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Pior momento do PT se deu em 2016, alega Grana

Divulgação Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Fabio Martins

22/11/2019 | 07:38


Ao oficializar ontem pré-candidatura a vereador de Santo André, o ex-prefeito Carlos Grana (PT) avaliou que o “pior momento do partido foi em 2016”, em referência ao ano da última eleição municipal, quando ele perdeu projeto de reeleição ao Paço, logo na sequência da cassação da então presidente Dilma Rousseff (PT). “Teve impeachment, onda (contrária) que varreu, processo de criminalização do PT, movimento para acabar (com a sigla), encarceraram (o Lula) nosso principal líder. Não digo que hoje estamos em céu de brigadeiro, mas cenário mudou radicalmente.”

Grana formalizou inscrição como pré-candidato na noite de ontem, na sede do partido na cidade, ao lado de outros cinco militantes – Rodrigo Smul, Thiago Carraro, Joselito do PT, Solange de Oliveira e Daglair do Recreio. Segundo o ex-prefeito, a proposta da empreitada nasce com o propósito de ajudar o partido, “como soldado”, e tentar impulsionar a candidatura de Bete Siraque, escolhida internamente para concorrer no pleito majoritário. “Não podia me furtar de entrar no debate neste período de retrocesso (no País)”, disse, ao acrescentar que, devido à “perseguição insana” contra o PT, não houve oportunidade para debate em 2016.

O ato de inscrição coletiva contou com a presença da própria Bete Siraque, do ex-deputado estadual Luiz Turco e quatro ex-integrantes do alto escalão do governo Grana (Alberto Alves de Souza, Paulo Piagentini, Arlindo José de Lima e Fátima Grana). Apesar do risco, a iniciativa visa colocá-lo na condição de puxador de voto – atualmente, a legenda possui a maior bancada da Câmara, com cinco cadeiras. “Fazer enfrentamento é necessário. Óbvio que o embate maior vai ser responsabilidade da Bete. O meu papel será de somar, porém podemos tratar das diferenças (entre os campos políticos), sobre participação popular e dizer quem apoiou (Fernando) Haddad (PT) e quem apoiou (Jair) Bolsonaro (ex-PSL) em 2018.” Bete avaliou desprendimento de Grana em se inscrever à chapa proporcional, apostando que a confirmação irá contribuir na campanha e em eleger bancada forte. 



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Pior momento do PT se deu em 2016, alega Grana

Fabio Martins

22/11/2019 | 07:38


Ao oficializar ontem pré-candidatura a vereador de Santo André, o ex-prefeito Carlos Grana (PT) avaliou que o “pior momento do partido foi em 2016”, em referência ao ano da última eleição municipal, quando ele perdeu projeto de reeleição ao Paço, logo na sequência da cassação da então presidente Dilma Rousseff (PT). “Teve impeachment, onda (contrária) que varreu, processo de criminalização do PT, movimento para acabar (com a sigla), encarceraram (o Lula) nosso principal líder. Não digo que hoje estamos em céu de brigadeiro, mas cenário mudou radicalmente.”

Grana formalizou inscrição como pré-candidato na noite de ontem, na sede do partido na cidade, ao lado de outros cinco militantes – Rodrigo Smul, Thiago Carraro, Joselito do PT, Solange de Oliveira e Daglair do Recreio. Segundo o ex-prefeito, a proposta da empreitada nasce com o propósito de ajudar o partido, “como soldado”, e tentar impulsionar a candidatura de Bete Siraque, escolhida internamente para concorrer no pleito majoritário. “Não podia me furtar de entrar no debate neste período de retrocesso (no País)”, disse, ao acrescentar que, devido à “perseguição insana” contra o PT, não houve oportunidade para debate em 2016.

O ato de inscrição coletiva contou com a presença da própria Bete Siraque, do ex-deputado estadual Luiz Turco e quatro ex-integrantes do alto escalão do governo Grana (Alberto Alves de Souza, Paulo Piagentini, Arlindo José de Lima e Fátima Grana). Apesar do risco, a iniciativa visa colocá-lo na condição de puxador de voto – atualmente, a legenda possui a maior bancada da Câmara, com cinco cadeiras. “Fazer enfrentamento é necessário. Óbvio que o embate maior vai ser responsabilidade da Bete. O meu papel será de somar, porém podemos tratar das diferenças (entre os campos políticos), sobre participação popular e dizer quem apoiou (Fernando) Haddad (PT) e quem apoiou (Jair) Bolsonaro (ex-PSL) em 2018.” Bete avaliou desprendimento de Grana em se inscrever à chapa proporcional, apostando que a confirmação irá contribuir na campanha e em eleger bancada forte. 

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