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Vôlei de São Caetano busca verba para ir a competição na Europa

Ricardo Trida/DGABC  Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

AMB Volleyball Cup começará no fim de junho
em Portugal e reunirá meninas de 13 e 14 anos


Anderson Fattori
Do Diário do Grande ABC

22/03/2016 | 07:00


O sonho de jogar pela primeira vez no Exterior move grupo composto por 36 pessoas – entre jogadoras e comissão técnica – das categorias de base do vôlei feminino de São Caetano. O time foi convidado para disputar o AMB Volleyball Cup, que será realizado de 26 de junho a 2 de julho, na cidade de Espinho, em Portugal. O grande problema é o alto custo da excursão, que gira em torno de US$ 40 mil (cerca de R$ 145 mil).

“Recebemos o convite por meio do time principal do São Caetano, que disputa a Superliga. Temos o interesse em participar, seria sensacional para as meninas, mas estamos tentando viabilizar o custo, que é muito alto e não podemos arcar, nem com a ajuda dos pais”, explica Glaucimar Abedante, que coordena o projeto ao lado de Ieda Bendzius.

As equipes convidadas foram as sub-13 e sub-14, que estão treinando com foco na viagem, apesar de reconhecerem que só conseguirão juntar o dinheiro com ajuda da iniciativa privada. A Prefeitura de São Caetano é a mantenedora do projeto, que existe há 35 anos e contempla as categorias sub-13, sub-14, sub-15, sub-17, sub-19 e sub-21, além da equipe principal, que disputa a Superliga.

Uma alternativa encontrada pelas coordenadoras é buscar patrocínios, que seriam exibidos na camiseta da equipe. “Dividimos os espaços no uniforme de jogo, de treino e de passeio e estamos tentando vender cotas para empresas e até para os pais das jogadoras. Os valores vão de R$ 500 para inserção de 5 cm até o patrocínio máster, no valor de R$ 20 mil”, conta Ieda Bendziu, lembrando que também será confeccionado um banner com todos os patrocinadores, que será fixado no ginásio onde o grupo treina, no Clube Gisela, em São Caetano.

Um dos trunfos utilizados no momento de convencer as empresas é a tradição do projeto. “Posso dizer que 80% das meninas que passaram por nossas categorias de base e chegaram à categoria adulta estão na Superliga. Isso é muito importante”, finaliza Glaucimar, que pediu aos interessados em apoiar o projeto entrar em contato pelo e-mail profa.glaucimar@yahoo.com.br.

Ansiedade toma conta de jogadoras

A chance de disputar torneio internacional mexe com as meninas da base do vôlei de São Caetano. Elas esperam que o dinheiro seja obtido logo para realizarem um sonho no início da carreira.

“Comecei na escolinha de vôlei com 10 anos e estou no primeiro de sub-13. Estou muito contente com essa oportunidade e aprendendo bastante aqui no projeto. Difícil segurar a ansiedade para que tudo dê certo. Jogar no Exterior é um sonho para mim e para minhas colegas. Tenho certeza que vamos conseguir”, conta Carolina Godoy, 13 anos.

Uma de suas companheiras de time tem ainda mais motivos para ter esperança. Ana Cristina, 12 anos, é filha da ponta Cecília Menezes de Souza, mais conhecida como Ciça, que disputou a última Superliga por São Caetano e possui vasta experiência na modalidade, inclusive na dificuldade dos times em conseguir verbas para disputar as competições.

Iniciando no esporte, Ana Cristina espera repetir os passos da mãe. “Ela me incentivou muito a jogar vôlei e comecei agora, estou gostando muito”, garante a jovem. “Se conseguirmos essa viagem será minha primeira vez no Exterior, por isso estou ainda mais ansiosa para que dê tudo certo”.



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Vôlei de São Caetano busca verba para ir a competição na Europa

AMB Volleyball Cup começará no fim de junho
em Portugal e reunirá meninas de 13 e 14 anos

Anderson Fattori
Do Diário do Grande ABC

22/03/2016 | 07:00


O sonho de jogar pela primeira vez no Exterior move grupo composto por 36 pessoas – entre jogadoras e comissão técnica – das categorias de base do vôlei feminino de São Caetano. O time foi convidado para disputar o AMB Volleyball Cup, que será realizado de 26 de junho a 2 de julho, na cidade de Espinho, em Portugal. O grande problema é o alto custo da excursão, que gira em torno de US$ 40 mil (cerca de R$ 145 mil).

“Recebemos o convite por meio do time principal do São Caetano, que disputa a Superliga. Temos o interesse em participar, seria sensacional para as meninas, mas estamos tentando viabilizar o custo, que é muito alto e não podemos arcar, nem com a ajuda dos pais”, explica Glaucimar Abedante, que coordena o projeto ao lado de Ieda Bendzius.

As equipes convidadas foram as sub-13 e sub-14, que estão treinando com foco na viagem, apesar de reconhecerem que só conseguirão juntar o dinheiro com ajuda da iniciativa privada. A Prefeitura de São Caetano é a mantenedora do projeto, que existe há 35 anos e contempla as categorias sub-13, sub-14, sub-15, sub-17, sub-19 e sub-21, além da equipe principal, que disputa a Superliga.

Uma alternativa encontrada pelas coordenadoras é buscar patrocínios, que seriam exibidos na camiseta da equipe. “Dividimos os espaços no uniforme de jogo, de treino e de passeio e estamos tentando vender cotas para empresas e até para os pais das jogadoras. Os valores vão de R$ 500 para inserção de 5 cm até o patrocínio máster, no valor de R$ 20 mil”, conta Ieda Bendziu, lembrando que também será confeccionado um banner com todos os patrocinadores, que será fixado no ginásio onde o grupo treina, no Clube Gisela, em São Caetano.

Um dos trunfos utilizados no momento de convencer as empresas é a tradição do projeto. “Posso dizer que 80% das meninas que passaram por nossas categorias de base e chegaram à categoria adulta estão na Superliga. Isso é muito importante”, finaliza Glaucimar, que pediu aos interessados em apoiar o projeto entrar em contato pelo e-mail profa.glaucimar@yahoo.com.br.

Ansiedade toma conta de jogadoras

A chance de disputar torneio internacional mexe com as meninas da base do vôlei de São Caetano. Elas esperam que o dinheiro seja obtido logo para realizarem um sonho no início da carreira.

“Comecei na escolinha de vôlei com 10 anos e estou no primeiro de sub-13. Estou muito contente com essa oportunidade e aprendendo bastante aqui no projeto. Difícil segurar a ansiedade para que tudo dê certo. Jogar no Exterior é um sonho para mim e para minhas colegas. Tenho certeza que vamos conseguir”, conta Carolina Godoy, 13 anos.

Uma de suas companheiras de time tem ainda mais motivos para ter esperança. Ana Cristina, 12 anos, é filha da ponta Cecília Menezes de Souza, mais conhecida como Ciça, que disputou a última Superliga por São Caetano e possui vasta experiência na modalidade, inclusive na dificuldade dos times em conseguir verbas para disputar as competições.

Iniciando no esporte, Ana Cristina espera repetir os passos da mãe. “Ela me incentivou muito a jogar vôlei e comecei agora, estou gostando muito”, garante a jovem. “Se conseguirmos essa viagem será minha primeira vez no Exterior, por isso estou ainda mais ansiosa para que dê tudo certo”.

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