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Derrota mais do que dolorida

Ninguém gosta de perder, sempre dói. Não bastou a derrota para nossos maiores rivais


Especial para o Diário

12/06/2012 | 00:00


Ninguém gosta de perder, sempre dói. Não bastou a derrota para nossos maiores rivais. Não bastou ter jogado bem, feito três gols e ainda ser prejudicado pelo juiz, que não marcou dois pênaltis seguidos em Neymar. O que marca é o resultado. Se fosse jogo eliminatório estaríamos fora.

Na série de amistosos foram duas vitórias e duas derrotas. Mano Menezes, com certeza, percebeu que nossa defesa e os volantes precisam melhorar.

O treinador está consciente que o futuro na Seleção vai depender do que o time jogar na Olimpíada e a cor da medalha que conquistará.

LEI GERAL DA COPA

Dilma Roussef aprovou a lei com cinco vetos parciais. O projeto que veio do Congresso Nacional desagrada a Fifa, especialmente pela necessidade de se negociar com os Estados a venda de bebidas alcoólicas nos estádios.

A Fifa não fará escândalos, tomará cautela com as declarações dos dirigentes e continuará negociando com o governo. Mas cá entre nós, a entidade está coberta de razão. Lula, em 2007, assinou e concordou com as exigências do Caderno de Encargos para o Brasil sediar a Copa.

Os suíços, com discrição, ironizam a atual posição do País, afirmando com todas as letras que um presidente assina um documento e o governo que o sucedeu não faz força para respeitá-lo.

LIBERTADORES

Há duas semanas, o Corinthians vivia momento mais inspirado que o Santos. A classificação contra o Velez não foi convincente. Já o Timão foi melhor contra o Vasco.

Time por time, o Santos é melhor, mas todos sabem que isso não basta. Futebol é momento, já dizia o célebre filósofo. Mas a parada do Brasileiro desfavoreceu o Corinthians, que na volta não foi bem diante de Figueirense e Grêmio.

Enquanto o Santos lamenta os desfalques dos jogadores machucados, o Corinthians provou que precisa urgente de um centroavante. Como Liedson não está inteiro, ficou evidente que improviso não é o melhor caminho. Mas quem será o atacante escolhido por Tite?

O jogo da Vila promete nervosismo e o Corinthians será cauteloso para decidir na outra semana no Pacaembu. O Santos, ao contrário, vai pressionar e tentar garantir o resultado marcando muitos gols.

Márcio Bernardes é âncora da rede Transamérica de Rádio e professor universitário. www.marciobernardes.com.br



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Derrota mais do que dolorida

Ninguém gosta de perder, sempre dói. Não bastou a derrota para nossos maiores rivais

Especial para o Diário

12/06/2012 | 00:00


Ninguém gosta de perder, sempre dói. Não bastou a derrota para nossos maiores rivais. Não bastou ter jogado bem, feito três gols e ainda ser prejudicado pelo juiz, que não marcou dois pênaltis seguidos em Neymar. O que marca é o resultado. Se fosse jogo eliminatório estaríamos fora.

Na série de amistosos foram duas vitórias e duas derrotas. Mano Menezes, com certeza, percebeu que nossa defesa e os volantes precisam melhorar.

O treinador está consciente que o futuro na Seleção vai depender do que o time jogar na Olimpíada e a cor da medalha que conquistará.

LEI GERAL DA COPA

Dilma Roussef aprovou a lei com cinco vetos parciais. O projeto que veio do Congresso Nacional desagrada a Fifa, especialmente pela necessidade de se negociar com os Estados a venda de bebidas alcoólicas nos estádios.

A Fifa não fará escândalos, tomará cautela com as declarações dos dirigentes e continuará negociando com o governo. Mas cá entre nós, a entidade está coberta de razão. Lula, em 2007, assinou e concordou com as exigências do Caderno de Encargos para o Brasil sediar a Copa.

Os suíços, com discrição, ironizam a atual posição do País, afirmando com todas as letras que um presidente assina um documento e o governo que o sucedeu não faz força para respeitá-lo.

LIBERTADORES

Há duas semanas, o Corinthians vivia momento mais inspirado que o Santos. A classificação contra o Velez não foi convincente. Já o Timão foi melhor contra o Vasco.

Time por time, o Santos é melhor, mas todos sabem que isso não basta. Futebol é momento, já dizia o célebre filósofo. Mas a parada do Brasileiro desfavoreceu o Corinthians, que na volta não foi bem diante de Figueirense e Grêmio.

Enquanto o Santos lamenta os desfalques dos jogadores machucados, o Corinthians provou que precisa urgente de um centroavante. Como Liedson não está inteiro, ficou evidente que improviso não é o melhor caminho. Mas quem será o atacante escolhido por Tite?

O jogo da Vila promete nervosismo e o Corinthians será cauteloso para decidir na outra semana no Pacaembu. O Santos, ao contrário, vai pressionar e tentar garantir o resultado marcando muitos gols.

Márcio Bernardes é âncora da rede Transamérica de Rádio e professor universitário. www.marciobernardes.com.br

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