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Clássico com São Paulo é prova de fogo para Passarela


Das Agências

08/05/2005 | 13:24


Corinthians e São Paulo vivem situações diferentes fora das quatro linhas, mas dentro de campo compartilham o mesmo dilema neste domingo, às 16h, no estádio do Pacaembu. Apontadas como favoritas ao título do Campeonato Brasileiro, as equipes somam apenas um ponto em duas partidas disputadas na competição e beiram a zona de rebaixamento.

  Do lado corintiano, o técnico Daniel Passarella está na corda bamba e, em caso de mais uma derrota, sua permanência no clube pode tornar-se insustentável. Já no São Paulo, a expectativa gira em torno da estréia de Paulo Autuori. Sem pressões, o treinador tem como principal meta no primeiro semestre a Copa Libertadores.

  Para complicar ainda mais a situação de Daniel Passarella, o Tricolor é o adversário que mais derrubou técnicos na história do Corinthians – 11 no total. O último foi Tite, justamente o antecessor do argentino. Após a derrota por 1 a 0 no Morumbi, no dia 27 de fevereiro, o presidente da MSI, Kia Joorabchian, entrou no vestiário, armou um verdadeiro tumulto e dias depois trocou Tite por Passarella.

  Mas não é apenas o técnico corintiano que sente o peso do clássico. Os jogadores também estão no paredão. No treinamento de sábado, Passarella barrou Sebá, Wendell e Coelho dos titulares e colocou em seus respectivos lugares Marquinhos, Betão e Roger. Com a alteração, o time volta a atuar no esquema 3-5-2. “Os últimos acontecimentos geram um pouco de intranqüilidade e os jogadores ficam ansiosos, mas temos que continuar trabalhando”, disse o meia Carlos Alberto.

  Mesmo abalados pelos últimos resultados, os corintianos tentam focar exclusivamente o clássico. “A vida continua e temos um jogo muito importante. Precisamos recuperar as energias”, afirmou Passarella.

  No São Paulo, apesar da necessidade urgente de uma vitória para o time não se distanciar dos líderes do Brasileiro, Paulo Autuori não fará grandes mudanças e, mesmo adepto do 4-4-2, manterá o esquema 3-5-2. Na vaga de Lugano, suspenso, entra Alex, e no ataque Luizão continua no lugar de Diego Tardelli.

  O novo comandante, inclusive, evitou qualquer tipo de pressão sobre os jogadores, apesar da carência de vitórias. “O Leão era bastante exigente, o que às vezes assustava um pouco. O Paulo Autuori é diferente, desde a apresentação ele já disse que gosta de diálogo. Ele é uma pessoa mais fácil de chegar e conversar”, disse o lateral-direito Cicinho.


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