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Cursos técnicos têm mais mulheres


Adriana Mompean
Do Diário do Grande ABC

12/06/2005 | 09:55


Dos sete cursos técnicos mais antigos oferecidos pelas unidades do Senai (Serviço Nacional da Indústria) no Grande ABC, cinco registram participação crescente de mulheres desde a formação da primeira turma. O aumento do número de alunas na sala de aula reflete a quebra de preconceito numa área dominada por homens nos últimos anos.

O curso técnico de Cerâmica, oferecido pelo Senai Mario Amato, de São Bernardo, tem predominância de estudantes do sexo feminino. O curso formou a primeira turma em 1990. Na época, de um total de 53 alunos, 27 eram mulheres, ou 50,9%. Atualmente, as mulheres são 55,5% dos estudantes – 20 de um total de 36 alunos.

No curso técnico de Química da mesma escola, as mulheres representavam 35,4% do total de estudantes em 1990. Hoje são 40,5%. A estudante Luana Andrade acredita que o mercado de trabalho no segmento tem crescido muito para candidatas do sexo feminino. “A participação das alunas cresce a cada ano na sala de aula e também no mercado de trabalho”, diz.

As mulheres também ganharam espaço no curso técnico de Desenho de Projetos, no Senai Almirante Tamandaré, de São Bernardo. Quando criado, em 1994, não tinha uma única representante do sexo feminino na sala de aula. Hoje, as mulheres são cerca de 10% do total de alunos do curso. “Atualmente, as mulheres estão presentes em todos os cursos técnicos voltados para a indústria e o número tende a crescer cada vez mais”, afirma o coordenador pedagógico Celso Guimarães Pereira.

No Senai A. Jacob Lafer, de Santo André, há apenas um curso técnico, o de Eletroeletrônica, que se iniciou em 2000 com apenas uma aluna. Neste ano, são 14 mulheres na sala de aula. “Foi um desafio entrar em uma área com maioria de homens”, afirma Karla Fernanda Araújo de Oliveira, estudante de Ribeirão Pires. Outro curso que registrou ingresso de mulheres foi o de Gestão de Processos Industriais, oferecido em Diadema. Em 98, o curso não contava com nenhuma mulher. Atualmente, há duas alunas na sala de aula.



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Cursos técnicos têm mais mulheres

Adriana Mompean
Do Diário do Grande ABC

12/06/2005 | 09:55


Dos sete cursos técnicos mais antigos oferecidos pelas unidades do Senai (Serviço Nacional da Indústria) no Grande ABC, cinco registram participação crescente de mulheres desde a formação da primeira turma. O aumento do número de alunas na sala de aula reflete a quebra de preconceito numa área dominada por homens nos últimos anos.

O curso técnico de Cerâmica, oferecido pelo Senai Mario Amato, de São Bernardo, tem predominância de estudantes do sexo feminino. O curso formou a primeira turma em 1990. Na época, de um total de 53 alunos, 27 eram mulheres, ou 50,9%. Atualmente, as mulheres são 55,5% dos estudantes – 20 de um total de 36 alunos.

No curso técnico de Química da mesma escola, as mulheres representavam 35,4% do total de estudantes em 1990. Hoje são 40,5%. A estudante Luana Andrade acredita que o mercado de trabalho no segmento tem crescido muito para candidatas do sexo feminino. “A participação das alunas cresce a cada ano na sala de aula e também no mercado de trabalho”, diz.

As mulheres também ganharam espaço no curso técnico de Desenho de Projetos, no Senai Almirante Tamandaré, de São Bernardo. Quando criado, em 1994, não tinha uma única representante do sexo feminino na sala de aula. Hoje, as mulheres são cerca de 10% do total de alunos do curso. “Atualmente, as mulheres estão presentes em todos os cursos técnicos voltados para a indústria e o número tende a crescer cada vez mais”, afirma o coordenador pedagógico Celso Guimarães Pereira.

No Senai A. Jacob Lafer, de Santo André, há apenas um curso técnico, o de Eletroeletrônica, que se iniciou em 2000 com apenas uma aluna. Neste ano, são 14 mulheres na sala de aula. “Foi um desafio entrar em uma área com maioria de homens”, afirma Karla Fernanda Araújo de Oliveira, estudante de Ribeirão Pires. Outro curso que registrou ingresso de mulheres foi o de Gestão de Processos Industriais, oferecido em Diadema. Em 98, o curso não contava com nenhuma mulher. Atualmente, há duas alunas na sala de aula.

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