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Pedreiro leva três tiros em padaria de Sto.André


Artur Rodrigues
Do Diário do Grande ABC

28/10/2005 | 08:56


O pedreiro José Alves Neto, 40 anos, foi assassinado quinta-feira em uma padaria no bairro Valparaíso, em Santo André. Dois homens entraram no estabelecimento e deram três tiros no homem. A polícia suspeita de tentativa de assalto seguido de morte, mas não descarta que a morte possa ter sido motivada por vingança. Testemunhas entrevistadas pe-lo Diário afirmam que Neto havia brigado com vizinhos da favela Gamboa, onde mora.

O crime ocorreu por volta das 18h de quarta-feira. Neto tinha ido comprar pão e leite na padaria Nova Paraíso. Encontrou um amigo e parou para tomar uma cerveja. Estava de saída quando dois homens armados entraram no local. Segundo testemunhas, o pedreiro – que tinha mais de 1,80 m de altura – teria ido em direção de um dos homens. "Era encomendado. Nunca vi ninguém fazer um assalto e já sair atirando em uma pessoa assim. Normalmente, os caras pegam o dinheiro e saem fo-ra", afirma uma pessoa que presenciou o fato.

Há sete anos, a padaria não era assaltada. "Eles entraram e foram dizendo: ‘Fica frio, fica frio, que é um assalto’. Logo em seguida, veio o tiro", diz outra testemunha.

Neto foi velado no cemitério do Curuçá, em Santo André, na tarde de quinta-feira. Segundo vizinhos, ele era solteiro, trabalhador e vivia com as irmãs. O apelido do pedreiro na favela onde morava era Tafarel. A vizinhança afirma que ele não tinha inimigos na comunidade.

Para a polícia, o fato de Neto ter tido uma briga dias antes de morrer pode ser pura coincidência. Para quem viu a ação dos criminosos, não. "Nunca vi ninguém dar 12 tiros em assalto. Só o José (Neto) tomou três tiros. Um na cabeça", diz uma das testemunhas.

Na padaria em que José Alves Neto morreu, o único indício da tragédia é uma bala, cravada no balcão.



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Pedreiro leva três tiros em padaria de Sto.André

Artur Rodrigues
Do Diário do Grande ABC

28/10/2005 | 08:56


O pedreiro José Alves Neto, 40 anos, foi assassinado quinta-feira em uma padaria no bairro Valparaíso, em Santo André. Dois homens entraram no estabelecimento e deram três tiros no homem. A polícia suspeita de tentativa de assalto seguido de morte, mas não descarta que a morte possa ter sido motivada por vingança. Testemunhas entrevistadas pe-lo Diário afirmam que Neto havia brigado com vizinhos da favela Gamboa, onde mora.

O crime ocorreu por volta das 18h de quarta-feira. Neto tinha ido comprar pão e leite na padaria Nova Paraíso. Encontrou um amigo e parou para tomar uma cerveja. Estava de saída quando dois homens armados entraram no local. Segundo testemunhas, o pedreiro – que tinha mais de 1,80 m de altura – teria ido em direção de um dos homens. "Era encomendado. Nunca vi ninguém fazer um assalto e já sair atirando em uma pessoa assim. Normalmente, os caras pegam o dinheiro e saem fo-ra", afirma uma pessoa que presenciou o fato.

Há sete anos, a padaria não era assaltada. "Eles entraram e foram dizendo: ‘Fica frio, fica frio, que é um assalto’. Logo em seguida, veio o tiro", diz outra testemunha.

Neto foi velado no cemitério do Curuçá, em Santo André, na tarde de quinta-feira. Segundo vizinhos, ele era solteiro, trabalhador e vivia com as irmãs. O apelido do pedreiro na favela onde morava era Tafarel. A vizinhança afirma que ele não tinha inimigos na comunidade.

Para a polícia, o fato de Neto ter tido uma briga dias antes de morrer pode ser pura coincidência. Para quem viu a ação dos criminosos, não. "Nunca vi ninguém dar 12 tiros em assalto. Só o José (Neto) tomou três tiros. Um na cabeça", diz uma das testemunhas.

Na padaria em que José Alves Neto morreu, o único indício da tragédia é uma bala, cravada no balcão.

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