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Funasa entra em combate a dengue em Santa Catarina


Das Agências

26/12/2002 | 10:38


A Coordenação Regional da Fundação Nacional de Saúde (Funasa), em Santa Catarina, entrega ao governo do estado nesta sexta-feira 16 camionetas pick-up, 16 microscópios entomológicos e 70 equipamentos pulverizadores para serem utilizados em ações de prevenção da dengue, reforçando as estruturas das secretarias Estadual e Municipal de Saúde. O coordenador da Funasa, Milton Tadashi Shiratori, assinará às 11h, na sede do órgão, nesta capital, um termo de comodato com o secretário estadual de Saúde, João José Candido da Silva, repassando os equipamentos, no valor de R$ 445 mil.

Os microscópios permitirão a identificação do mosquito transmissor da doença, enquanto os pulverizadores (que incluem um nebulizador conhecido como ‘fumacê’) serão usados no combate. Além dos equipamentos que serão repassados ao estado, a Funasa ainda deverá entregar 18 caminhonetes do tipo perua, no valor de R$ 296 mil, 16 microscópios bacteriológicos para identificação de larvas do mosquito, no valor de R$ 69 mil, e 36 mil tampas ou coberturas para caixa d'água.

A entrega dos veículos e equipamentos para reforçar o controle da dengue nos estados e municípios, está prevista no Programa Nacional de Controle da Dengue (PNCD), lançado no dia 24 de julho de 2002. O recurso destinado ao Programa em todo o país é de R$ 1 bilhão. As principais metas do PNCD são reduzir a menos de 1% a infestação predial pelo aedes aegypti em todos os municípios brasileiros, reduzir em 50% o número de casos em 2003, em relação a 2002 e em mais de 25% nos anos seguintes e a menos de 1% os óbitos por dengue hemorrágica.

Santa Catarina teve este ano 279 casos confirmados de dengue. Desses, somente dois são autóctones, isto é, duas pessoas do município de Bombinhas que contraíram a doença afirmaram não terem saído do estado. Os demais são considerados ‘importados’, pois a transmissão ocorreu fora de Santa Catarina. De acordo com o Núcleo de Vigilância Ambiental da Secretaria Estadual de Saúde, foram identificados 375 focos de mosquito em 30 municípios catatrinenses. As cidades com maior número de focos são Itapiranga (121), Chapecó (55), Blumenau (47), Penha (34) e Cocal do Sul (27).

As informações são da Agência Brasil.



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Funasa entra em combate a dengue em Santa Catarina

Das Agências

26/12/2002 | 10:38


A Coordenação Regional da Fundação Nacional de Saúde (Funasa), em Santa Catarina, entrega ao governo do estado nesta sexta-feira 16 camionetas pick-up, 16 microscópios entomológicos e 70 equipamentos pulverizadores para serem utilizados em ações de prevenção da dengue, reforçando as estruturas das secretarias Estadual e Municipal de Saúde. O coordenador da Funasa, Milton Tadashi Shiratori, assinará às 11h, na sede do órgão, nesta capital, um termo de comodato com o secretário estadual de Saúde, João José Candido da Silva, repassando os equipamentos, no valor de R$ 445 mil.

Os microscópios permitirão a identificação do mosquito transmissor da doença, enquanto os pulverizadores (que incluem um nebulizador conhecido como ‘fumacê’) serão usados no combate. Além dos equipamentos que serão repassados ao estado, a Funasa ainda deverá entregar 18 caminhonetes do tipo perua, no valor de R$ 296 mil, 16 microscópios bacteriológicos para identificação de larvas do mosquito, no valor de R$ 69 mil, e 36 mil tampas ou coberturas para caixa d'água.

A entrega dos veículos e equipamentos para reforçar o controle da dengue nos estados e municípios, está prevista no Programa Nacional de Controle da Dengue (PNCD), lançado no dia 24 de julho de 2002. O recurso destinado ao Programa em todo o país é de R$ 1 bilhão. As principais metas do PNCD são reduzir a menos de 1% a infestação predial pelo aedes aegypti em todos os municípios brasileiros, reduzir em 50% o número de casos em 2003, em relação a 2002 e em mais de 25% nos anos seguintes e a menos de 1% os óbitos por dengue hemorrágica.

Santa Catarina teve este ano 279 casos confirmados de dengue. Desses, somente dois são autóctones, isto é, duas pessoas do município de Bombinhas que contraíram a doença afirmaram não terem saído do estado. Os demais são considerados ‘importados’, pois a transmissão ocorreu fora de Santa Catarina. De acordo com o Núcleo de Vigilância Ambiental da Secretaria Estadual de Saúde, foram identificados 375 focos de mosquito em 30 municípios catatrinenses. As cidades com maior número de focos são Itapiranga (121), Chapecó (55), Blumenau (47), Penha (34) e Cocal do Sul (27).

As informações são da Agência Brasil.

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