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Juíza decreta segredo de Justiça do caso Ana Lúcia


Elaine Granconato
Do Diário do Grande ABC

12/06/2012 | 07:00


A juíza da 1ª Vara Criminal de Santo André, Maria Lucinda da Costa, decretou ontem segredo de Justiça no processo que investiga a conduta da advogada Ana Lúcia Assad, defensora de Lindemberg Alves Fernandes, assassino da ex-namorada Eloá Cristina Pimentel.

Durante os quatro dias de julgamento de Lindemberg presidido por Milena Dias, em fevereiro, a advogada chegou a dizer à juíza que ela "deveria voltar a estudar". A conduta de Ana Lúcia pode ter configurado crime contra a honra da magistrada - também classificada como servidora pública.

Com o pedido indeferido de trancamento do habeas corpus interposto pela OAB-SP (Ordem dos Advogados do Brasil) de São Paulo, que defende Ana Lúcia, a promotora criminal Iussara Brandão de Almeida, responsável pelo procedimento, designou audiência entre as partes. Caso Maria Lucinda conceda o pedido, a defensora estará frente a frente com a juíza Milena no Fórum andreense.

Outro habeas corpus foi interposto no TJ (Tribunal de Justiça) de São Paulo pela OAB e negado. Até ontem, o criminalista Antonio Ruiz Filho aguardava pela reconsideração do pedido.



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Juíza decreta segredo de Justiça do caso Ana Lúcia

Elaine Granconato
Do Diário do Grande ABC

12/06/2012 | 07:00


A juíza da 1ª Vara Criminal de Santo André, Maria Lucinda da Costa, decretou ontem segredo de Justiça no processo que investiga a conduta da advogada Ana Lúcia Assad, defensora de Lindemberg Alves Fernandes, assassino da ex-namorada Eloá Cristina Pimentel.

Durante os quatro dias de julgamento de Lindemberg presidido por Milena Dias, em fevereiro, a advogada chegou a dizer à juíza que ela "deveria voltar a estudar". A conduta de Ana Lúcia pode ter configurado crime contra a honra da magistrada - também classificada como servidora pública.

Com o pedido indeferido de trancamento do habeas corpus interposto pela OAB-SP (Ordem dos Advogados do Brasil) de São Paulo, que defende Ana Lúcia, a promotora criminal Iussara Brandão de Almeida, responsável pelo procedimento, designou audiência entre as partes. Caso Maria Lucinda conceda o pedido, a defensora estará frente a frente com a juíza Milena no Fórum andreense.

Outro habeas corpus foi interposto no TJ (Tribunal de Justiça) de São Paulo pela OAB e negado. Até ontem, o criminalista Antonio Ruiz Filho aguardava pela reconsideração do pedido.

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