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Polícia tem 72 horas para entregar lista de mortos


Do Diário OnLine

22/05/2006 | 16:53


O Ministério Público de São Paulo deu prazo de 72 horas para que a polícia entregue a lista com os nomes dos mortos e os boletins da ocorrência das pessoas que morreram em supostos confrontos com a corporação entre os dias 13 e 19 de maio, quando aconteceu a repressão aos ataques atribuídos à facção criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital) em todo o Estado de SP. O objetivo é verificar se houve excesso por parte da polícia e se há algum inocente entre os 109 mortos.

O delegado-geral da Polícia Civil, Marco Antônio Desgualdo, e o comandante-geral da Polícia Militar, coronel Elizeu Eclair Teixeira Borges, também terão que entregar ao MP, em no máximo cinco dias, todas as cópias da instauração dos inquéritos.

Mortes - Doze corpos continuam no IML (Instituto Médico Legal) sem identificação. Em entrevista à rádio CBN, o promotor Carlos Cardoso afirmou que serão analisadas todas as provas técnicas do IML, depoimentos de familiares, e até mesmo reconstituições.

Cardoso disse que o número de mortos é muito grande. Ele falou ainda que, por meio de um exame necroscópico, será possível saber se a pessoas foram mortas durante uma troca de tiros ou se foram realmente executada pela polícia.

Segundo o coronel Elizeu Éclair ninguém que a PM matou desde o último dia 12 é inocente. Todos os boletins de ocorrência dessas mortes registram que houve troca de tiros antes de os supostos bandidos serem mortos.


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Polícia tem 72 horas para entregar lista de mortos

Do Diário OnLine

22/05/2006 | 16:53


O Ministério Público de São Paulo deu prazo de 72 horas para que a polícia entregue a lista com os nomes dos mortos e os boletins da ocorrência das pessoas que morreram em supostos confrontos com a corporação entre os dias 13 e 19 de maio, quando aconteceu a repressão aos ataques atribuídos à facção criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital) em todo o Estado de SP. O objetivo é verificar se houve excesso por parte da polícia e se há algum inocente entre os 109 mortos.

O delegado-geral da Polícia Civil, Marco Antônio Desgualdo, e o comandante-geral da Polícia Militar, coronel Elizeu Eclair Teixeira Borges, também terão que entregar ao MP, em no máximo cinco dias, todas as cópias da instauração dos inquéritos.

Mortes - Doze corpos continuam no IML (Instituto Médico Legal) sem identificação. Em entrevista à rádio CBN, o promotor Carlos Cardoso afirmou que serão analisadas todas as provas técnicas do IML, depoimentos de familiares, e até mesmo reconstituições.

Cardoso disse que o número de mortos é muito grande. Ele falou ainda que, por meio de um exame necroscópico, será possível saber se a pessoas foram mortas durante uma troca de tiros ou se foram realmente executada pela polícia.

Segundo o coronel Elizeu Éclair ninguém que a PM matou desde o último dia 12 é inocente. Todos os boletins de ocorrência dessas mortes registram que houve troca de tiros antes de os supostos bandidos serem mortos.

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