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Segundo ex-funcionária, CIA mentiu ao dizer que não torturava presos


Da AFP

14/05/2006 | 17:32


A Agência Central de Inteligência (CIA) mentiu para o Congresso americano a respeito de torturas infligidas aos presos durante interrogatórios no exterior, informou neste domingo o jornal The Washington Post, que cita uma funcionária da agência demitida em abril.

Um alto funcionário da CIA garantiu em uma reunião com membros do Senado, em junho de 2005, que a agência não violou nem tentou violar o direito internacional que proíbe tratamentos degradantes, desumanos ou cruéis aos presos.

No entanto, Mary McCarthy, que trabalhou no escritório do inspetor geral da CIA e investigava as acusações de que a agência teria praticado torturas no Iraque e Afeganistão, afirmou que "a CIA mentiu" durante esta reunião no Senado, não só porque -segundo ela- conduziu interrogatórios abusivos, mas principalmente porque a política da agência autorizava tais tratamentos.

A funcionária da CIA foi demitida em abril sob a alegação de ter revelado à imprensa informações confidenciais sobre as prisões da agência na Europa, mas sempre negou ser a fonte de tais informações


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Segundo ex-funcionária, CIA mentiu ao dizer que não torturava presos

Da AFP

14/05/2006 | 17:32


A Agência Central de Inteligência (CIA) mentiu para o Congresso americano a respeito de torturas infligidas aos presos durante interrogatórios no exterior, informou neste domingo o jornal The Washington Post, que cita uma funcionária da agência demitida em abril.

Um alto funcionário da CIA garantiu em uma reunião com membros do Senado, em junho de 2005, que a agência não violou nem tentou violar o direito internacional que proíbe tratamentos degradantes, desumanos ou cruéis aos presos.

No entanto, Mary McCarthy, que trabalhou no escritório do inspetor geral da CIA e investigava as acusações de que a agência teria praticado torturas no Iraque e Afeganistão, afirmou que "a CIA mentiu" durante esta reunião no Senado, não só porque -segundo ela- conduziu interrogatórios abusivos, mas principalmente porque a política da agência autorizava tais tratamentos.

A funcionária da CIA foi demitida em abril sob a alegação de ter revelado à imprensa informações confidenciais sobre as prisões da agência na Europa, mas sempre negou ser a fonte de tais informações

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