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Vidros para todos os lados

Por R$ 90.990, Citroën C4 Picasso La Luna tem teto panorâmico como principal destaque


Vagner Aquino
Do Diário do Grande ABC

19/12/2012 | 07:00


Mesmo já estando no mercado desde meados de 2008, o Citroën C4 chama atenção por onde passa. Suas características futuristas, como a ampla área envidraçada, rendem elogios pelas ruas. Mas a marca francesa quis ir além e lançou a edição La Luna, que tem como destaque o teto panorâmico a daí a sacada do sobrenome.

Além da visão privilegiada, o modelo traz outros equipamentos exclusivos, como entrada USB e conexão bluetooth. Outro destaque é a cor branca da carroceria própria do La Luna, batizada pela fabricante de Blanc Banquise. Por tudo isso, a Citarem de origem francesa cobra cerca de R$ 91 mil. Em algumas revendas consultadas pelo Diário, o desconto pode chegar a R$ 3.000. Valor bem próximo aos R$ 86,5 mil pedidos pela versão convencional.

Mesmo assim, o preço é um pouco salgado e, para saber se vale a pena fechar negócio, o Diário passou uma semana a bordo do modelo.

O motor 2.0 16V quatro cilindros movido somente a gasolina de 143 c de potência máxima é um dos pontos fortes do monovolume que, mesmo pesando mais de uma tonelada e meia (gordinho, não?), mostra agilidade graças ao torque de 20,4 mkgf disponível a 4.000 rpm. É bom lembrar que a marca de origem francesa não precisa dados de aceleração e velocidade máxima.

COMPORTAMENTO

E vale a pena frisar que o trabalho do motor quase não é ouvido dentro da cabine. O silêncio só é quebrado quando os pneus resolvem confrontar algum buraco na pista. Nessa hora, a suspensão sofre - e os ocupantes do carro também. Pela proposta família do veículo, o conjunto poderia ser mais bem trabalhado, ou seja, o C4 La Luna merecia uma dose a mais de maciez e conforto.

ESPAÇO

Se por um lado a suspensão deixa a desejar, por outro a ergonomia, a leveza da direção e o espaço interno são quesitos difíceis de serem superados pela dura concorrência.

Com 2,74 metros de espaço entre os eixos, o monovolume da Citroën acomoda com folga os cinco ocupantes. O assoalho é plano, e como o câmbio (automático de quatro velocidades) foi para trás do volante, há um vão entre os bancos do motorista e o do passageiro dianteiro - praticamente uma sala de estar sobre rodas.

E uma sala cheia de mimos, diga-se de passagem. De série, o modelo vem com ar-condicionado de quato zonas, mesas do tipo avião, computador de bordo com indicador de temperatura externa, bancos dianteiros com regulagem de altura, além de controles dinâmicos de estabilidade e antipatinagem.

Por falar nisso, o porta-malas comporta até 597 litros de carga (quase o mesmo que um Hyundai Vera Cruz, que carregar 598 litros, ou até mesmo mais que a caçamba de uma Fiat Strada, de 580 litros). O acesso às bagagens pode ser feito pelo banco de trás. E quem viaja nele tem ótimo espaço para joelhos, ombros e cabeça. Sendo assim, é só escolher o ângulo e curtir a paisagem.



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Vidros para todos os lados

Por R$ 90.990, Citroën C4 Picasso La Luna tem teto panorâmico como principal destaque

Vagner Aquino
Do Diário do Grande ABC

19/12/2012 | 07:00


Mesmo já estando no mercado desde meados de 2008, o Citroën C4 chama atenção por onde passa. Suas características futuristas, como a ampla área envidraçada, rendem elogios pelas ruas. Mas a marca francesa quis ir além e lançou a edição La Luna, que tem como destaque o teto panorâmico a daí a sacada do sobrenome.

Além da visão privilegiada, o modelo traz outros equipamentos exclusivos, como entrada USB e conexão bluetooth. Outro destaque é a cor branca da carroceria própria do La Luna, batizada pela fabricante de Blanc Banquise. Por tudo isso, a Citarem de origem francesa cobra cerca de R$ 91 mil. Em algumas revendas consultadas pelo Diário, o desconto pode chegar a R$ 3.000. Valor bem próximo aos R$ 86,5 mil pedidos pela versão convencional.

Mesmo assim, o preço é um pouco salgado e, para saber se vale a pena fechar negócio, o Diário passou uma semana a bordo do modelo.

O motor 2.0 16V quatro cilindros movido somente a gasolina de 143 c de potência máxima é um dos pontos fortes do monovolume que, mesmo pesando mais de uma tonelada e meia (gordinho, não?), mostra agilidade graças ao torque de 20,4 mkgf disponível a 4.000 rpm. É bom lembrar que a marca de origem francesa não precisa dados de aceleração e velocidade máxima.

COMPORTAMENTO

E vale a pena frisar que o trabalho do motor quase não é ouvido dentro da cabine. O silêncio só é quebrado quando os pneus resolvem confrontar algum buraco na pista. Nessa hora, a suspensão sofre - e os ocupantes do carro também. Pela proposta família do veículo, o conjunto poderia ser mais bem trabalhado, ou seja, o C4 La Luna merecia uma dose a mais de maciez e conforto.

ESPAÇO

Se por um lado a suspensão deixa a desejar, por outro a ergonomia, a leveza da direção e o espaço interno são quesitos difíceis de serem superados pela dura concorrência.

Com 2,74 metros de espaço entre os eixos, o monovolume da Citroën acomoda com folga os cinco ocupantes. O assoalho é plano, e como o câmbio (automático de quatro velocidades) foi para trás do volante, há um vão entre os bancos do motorista e o do passageiro dianteiro - praticamente uma sala de estar sobre rodas.

E uma sala cheia de mimos, diga-se de passagem. De série, o modelo vem com ar-condicionado de quato zonas, mesas do tipo avião, computador de bordo com indicador de temperatura externa, bancos dianteiros com regulagem de altura, além de controles dinâmicos de estabilidade e antipatinagem.

Por falar nisso, o porta-malas comporta até 597 litros de carga (quase o mesmo que um Hyundai Vera Cruz, que carregar 598 litros, ou até mesmo mais que a caçamba de uma Fiat Strada, de 580 litros). O acesso às bagagens pode ser feito pelo banco de trás. E quem viaja nele tem ótimo espaço para joelhos, ombros e cabeça. Sendo assim, é só escolher o ângulo e curtir a paisagem.

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