.

Segundo Alckmin, privatizar o Banco do Brasil e a Petrobras não é sua prioridade. Apesar da polêmica, o tucano acredita que as acusações do PT não prejudicarão sua campanha.

O ex-governador declarou ainda que, caso seja reeleito, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva não vai cortar gastos públicos e terá que aumentar impostos. Segundo ele, é preciso “criar uma cultura de eficiência do gasto público”.

Alckmin também procurou minimizar o resultado da pesquisa Datafolha, que apontou uma vantagem de 19 pontos percentuais de Lula. “O que eu estou colocando é o seguinte: a eleição não está definida”, completou.

Por último, ele classificou como “oportunismo” a declaração de Lula de que mantém uma boa relação com o governador eleito de São Paulo, José Serra (PSDB). “Se o candidato à Presidência fosse o Serra, e eu não fosse candidato a nada, ele estaria se derramando de amor por mim”.



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Alckmin admite erro ao 'embarcar' em debate sobre privatização

Do Diário OnLine

19/10/2006 | 14:15


O candidato do PSDB à Presidência, Geraldo Alckmin (PSDB), admitiu nesta quinta-feira um erro de campanha ao rebater as declarações do PT de que irá promover privatizações das estatais caso seja eleito.

“Essa questão da privatização acho que está errada. Aliás, acho que até nós erramos quando embarcamos nesse debate, não pelo mérito, mas pelas mentiras”, disse Alckmin, durante sabatina promovida pelo jornal Folha de S.Paulo.

Segundo Alckmin, privatizar o Banco do Brasil e a Petrobras não é sua prioridade. Apesar da polêmica, o tucano acredita que as acusações do PT não prejudicarão sua campanha.

O ex-governador declarou ainda que, caso seja reeleito, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva não vai cortar gastos públicos e terá que aumentar impostos. Segundo ele, é preciso “criar uma cultura de eficiência do gasto público”.

Alckmin também procurou minimizar o resultado da pesquisa Datafolha, que apontou uma vantagem de 19 pontos percentuais de Lula. “O que eu estou colocando é o seguinte: a eleição não está definida”, completou.

Por último, ele classificou como “oportunismo” a declaração de Lula de que mantém uma boa relação com o governador eleito de São Paulo, José Serra (PSDB). “Se o candidato à Presidência fosse o Serra, e eu não fosse candidato a nada, ele estaria se derramando de amor por mim”.

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