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Correa defende que Constituinte dissolva Congresso equatoriano


Da AFP

23/06/2007 | 16:07


A Assembléia que redigirá uma nova Carta Política no Equador "vai ter" que dissolver o Congresso, afirmou neste sábado o presidente Rafael Correa, ao questionar a negativa do Legislativo a vários projetos do Executivo.

"Acho que a Assembléia vai ter que dissolver o Congresso porque com este tipo de Congresso não vamos poder fazer nada", disse o presidente em seu programa semanal de rádio.

Correa lembrou que, durante a campanha, propôs que o Legislativo continuasse fiscalizando enquanto a Assembléia legislava, mas que os recentes atos dos deputados o levaram a mudar de opinião.

O presidente criticou severamente os legisladores por bloquear o projeto contra o contrabando de combustíveis, acusando-os de ceder aos interesses das companhias de petróleo e das distribuidoras de gás.

"Como se explica a rejeição do Congresso a uma lei para combater o contrabando, que custa ao país 500 milhões de dólares ao ano. Estão prejudicando o país, estão prejudicando o governo", afirmou o chefe de Estado.

"Peço a todo o povo equatoriano que se mobilize e pressione estes pseudo-representantes para que não atendam aos interesses econômicos, não obedeçam a interesses políticos mesquinhos".

"Entendam os líderes políticos, entendam certos meios de comunicação, entendam certos cidadãos espertos: aqui tem um presidente, que cumprirá suas funções para o bem comum e não se submeterá a qualquer poder político ou econômico", advertiu Correa.

Após seis meses no poder e com o apoio de 67% da população, segundo as pesquisas, Correa se refere à eleição da Assembléia Constituinte como "a mãe de todas as batalhas".

Correa promove uma nova Constituição, de corte socialista, que reforce o papel do Estado na economia e reduza os poderes do Congresso.


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Correa defende que Constituinte dissolva Congresso equatoriano

Da AFP

23/06/2007 | 16:07


A Assembléia que redigirá uma nova Carta Política no Equador "vai ter" que dissolver o Congresso, afirmou neste sábado o presidente Rafael Correa, ao questionar a negativa do Legislativo a vários projetos do Executivo.

"Acho que a Assembléia vai ter que dissolver o Congresso porque com este tipo de Congresso não vamos poder fazer nada", disse o presidente em seu programa semanal de rádio.

Correa lembrou que, durante a campanha, propôs que o Legislativo continuasse fiscalizando enquanto a Assembléia legislava, mas que os recentes atos dos deputados o levaram a mudar de opinião.

O presidente criticou severamente os legisladores por bloquear o projeto contra o contrabando de combustíveis, acusando-os de ceder aos interesses das companhias de petróleo e das distribuidoras de gás.

"Como se explica a rejeição do Congresso a uma lei para combater o contrabando, que custa ao país 500 milhões de dólares ao ano. Estão prejudicando o país, estão prejudicando o governo", afirmou o chefe de Estado.

"Peço a todo o povo equatoriano que se mobilize e pressione estes pseudo-representantes para que não atendam aos interesses econômicos, não obedeçam a interesses políticos mesquinhos".

"Entendam os líderes políticos, entendam certos meios de comunicação, entendam certos cidadãos espertos: aqui tem um presidente, que cumprirá suas funções para o bem comum e não se submeterá a qualquer poder político ou econômico", advertiu Correa.

Após seis meses no poder e com o apoio de 67% da população, segundo as pesquisas, Correa se refere à eleição da Assembléia Constituinte como "a mãe de todas as batalhas".

Correa promove uma nova Constituição, de corte socialista, que reforce o papel do Estado na economia e reduza os poderes do Congresso.

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