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Motoristas e cobradores fazem greve de três horas em SP


Do Diário OnLine

15/05/2002 | 12:14


Motoristas e cobradores de ônibus da cidade de São Paulo cruzaram os braços entre as 3h e 6h desta quarta-feira. De acordo com o Sindicato dos Condutores e a São Paulo Transportes (empresa que gerencia o transporte coletivo na cidade), a greve prejudicou 1,2 milhão de passageiros. Esta foi a segunda paralisação em um mês.

A categoria reivindica 9,26% de reajuste salarial, 5% de aumento real, convênio médico gratuito, participação nos lucros e resultados (PLR) e melhorias no sistema de transporte coletivo, com a ampliação de corredores e faixas exclusivas para os ônibus.

A paralisação, prevista para terminar às 7h, foi encerrada às 6h para amenizar os transtornos dos passageiros, de acordo com o presidente do sindicato, Edvaldo Santiago.

O sindicato ameaça fazer uma greve geral a partir do dia 22 caso as reivindicações não sejam atendidas. Assembléias devem ser realizadas nas garagens das empresas para avaliar o movimento.

Crítica- O secretário municipal de Transportes, Carlos Zarattini, afirmou que a greve desta quarta-feira poderia ter sido evitada. Para o secretário, os empresários têm interesse na deflagração de greves para que a Prefeitura se sinta pressionada e volte a conceder subsídios ao setor ou dê uma autorização para um aumento de tarifas. Porém, Zarattini garantiu que o município não irá fazer concessões neste sentido.

Os empresários têm se mostrado 'inflexíveis' nas negociações, na opinião do secretário. Durante um encontro entre representantes da SPTrans e o sindicato da categoria, o sindicato dos donos das empresas de ônibus não apresentaram nenhuma proposta para evitar a paralisação, segundo ele.

Tráfego- O rodízio de veículos municipal foi mantido pela Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), das 7h às 10h, para veículos de placas finais 5 e 6.

Apesar do protesto dos motoristas e cobradores, o tráfego da capital não foi muito prejudicado, de acordo com informações da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET). O pico de congestionamento foi de 83km, registrado às 8h30, quando os ônibus já estavam circulando normalmente.



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Motoristas e cobradores fazem greve de três horas em SP

Do Diário OnLine

15/05/2002 | 12:14


Motoristas e cobradores de ônibus da cidade de São Paulo cruzaram os braços entre as 3h e 6h desta quarta-feira. De acordo com o Sindicato dos Condutores e a São Paulo Transportes (empresa que gerencia o transporte coletivo na cidade), a greve prejudicou 1,2 milhão de passageiros. Esta foi a segunda paralisação em um mês.

A categoria reivindica 9,26% de reajuste salarial, 5% de aumento real, convênio médico gratuito, participação nos lucros e resultados (PLR) e melhorias no sistema de transporte coletivo, com a ampliação de corredores e faixas exclusivas para os ônibus.

A paralisação, prevista para terminar às 7h, foi encerrada às 6h para amenizar os transtornos dos passageiros, de acordo com o presidente do sindicato, Edvaldo Santiago.

O sindicato ameaça fazer uma greve geral a partir do dia 22 caso as reivindicações não sejam atendidas. Assembléias devem ser realizadas nas garagens das empresas para avaliar o movimento.

Crítica- O secretário municipal de Transportes, Carlos Zarattini, afirmou que a greve desta quarta-feira poderia ter sido evitada. Para o secretário, os empresários têm interesse na deflagração de greves para que a Prefeitura se sinta pressionada e volte a conceder subsídios ao setor ou dê uma autorização para um aumento de tarifas. Porém, Zarattini garantiu que o município não irá fazer concessões neste sentido.

Os empresários têm se mostrado 'inflexíveis' nas negociações, na opinião do secretário. Durante um encontro entre representantes da SPTrans e o sindicato da categoria, o sindicato dos donos das empresas de ônibus não apresentaram nenhuma proposta para evitar a paralisação, segundo ele.

Tráfego- O rodízio de veículos municipal foi mantido pela Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), das 7h às 10h, para veículos de placas finais 5 e 6.

Apesar do protesto dos motoristas e cobradores, o tráfego da capital não foi muito prejudicado, de acordo com informações da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET). O pico de congestionamento foi de 83km, registrado às 8h30, quando os ônibus já estavam circulando normalmente.

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