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Ministro da Defesa rebate críticas à intervenção no Rio



16/08/2018 | 21:54


O ministro da Defesa, general Silva e Luna, rebateu as críticas de entidades como o Observatório da Intervenção Federal na Segurança Pública no Rio de Janeiro sobre a criminalidade no Rio, em relação ao trabalho das Forças Armadas no Estado. "Pelo quarto mês consecutivo, houve uma redução nos índices de criminalidade. O esforço do Gabinete de Intervenção Federal para melhorar a gestão na área de segurança pública do Rio de Janeiro é essencial para a contínua queda na criminalidade", afirmou o ministro ao jornal O Estado de S. Paulo.

O general Silva e Luna citou que "a Secretaria de Segurança do Rio está implementando ações como a capacitação de policiais militares", informando que serão treinados, até final do ano, 2.500 agentes de segurança para o policiamento nas ruas. De acordo com o general, o Comando Conjunto (militares da Marinha, Exército e Aeronáutica e agências do governo federal) desencadeou uma série de operações de Garantia da Lei e da Ordem (GLO) no Rio e essas ações envolvem cerco e estabilização de áreas, permitindo o cumprimento de mandados judiciais, verificação de denúncias de ações criminosas e de outras condutas ilícitas.

"Uma das ações - a retirada de obstáculos nas vias - permite a entrada de prestadoras de serviços públicos -, ação fundamental para que o Estado seja um agente transformador", prosseguiu o ministro, acrescentando que também estão sendo implementadas outras ações buscando reduzir os índices de criminalidade, como a reintegração de policiais cedidos a outros órgãos.

Mais cedo, general Walter Braga Netto, interventor federal na segurança pública no Rio de Janeiro, disse ao Estado que, "em que pesem as notícias negativas, a intervenção federal está dando certo".

Relatório elaborado pelo ISP - Instituto de Segurança Pública do Rio de Janeiro, entregue ao presidente Michel Temer no início da semana, informa que o número de latrocínios (roubos seguidos de morte) caiu 55%, se comparado o mês de março de 2018, assim que começou a intervenção, a julho. Ainda comparado o mesmo período, segundo os dados do ISP apresentados a Temer, crimes com letalidade violenta caíram 14,15%, homicídios dolosos foram reduzidos em 19,69%, roubo de veículos diminuíram 34,34%, roubo de carga caiu 20,63%, roubo a estabelecimento comercial 21,71% e roubo de rua caiu 1,65%. "Esses números do ISP comprovam que o trabalho da intervenção está dando certo, ao contrário do que tentam dizer", disse ao Estado o general Walter Braga Netto, responsável pela intervenção federal, que esteve em Brasília, participando da reunião do Alto Comando do Exército.



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