Fechar
Publicidade

Quarta-Feira, 27 de Maio

|

Max º Min º
Clima da Região Trânsito Assine Clube do Assinante Diário Virtual Login

Nacional

nacional@dgabc.com.br | 4435-8301

Jovem é mais consciente sobre prejuízos do trabalho infantil


Do Diário OnLine
Com Agência Brasil

24/10/2006 | 14:21


Um levantamento divulgado nesta terça-feira pela OIT (Organização Internacional do Trabalho) e pela Andi (Agência de Notícias dos Direitos da Infância) mostra que, no Brasil, a população jovem é mais consciente sobre os prejuízos do trabalho infantil que os adultos.

A Pesquisa Ibope de Opinião Pública sobre Trabalho Infantil e Piores Formas de Trabalho Infantil é a primeira a ser feita no país sobre a percepção das pessoas sobre essa questão. Em março de 2006, foram entrevistadas 2.002 pessoas em 144 municípios. A margem de erro da pesquisa é de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos.

Dentre os entrevistados com idade entre 16 e 24 anos, 77,3% disseram acreditar que a idade adequada para entrar no mercado de trabalho é a partir de 16 anos, ou seja, a idade prevista na Constituição brasileira.

Conforme aumenta a idade dos entrevistados, esse percentual vai diminuindo. Na faixa de 25 a 29 anos, cai para 64%; entre 30 e 39 anos, para 53%; entre 40 a 49 anos, para 47%; e de 50 anos ou mais, para 35%.

Segundo Daniela Rocha, coordenadora da pesquisa pela Andi, a população mais jovem prefere se dedicar aos estudos em vez de entrar precocemente no mercado de trabalho, até para conseguir um emprego mais qualificado, uma melhor colocação.


Comentários

Atenção! Os comentários do site são via Facebook. Lembre-se de que o comentário é de inteira responsabilidade do autor e não expressa a opinião do jornal. Comentários que violem a lei, a moral e os bons costumes ou violem direitos de terceiros poderão ser denunciados pelos usuários e sua conta poderá ser banida.

Jovem é mais consciente sobre prejuízos do trabalho infantil

Do Diário OnLine
Com Agência Brasil

24/10/2006 | 14:21


Um levantamento divulgado nesta terça-feira pela OIT (Organização Internacional do Trabalho) e pela Andi (Agência de Notícias dos Direitos da Infância) mostra que, no Brasil, a população jovem é mais consciente sobre os prejuízos do trabalho infantil que os adultos.

A Pesquisa Ibope de Opinião Pública sobre Trabalho Infantil e Piores Formas de Trabalho Infantil é a primeira a ser feita no país sobre a percepção das pessoas sobre essa questão. Em março de 2006, foram entrevistadas 2.002 pessoas em 144 municípios. A margem de erro da pesquisa é de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos.

Dentre os entrevistados com idade entre 16 e 24 anos, 77,3% disseram acreditar que a idade adequada para entrar no mercado de trabalho é a partir de 16 anos, ou seja, a idade prevista na Constituição brasileira.

Conforme aumenta a idade dos entrevistados, esse percentual vai diminuindo. Na faixa de 25 a 29 anos, cai para 64%; entre 30 e 39 anos, para 53%; entre 40 a 49 anos, para 47%; e de 50 anos ou mais, para 35%.

Segundo Daniela Rocha, coordenadora da pesquisa pela Andi, a população mais jovem prefere se dedicar aos estudos em vez de entrar precocemente no mercado de trabalho, até para conseguir um emprego mais qualificado, uma melhor colocação.

Ao acessar você concorda com a nossa Política de Privacidade.


Para continuar, faça o seu login:


  • Aceito receber novidades e ofertas do Diário do Grande ABC e parceiros por
    correio eletrônico, mala direta, SMS ou outros meios de comunicação.


Ou acesse todo o conteúdo de forma ilimitada:

Veja como ter acesso a todo o conteúdo de forma ilimitada:

Copyright © 1995-2017 - Todos direitos reservados

;