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Presidente da Vale do Rio Doce inicia visita à Nova Caledônia


Da AFP

14/11/2006 | 08:22


O presidente da Vale do Rio Doce, Roger Agnelli, iniciou nesta terça-feira uma visita de dois dias à Nova Caledônia (possessão francesa na Oceania), onde foi recuperado o controvertido projeto Goro Nickel, para a construção de uma fábrica hidrometalúrgica, depois que a empresa brasileira comprou, em outubro, a canadense Inco.

A fábrica química provoca críticas de associações ecológicas e autóctones, e também nesta terça-feira, em Paris, um tribunal deverá anunciar sua decisão sobre uma demanda do comitê Rheebu Núú para que os trabalhos sejam suspensos. A Rheebu Nùù, que lidera o combate contra a Goro Níckel, já obteve do tribunal administrativo de Numéa a anulação da autorização para a exploração concedida pela província sul de Caledônia.

"Esta viagem serve para uma tomada de contato com o país", informou a Goro Nickel, filial da Inco, em comunicado.

Durante sua visita, Roger Agnelli, que está acompanhado do presidente da Inco, Scott Hand, e de uma delegação do comitê de direção da Vale, deve se reunir com "as instituições do território e dos povos autóctones (kanakas), assim como com os empregados e a direção da Goro Nickel.

A visita acontece três semanas depois da compra da canadense Inco por aproximadamente US$ 13,3 bilhões, a maior aquisição no exterior feita por uma empresa brasileira. Com esta compra, a Vale do Rio Doce se tornou o segundo grupo mundial do setor de mineração e o primeiro produtor de níquel.

Na Nova Caledônia, onde se encontra mais ou menos um quarto das reservas mundiais de níquel, a Vale recuperou o projeto Goro Nickel da Inco, que significa a construção da fábrica hidrometalúrgica de 60 mil toneladas anuais de níquel e 5 mil toneladas de cobalto. O custo é estimado em cerca de US$ 2 bilhões.


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Presidente da Vale do Rio Doce inicia visita à Nova Caledônia

Da AFP

14/11/2006 | 08:22


O presidente da Vale do Rio Doce, Roger Agnelli, iniciou nesta terça-feira uma visita de dois dias à Nova Caledônia (possessão francesa na Oceania), onde foi recuperado o controvertido projeto Goro Nickel, para a construção de uma fábrica hidrometalúrgica, depois que a empresa brasileira comprou, em outubro, a canadense Inco.

A fábrica química provoca críticas de associações ecológicas e autóctones, e também nesta terça-feira, em Paris, um tribunal deverá anunciar sua decisão sobre uma demanda do comitê Rheebu Núú para que os trabalhos sejam suspensos. A Rheebu Nùù, que lidera o combate contra a Goro Níckel, já obteve do tribunal administrativo de Numéa a anulação da autorização para a exploração concedida pela província sul de Caledônia.

"Esta viagem serve para uma tomada de contato com o país", informou a Goro Nickel, filial da Inco, em comunicado.

Durante sua visita, Roger Agnelli, que está acompanhado do presidente da Inco, Scott Hand, e de uma delegação do comitê de direção da Vale, deve se reunir com "as instituições do território e dos povos autóctones (kanakas), assim como com os empregados e a direção da Goro Nickel.

A visita acontece três semanas depois da compra da canadense Inco por aproximadamente US$ 13,3 bilhões, a maior aquisição no exterior feita por uma empresa brasileira. Com esta compra, a Vale do Rio Doce se tornou o segundo grupo mundial do setor de mineração e o primeiro produtor de níquel.

Na Nova Caledônia, onde se encontra mais ou menos um quarto das reservas mundiais de níquel, a Vale recuperou o projeto Goro Nickel da Inco, que significa a construção da fábrica hidrometalúrgica de 60 mil toneladas anuais de níquel e 5 mil toneladas de cobalto. O custo é estimado em cerca de US$ 2 bilhões.

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